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Esporte

Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris são destaque do Me Conta, Brasil

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Episódio 18 do Me Conta, Brasil teve como tema os investimentos federais com foco nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos

Videocast recebe atletas que integram a delegação nacional na França e dirigentes do Ministério do Esporte para retratar importância de investimentos federais no alto desempenho

Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris serviram como ponto de partida para uma discussão sobre investimentos federais no esporte em mais um episódio do Me Conta, Brasil. O videocast criado pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência está disponível nas redes sociais a partir desta quinta-feira, 25 de julho, e recebeu como convidados no estúdio o ex-atleta olímpico do taekwondo Diogo Silva, atualmente coordenador-geral de Esporte de Base e de Alto Desempenho do Ministério do Esporte; a atleta paralímpica do tênis de mesa Carla Maia, que disputará os Jogos de Paris; e o secretário Nacional de Paradesporto do Ministério do Esporte, Fábio de Araújo.

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Além disso, dois atletas que disputarão os Jogos Olímpicos – o corredor da marcha-atlética Caio Bonfim e a ginasta Jade Barbosa – participaram por vídeos, além de torcedores que enviaram mensagens de apoio aos brasileiros que competirão na França. A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris será nesta sexta, 26 de julho, a partir das 14h30, no horário de Brasília.

BOLSA ATLETA – A delegação do Brasil nas Olimpíadas de Paris conta com 276 atletas, dos quais 241 são beneficiados atualmente pelo Bolsa Atleta, o que representa 87,6% do total do time nacional. Se for levado em conta os atletas que já receberam o apoio do Governo Federal em algum momento da carreira, o número sobe para 271 (98,1%).

“O Bolsa Atleta é um programa incrível. Sem ele, 80% da Seleção Brasileira, da Seleção Olímpica, não ia conseguir se manter dentro do status que têm de melhores do mundo, de estar dentro de um ranking, de ter nível competitivo. É uma das políticas mais importantes do Ministério do Esporte”, ressalta Diego Silva, quarto colocado nas Olimpíadas de Atenas 2004 e Londres 2012, e que recebeu o Bolsa Atleta desde o início do programa, em 2005.

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Em seu primeiro ano, o Bolsa Atleta concedeu 975 bolsas. Dezenove anos depois, em 2024, atingiu o recorde absoluto: 9.097 atletas contemplados, levando em conta 8.738 das categorias convencionais e 359 do Bolsa Pódio, a mais alta, que começou a ser paga a partir de 2013. Ela prevê repasses de até R$ 16,5 mil mensais e é voltada a atletas com mais chances de assegurar medalhas nos grandes eventos internacionais, posicionados entre os 20 melhores do ranking mundial de suas modalidades.

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“Eu também comecei a receber a Bolsa Atleta no primeiro ano”, recorda Carla Maia. “E aí a bolsa foi evoluindo conforme eu fui evoluindo no esporte. Comecei a receber o Nacional, que é quando você fica entre os três primeiros no campeonato mais importante do pais da modalidade. Depois fui para a Bolsa Internacional e hoje sou Bolsa Pódio. É maravilhoso porque beneficia diretamente o atleta, não tem intermediário”, define a mesatenista.

REAJUSTE – Neste mês, os integrantes do Bolsa Atleta receberam um incentivo extra para competir em Paris. No dia 11 de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu atletas olímpicos, paralímpicos e dirigentes no Palácio do Planalto em evento especial. Na ocasião, além de desejar boa sorte nas competições na França, Lula assinou o decreto que reajustou o Bolsa Atleta em 10,86%, após 14 anos sem reajustes no programa. “Ficamos muito felizes em saber que no ano comemorativo de 20 anos da Bolsa, a Bolsa recebeu um reajuste. Isso era uma reivindicação antiga dos atletas. A inflação foi consumindo nosso poder de consumo. O reajuste é fundamental para que a manutenção desses atletas em nível internacional se mantenha”, elogia Diogo Silva.
MAIS MULHERES – As Olimpíadas de Paris representam um marco para o esporte brasileiro. Pela primeira vez na história olímpica do país a delegação nacional terá mais mulheres em ação do que homens. Na França, elas somam 153 esportistas e representam 56% de todos os atletas brasileiros em Paris. “É uma ótima notícia. O quantitativo de mulheres no esporte vem aumentando. No Brasil, já é maior do que a quantidade de homens. Era uma questão de acesso, de oportunidade”, ressalta Diogo Silva.

HISTÓRICO – Fábio de Araújo fez questão de lembrar que em Paris uma mulher protagonizará um momento histórico para o Brasil. “Temos a Bruna Alexandre (atleta do tênis de mesa) que vai disputar a Olimpíada e a Paralimpíada. É a primeira atleta brasileira a fazer essa dobradinha”, frisa o secretário do Ministério do Esporte.

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QUARTA OLIMPÍADA – Por meio de um vídeo, o brasiliense Caio Bonfim, que em Paris disputará sua quarta edição dos Jogos Olímpicos, falou um pouco sobre sua carreira na marcha atlética e também fez questão de elogiar o apoio que recebe do Bolsa Atleta. “Treino em Sobradinho (DF) e tenho 33 anos. Comecei a fazer a marcha atlética em 2007 e sou contemplado com a Bolsa Atleta desde então. Ela faz parte da minha história. Hoje estou me preparando para minha quarta Olimpíada graças a esse apoio”, conta Bonfim.

SUCESSO PARALÍMPICO – O Brasil é uma das potências mundiais nos Jogos Paralímpicos. Na última edição, em Tóquio 2021, o país terminou a competição na 7ª colocação na classificação final, com 72 medalhas, e estabeleceu um recorde absoluto de ouros, com 22 medalhas douradas, além de 20 pratas e 30 bronzes. O secretário Nacional de Paradesporto do Ministério do Esporte mostrou-se otimista para os Jogos na França. “A expectativa é grande porque a gente vem numa evolução. Em Atlanta, em 1996, o Brasil foi 37º no quadro de medalhas. A partir daí, a gente foi galgando posições. Nas últimas Paralimpíadas, em Tóquio (2021), o Brasil foi o 7º. Eu espero que o Brasil fique entre os cinco melhores em Paris”, diz Fábio de Araújo.

ME CONTA, BRASIL – O “Me Conta, Brasil” é uma ferramenta para dialogar com a população e divulgar informações sobre os programas do Executivo que fazem a diferença na vida das pessoas. A ideia é que o videocast seja um espaço de bate-papo para explicar como as pessoas podem garantir os seus direitos e se beneficiar com as ações federais. A cada apresentação, dois ou mais porta-vozes de diferentes ministérios devem participar do diálogo. O “Me Conta, Brasil” é transmitido pelo canal da Secom no YouTube e exibido no CanalGov.

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

CONTATOS:

ATENDIMENTO
E-mail: secom.imprensa@presidencia.gov.br
Tel.: (61) 3411-1601/1044

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FOTOGRAFIA
E-mail: seaud.secom@presidencia.gov.br
Tel: (61) 98100-1993 (apenas por mensagem via Whatsapp)

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Esporte

Brasil dobra recorde de voluntários para Copa do Mundo Feminina

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Mais de 161 mil pessoas de 183 países se inscreveram
Agência Brasil

Mais de 161 mil pessoas de 183 países querem ser voluntárias na Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. O número recorde representa mais que o dobro das inscrições registradas na edição anterior do torneio. A Copa de 2023, disputada na Austrália e em Aotearoa, Nova Zelândia, teve cerca de 68 mil inscrições enviadas para ajudar nas operações nas nove cidades-sede.

Desta vez, 83% dos candidatos são brasileiros, enquanto o maior número de inscrições de fora do país-sede vem da Colômbia, do México, do Marrocos, da Nigéria e dos Estados Unidos.

As mulheres são a maioria dos candidatos, com 58% do total. Os homens somam 39%, enquanto 3% se identificam como não binários ou de outro gênero.

Para Patrícia Hespanha, diretora administrativa da Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027, a resposta ao Programa de Voluntários reflete o enorme entusiasmo em torno desse torneio.

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“Os voluntários desempenham um papel fundamental na organização dos grandes eventos esportivos, ajudando a criar uma experiência acolhedora, positiva e inesquecível para todos os envolvidos. É realmente inspirador ver tantas pessoas dispostas a dedicar o seu tempo, energia e entusiasmo para ajudar a organizar um evento que deixará um legado duradouro para o futebol feminino no Brasil, na América do Sul e em outras partes”, disse Patrícia.

São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília receberam o maior número de inscrições. Ao todo, aproximadamente 6 mil voluntários serão selecionados para ajudar nas operações do torneio nas oito cidades-sede.

Nos próximos dois meses, os candidatos que forem aprovados na triagem inicial serão chamados para entrevistas. Para os selecionados, serão oferecidas funções de apoio a mais de 20 áreas, incluindo imprensa, tecnologia, transporte, gestão da competição e cerimônias.

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Durante a Copa do Mundo Feminina, haverá mais de 30 funções de voluntariado espalhadas pelos locais do evento e espaços onde a competição não será disputada – desde estádios e aeroportos até centros de treinamento e hotéis.

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