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Mutirão de cadastro para doação de órgãos facilita processo no Conjunto Nacional

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Neste sábado, a Jornada Notorial de Doação de Órgãos movimenta o Conjunto Nacional, em Brasília, com um mutirão para incentivar a doação de órgãos. O evento, promovido pelo Colégio Notorial do Brasil e CNJ, facilita o cadastro de novos doadores por meio do aplicativo “CNJ Doador”, tornando o processo mais acessível.

O deputado distrital Eduardo Pedrosa (União), presidente da Comissão de Doação de Órgãos, tem participação de destaque na ação. Ao se cadastrar como doador, Pedrosa buscou inspirar a população a seguir o exemplo e adotar essa causa solidária. “Hoje, fiz meu cadastro e convido a todos para fazerem o mesmo. Cada doador representa uma nova chance de vida para quem aguarda por um transplante”, declarou o deputado, reforçando o compromisso com a ampliação do número de doadores no Distrito Federal.

Além de destacar o uso da tecnologia para simplificar o cadastro, o mutirão tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância de comunicar essa decisão aos familiares, garantindo que o desejo de doar seja respeitado. Profissionais de saúde, autoridades e representantes do setor notarial participam do evento para esclarecer dúvidas e promover uma cultura de solidariedade.

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A ação reforça o esforço de Eduardo Pedrosa em promover políticas públicas que modernizem e desburocratizem o sistema de doação de órgãos, possibilitando que mais vidas sejam salvas. O evento deste sábado representa um passo significativo para transformar a doação de órgãos em um ato comum e acessível para toda a sociedade.

Fonte: Ascom Dep. Eduardo Pedrosa

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Mulheres são contenção à extrema direita, mas barreiras ainda afastam parcela de baixa renda

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Eleitoras enfrentam barreiras de engajamento e a polarização em meio a discursos que tentam desacreditar sua força

As mulheres são maioria do eleitorado brasileiro e podem ser decisivas no segundo turno das eleições presidenciais. O aumento da participação política de mulheres também fica evidente no poder Legislativo, com figuras de diferentes espectros políticos garantindo votações expressivas, como a deputada estadual Eduarda Campopiano (PL-SP) e a deputada federal Érika Hilton (Psol-SP).

Ainda assim, segundo pesquisa do Projeto Brief, milhões ainda estão distantes da política, principalmente entre as mulheres de menor renda, não por considerarem que são incapazes de votar, mas por acharem que seus posicionamentos e votos não farão diferença substancial.

A cientista política Carolina Altalher, diretora executiva do Update, explica que, nas justificativas dessas mulheres, estão a descrença na mudança, custos para participar da política e uma certa frustração com o cenário atual. “Antes da gente falar de um desinteresse, a gente precisa entender quais são as barreiras que elas enfrentam e por que elas não estão enxergando resultados nessa participação”, afirma em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

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Altalher avalia que campanhas que desencorajam o voto feminino e, mais que isso, questionam a capacidade das mulheres de fazer política, muito comuns nos círculos conservadores, acabam beneficiando a extrema direita. “A gente sabe que as mulheres são a contenção da extrema direita em todo o mundo e, por conta disso, acaba viralizando esse tipo de comportamento e de ideia, principalmente no Brasil, onde as mulheres são 52,8% da população. Em diferentes partes do mundo, [existe] esse tipo de estratégia para chamar atenção e para fazer algum tipo de cortina de fumaça em relação a esse voto, que é tão precioso para que a gente não tenha um avanço da extrema direita”, pondera.

Sobre alguns fenômenos nas urnas de candidaturas femininas que se elegeram com discursos violentos e até de retrocesso dos direitos das mulheres, a cientista política observa que a eleitora “não necessariamente concorda com tudo aquilo que diz a candidata”, mas faz sua escolha, muitas vezes, orientada por rejeição. “Há uma combinação entre identificação com valores, rejeição aos próprios adversários e também o reconhecimento dessa liderança, dessas falas que provocam rejeição em alguns públicos, mas para outros podem ser identificadas como algum tipo de firmeza”, avalia.

Para Carolina Altalher, só será possível compreender essas contradições se despindo de conceitos pré-estabelecidos. “Reconhecer a legitimidade da eleição também permite a gente criticar essas posições e cobrar responsabilidade por esse mandato”, pontua.

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FONTE:

brasildefato

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