Curiosidades
Dia dos Solteiros: solteiro(a) sim, sozinho(a) jamais!
Estar só pode ser a oportunidade perfeita de autoconhecimento através do cultivo do amor próprio e da prática do prazer solo. Educadora Sexual explica!
O Dia dos Solteiros, comemorado em 15 de agosto no Brasil, é uma data que ganha cada vez mais destaque no calendário e celebra a individualidade e a liberdade de quem está sem um parceiro.
De acordo com os dados mais recentes do IBGE, o número de pessoas solteiras no Brasil tem aumentado de forma constante. Estima-se que mais de 50% da população adulta brasileira está solteira, seja por opção, por questões pessoais ou por outros motivos.
Entre as faixas etárias mais representativas de pessoas solteiras no Brasil, estão os jovens, entre 20 e 34 anos, priorizando a formação profissional e a construção de suas carreiras antes de se comprometerem com um relacionamento sério. Seguidos pelos idosos, devido à maior expectativa de vida, a maior taxa de divórcios e a menor pressão social para se casar após a morte do cônjuge.A faixa etária entre 35 e 49 anos também apresenta um número
significativo de solteiros, com muitas pessoas optando por viver relações mais flexíveis e sem rótulos.
Essa tendência é global, mas no Brasil, fatores culturais, sociais e econômicos contribuem para essa mudança. As projeções indicam que o número de solteiros continuará crescendo nos próximos anos, impulsionado por fatores como a maior independência financeira das mulheres, a busca por realizações pessoais e a mudança nos valores relacionados ao casamento.
Uma chance de ficar com você mesmo, a educadora sexual e organizadora do Guia de Sex Shop, Julianna Santos observa que a solteirice pode ser benéfica quando as pessoas aproveitam os benefícios de estar só. “É uma chance de se autoconhecer, de testar novas experiências tanto no que diz a afetividade, aprendendo a se amar antes da aceitação por parte de uma parceiro, quanto no conhecimento da própria sexualidade individualizada de um relacionamento”.
Segundo Julianna, a máxima “é preciso se amar antes, para ser amado ou amada por uma outra pessoa” faz todo o sentido, porque é “se conhecendo profundamente que podemos saber o que nos faz bem, do que não gostamos, quais são nossos defeitos, qualidades e os nossos limites. Essas informações tão preciosas serão capazes de nortear inclusive os futuros relacionamentos, partindo até mesmo pela escolha de um novo parceiro já dentro desses quesitos descobertos”.
Como praticar mais o amor próprio e o prazer solo para os jovens, Julianna indica não perder de vista a descoberta da consciência corporal nessa fase do começo da vida adulta. “Comece trabalhando os seus sentidos. Experimente
provar diversos sabores, sentir diversos aromas, texturas e ouvir sons sensuais de olhos vendados. Depois dê uma chance de sentir o seu próprio toque em seu corpo. Você pode fazer isso durante ou após o banho, no momento em que está limpando e hidratando a pele.
Permitir-se fantasiar diferentes situações eróticas também enriquecerá seu repertório sexual e te dará mais clareza sobre seus limites”.
Essas dicas servem para qualquer fase da vida, porém, Julianna sinaliza que para pessoas mais maduras cabe um resgate da autoestima e a redescoberta do corpo depois de tantas experiências já vividas: “nossa sexualidade é mutante ao longo dos anos. Tanto na parte sensorial do corpo quanto na afetividade. Colecionamos traumas, assim como lembranças de bons momentos e eles também fazem parte de nossa vivência erótica. É importante perdoar, se perdoar, virar a página, se permitir conhecer novas sensações, buscando estímulos e fantasias diferentes, ousando coisas novas”.
Tendência que já virou realidade Depois da pandemia, o autocuidado virou uma preocupação mais rotineira por parte maioria da população que busca maior qualidade de vida, a manutenção da saúde mental e nessa esteira, o prazer solo está socialmente mais aceito, com menos estigmas do que antes.
“Notamos essa mudança de valores inclusive em nossas pesquisas realizadas pelo Portal
Mercadoerotico.org com um aumento de 50% na venda de vibradores já nos primeiros 3
meses de pandemia, o que resultou em mais de 1 milhão de unidades de vibradores
comercializados em todo o Brasil”, lembra Julianna.
Nos anos seguintes, as marcas, os profissionais, os serviços e as lojas do segmento adulto
de todo o planeta aderiram quase que unanimemente à tendência do sexual wellness (bem
estar sexual) com a criação de produtos, cursos, eventos cada vez mais tecnológicos,
inclusivos e voltados não só apenas para o prazer mas também para a saúde sexual,
valorizando a qualidade, a sustentabilidade, a praticidade e a segurança.
Melhores escolhas para autoconhecimento e prazer solo
Apesar de a indústria do segmento adulto ter se dedicado nas últimas duas décadas a
desenvolver soluções para auxiliar a conexão entre os pares do casal, o crescente número
de pessoas solteiras têm trazido lançamentos cada vez mais voltados para o
autoconhecimento, autocuidado, sedução e a busca do prazer solo.
Lançamento da Hot Flowers, o Blow Girl é um creme desenvolvido especificamente para a
área da virilha, sendo beijável e com cheiro semelhante ao aroma dos doces Fini Beijos.
Proporciona uma hidratação maravilhosa para a pele, deixando o corpo e a região íntima
perfumados o dia inteiro. Sucesso de vendas entre as revendedoras da Hot Sensual do
Piauí.
De um outro lado, hits antigos retornam revitalizados como por exemplo, a varinha mágica
que, por ser originalmente um massageador corporal, é não binária, ou seja: agrada
pessoas de todos os gêneros e são as favoritas dos novatos na arte da descoberta das
zonas erógenas.
Modelo de varinha mágica revestido por silicone macio e com toque aveludado e 20 modos
de vibração para exploração corporal. Disponível na Somos Cuidado Íntimo de Guarujá,
litoral de São Paulo.
O famoso Egg (ovinho masturbador) ganhou também uma nova roupagem em formato de bola de futebol americano. Suas texturas internas garantem um leque de sensações. Além do uso para o pênis, ele também serve como uma ótima luva estimuladora para a vulva. Disponível na Isis Desejos de Ariquemes, interior de Rondônia.
Muitas mulheres estão aproveitando a vida de solteira para aprender o Pompoarismo. No Brasil, a arte milenar se popularizou ganhando inclusive o apoio profissional de fisioterapeutas pélvicos. Além de preparar o corpo para novos relacionamentos, os benefícios da prática já são comprovados para a saúde íntima feminina.
Escrito pela fisioterapeuta Nazete Araujo da Sex Saúde Shop do Belém do Pará, SexPompoar é um livro prático de fácil leitura que vai te ensinar através de exercícios específicos praticados no seu dia a dia, prevenir disfunções dos músculos do assoalho pélvico (períneo) como incontinência urinária e queda de bexiga; despertar o autoconhecimento; melhorar sua saúde íntima e sexual e aumentar a confiança em relação ao seu desempenho sexual.
Mas se a solteirice advém da falta de vontade de uma relação íntima seria bom usar um excitante durante o prazer solo para dar aquele empurrãozinho na libido. Esse tipo de cosmético hoje é o mais procurado em todas as lojas do país, tendo variadas funções, sabores e aromas, portanto não se sinta só nessa demanda!
VibroPlay é um vibrador líquido em gel beijável da Kalya. É só aplicar na região para sentir aquela sensação de tremor/formigamento e aproveitar sensações maravilhosas. Disponível da Lolla Sex Shop de Chapecó em Santa Catarina.
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Sobre o Guia de Sex Shop
Lançado em 2020, durante a pandemia, o Guia de Sex Shop teve grande importância para conectar as pessoas que estavam em isolamento social às lojas e vendedores porta a porta de produtos sensuais com o objetivo de facilitar o acesso e garantir maior segurança nas compras virtuais. Agora, o Guia de Sex Shop ganhou uma versão mais ágil em forma de buscador, desenvolvido em parceria com a Kairós Marketing Digital para facilitar o dia a dia das pessoas que estão cada vez mais em movimento. Com acesso gratuito e de fácil navegabilidade, reúne mais de 70 lojas do Brasil, Espanha e Portugal. Não exige cadastro dos internautas, preservando assim o sigilo de seus usuários.
www.guiadesexshop.com.br
Sobre Julianna Santos
Graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Goiás em 2000, trabalhou como assessora de imprensa e gestora de conteúdo para diversas empresas, profissionais e eventos do segmento adulto, de 2002 até a atualidade. Foi convidada pelo médico urologista e terapeuta sexual, Dr Celso Marzano para cursar a Pós Graduação em Educação Sexual do ISEXP – Instituto Brasileiro de Sexualidade e Medicina Psicossomática da Faculdade de Medicina do ABC, sob a coordenação da psicóloga clínica, terapeuta sexual e educadora em sexualidade Ana Canosa, onde se certificou em 2005, pela SBRASH – Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. Desde então tem se dedicado a criar plataformas de educação sexual para adultos e profissionais do mercado erótico. Atualmente é sócio fundadora e coordenadora do Portal Mercadoerotico.org, da Escola de Negócios Mercado Erótico, da Universidade do Prazer e do Guia de Sex Shop.
Informações à imprensa: Julianna Santos (62) 982763039
Curiosidades
Emissão líquida de poluentes no país cai ao menor nível desde 2012
O Brasil emitiu, em 2025, 1,41 bilhão de toneladas líquidas de CO2 equivalente (GtCO2e) em gases do efeito estufa. O valor significa uma redução de 9% em relação aos 1,489 bilhão de toneladas líquidos de gás carbônico equivalente emitidos em 2024, levando o país a atingir o menor valor líquido desde 2012.
Sem considerar a remoção de carbono pela vegetação secundária, que cresceu, e pelas áreas protegidas, o país emitiu 2,06 bilhões de toneladas de CO2 equivalente (GtCO2e) brutos em 2025. Isso representa uma queda de 6% em relação ao total bruto de 2,19 GtCO2e emitidos em 2024. Esse foi o menor volume bruto emitido desde 2018.
Os dados são da 14ª edição do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa lançada nesta quarta-feira (21) pelo Observatório do Clima.
Na avaliação do coordenador do Seeg e pesquisador do Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema), David Tsai, os números mostram que nos últimos quatro anos o Brasil cortou em um quarto as suas emissões brutas.
“É um feito digno de nota, dado que nos 13 anos anteriores, desde que publicou sua Política Nacional do Clima em 2009, o país viu suas emissões crescerem em dois terços”, comemora.
Recorde
Em 2025, o valor total das emissões brutas foi novamente influenciado pela redução do desmatamento, classificado no Seeg como mudança de uso da terra.
O setor respondeu por 814 MtCO2e, uma queda de 15% nas emissões brutas, em relação às emissões de 957 MtCO2e, no ano de 2024.
Quando considerados os valores líquidos do setor de mudança de uso da terra, a queda entre 2024 e 2025 foi de 48%, passando de 311 MtCO2e para 162 MtCO2e, o menor valor para o setor em toda a série histórica do Seeg.
Setores
As emissões brutas dos demais setores sofreram pouca variação para mais ou para menos em 2025. A agropecuária teve queda de 0,1%, tendo sido responsável por 626 MtCO2 do total de emissões britas.
O setor de energia cresceu 1,2% em emissões, passando de 422 MtCO2e, em 2024, para 427 MtCO2e, em 2025. Os processos industriais e uso de produtos variaram positivamente apenas 0,2%, ao manter as emissões em 94 MtCO2e.
O setor de resíduos foi o que registrou a maior alta entre 2024 e 2025, crescendo as emissões em 3,6%, de 92 MtCO2e para 96 MtCO2e.
A participação da mudança de uso da terra nas emissões brutas do país, em 2025, responde por 39% do total e as emissões diretas da agropecuária, respondem por mais 30%. Juntas, quando consideradas emissões diretas e indiretas do setor, elas tornam a agropecuária o maior emissor nacional.
O setor de energia aparece em seguida com 21%.
Os processos industriais e a gestão de resíduos responderam, em 2025, por 5% do total de emissões, cada um.
Meta
Com essas reduções, o país ficou a apenas 85 milhões de toneladas de cumprir a meta climática estabelecida para 2025, em sua primeira Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC na sigla em inglês), apresentada em 2015.
A meta previa que o país limitaria as emissões líquidas de gases de efeito estufa a 1,32 GtCO2e, em 2025, valor que deverá ser alcançado este ano, após queda recorde de desmatamento na Amazônia e Cerrado.
“Infelizmente a gente ficou ainda um pouco acima, mas bem próximo da meta. Em 2030, tem uma meta mais baixa, mas em 2026 a gente vai estar entre a meta de 2025 e a de 2030 “, avalia David Tsai.
Dados prévios divulgados pelo Observatório do Clima apontam uma emissão líquida negativa por desmatamento para este ano, com um valor estimado em menos 24 milhões de toneladas de CO2 equivalente (MtCO2e).
Para 2030, a meta estabelecida pela segunda NDC do Brasil, apresentada em 2025, busca reduzir as emissões nacionais para uma faixa entre 850 milhões e 1,05 bilhão de toneladas de CO2e.
“É uma grande vitória a queda das emissões pelo desmatamento, mas se os outros setores, a partir de agora, não começarem a reduzir as suas emissões vai ficar difícil a gente conseguir cumprir as próximas metas da NDC”, alerta David Tsai.
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