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Educação

Educação e esporte transformam vidas em Minas Gerais com apoio da ENGIE

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Projetos apoiados pela Usina Hidrelétrica Jaguara beneficiam crianças e adolescentes e ampliam oportunidades

 

Enquanto alguns jovens descobrem nas quadras de vôlei um caminho para a formação pessoal e até para o ensino superior, outros adolescentes encontram na tecnologia, na robótica e na qualificação profissional a oportunidade de construir um novo futuro. Em Minas Gerais, essas trajetórias têm ganhado impulso por meio do apoio da ENGIE Brasil aos projetos Meninas de Ouro e Instituto Madiba, duas iniciativas que promovem inclusão social e desenvolvimento de crianças e adolescentes no município de Sacramento e região.

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O investimento é realizado pela ENGIE por meio da Usina Hidrelétrica Jaguara, localizada em Rifaina (SP), reforçando o compromisso da Companhia com o desenvolvimento das comunidades do entorno de seus empreendimentos.

 

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Entre 2023 e 2025, a ENGIE destinou cerca de R$ 676 mil ao projeto Meninas de Ouro, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Em 2026, já foram doados outros R$ 10 mil, além de um aporte adicional de R$ 200 mil que está em processo de doação. Atualmente, o projeto atende cerca de 350 meninas entre 7 e 16 anos. As participantes têm acesso gratuito a aulas de iniciação esportiva e treinamento competitivo em vôlei, com frequência que varia de duas a cinco vezes por semana. A iniciativa também se destaca pelo caráter inclusivo, atendendo alunas com diferentes perfis, incluindo jovens com autismo.

 

“Quando perguntamos para um grupo de estudantes quem pratica algum esporte, muitas vezes apenas os meninos levantam a mão. É muito importante criarmos oportunidades para que as meninas também tenham uma vida esportiva. O esporte abre muitas portas. Temos alunas que, graças ao vôlei, hoje cursam faculdade, inclusive em universidades do exterior”, afirma a coordenadora do projeto, Bethânia Melo.

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Criado em 1997, o Meninas de Ouro tornou-se uma referência no vôlei feminino do Triângulo Mineiro. Ao longo de sua trajetória, revelou atletas de destaque nacional, como Camila Brait, medalhista olímpica e considerada uma das maiores líberos da história do voleibol brasileiro. Atualmente, a iniciativa mantém fila de espera por vagas.

 

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Aulas de inteligência artificial e robótica

 

Já na área da educação, a ENGIE apoia o Instituto Madiba por meio do Fundo da Infância e da Adolescência (FIA). Entre 2023 e 2025, foram destinados R$ 163,6 mil à instituição. Em 2026, o apoio somou mais de R$ 75 mil. Fundado em 2014, o Instituto Madiba atende atualmente 92 alunos de famílias de baixa renda e já beneficiou mais de 600 crianças e adolescentes ao longo de sua história. A instituição oferece formação em robótica, inteligência artificial, desenvolvimento profissional, programas de jovem aprendiz e até apoio ao acesso ao ensino superior, por meio de parcerias que garantem bolsas de estudo e acompanhamento aos estudantes. Além das atividades educacionais, o instituto mantém uma biblioteca física e uma biblioteca virtual abertas à comunidade, ampliando o acesso ao conhecimento na região.

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“Nosso objetivo é transformar vidas, não só dos alunos, mas das suas famílias e da comunidade onde estão inseridos. Temos ex-alunos que viraram colaboradores do projeto, inclusive atuando hoje como professores”, destaca a diretora do Instituto Madiba, Marize da Cunha Rezende Cerchi.

 

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Para participar do programa, os estudantes passam por avaliação socioeconômica e visita de assistente social. Assim como ocorre no Meninas de Ouro, a alta demanda já resultou em fila de espera por vagas. O gerente da Usina Hidrelétrica Jaguara, Rogério Suematsu, explica que apoiar iniciativas que geram oportunidades concretas para crianças e adolescentes é parte do compromisso da ENGIE com o desenvolvimento sustentável dos territórios onde atua. “Acreditamos que o desenvolvimento das comunidades passa pela criação de oportunidades para as novas gerações. Ao apoiar projetos como o Meninas de Ouro e o Instituto Madiba, contribuímos para que crianças e adolescentes tenham acesso ao esporte, à educação e à qualificação, ampliando suas perspectivas de futuro e fortalecendo o desenvolvimento social da região”, acrescenta.

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A Usina Hidrelétrica Jaguara integra o parque gerador da ENGIE desde 2017 e mantém, além da geração de energia renovável, uma atuação voltada para a promoção do desenvolvimento socioeconômico das comunidades localizadas em sua área de influência.

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Sobre a ENGIE:

A ENGIE é um importante player na transição energética e tem como propósito acelerar a transição para uma economia neutra em carbono. Com 90.000 colaboradores em 30 países, o Grupo atua em toda a cadeia de valor da energia, da produção à infraestrutura e comercialização. A ENGIE combina atividades complementares, como a geração de energia renovável e de gases verdes, ativos de flexibilidade (principalmente baterias), redes de transmissão e distribuição de gás e eletricidade, infraestruturas locais de energia (redes de aquecimento e resfriamento) e o fornecimento de energia para domicílios, autoridades locais e empresas. Anualmente, a ENGIE investe, em média, 12 bilhões de euros para impulsionar a transição energética e alcançar sua meta de neutralidade de carbono até 2045. Faturamento em 2025: 71,9 bilhões de euros. No Brasil, a ENGIE, umas das líderes em geração 100% renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. A empresa possui cerca de 14 GW de capacidade instalada, provenientes de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa. A empresa está presente em 22 estados e conta com 146 usinas.

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Curiosidades

Estudantes de escolas públicas querem ensino e aprendizagem melhores

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Pesquisa abordou perspectivas sobre os governos que se iniciam em 2027
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

Melhorias relacionadas ao ensino e à aprendizagem são a principal expectativa de pelo menos um quarto dos estudantes brasileiros do ensino médio em relação aos governos que se iniciam em 2027. A qualidade do ensino, para esse grupo, está diretamente relacionada à atuação do professor.

O levantamento ouviu 5.296 alunos do ensino médio e do ensino fundamental 2 (6° ao 9° ano), nas cinco regiões do país. Segundo eles, tais mudanças devem contemplar:

  • aulas diferentes;
  • dinâmicas em salas de aula;
  • capacitação de professores;
  • menos falta dos professores.

A pesquisa O que os estudantes pensam sobre a Educação? foi encomendada ao Instituto DataFolha pelas fundações Itaú, Lemann, Telefônica Vivo e pelos institutos Natura, Sonho Grande, Unibanco e Todos Pela Educação.

Entre os temas abordados nas perguntas, então o processo de aprendizagem, a atuação dos professores, educação profissional, uso de tecnologia, educação em tempo integral.

Desempenho dos professores

Dados do estudo indicam que a percepção dos estudantes entre 12 e 21 anos sobre a forma como os professores explicam os conteúdos está associada à avaliação que fazem da escola. 

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Entre os que dizem que os professores explicam bem os conteúdos, 75% avaliam a escola como boa ou ótima. Entre aqueles que afirmam que os professores não explicam bem, esse percentual cai para 48%.

O diretor de Políticas Públicas do Todos Pela Educação, Gabriel Corrêa, afirma que os estudantes colocam as oportunidades de aprendizagem no topo de suas expectativas sobre o que é uma boa escola.

“É um dado que ajuda a reforçar onde deve estar a prioridade absoluta da política pública nos próximos anos: na aprendizagem.”

Segundo ele, o momento de eleições e o início de novos mandatos trazem oportunidade de revisão de estratégias e de repactuação de compromissos.

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“[Nesse contexto], o país precisa acelerar muito o ritmo de crescimento dos indicadores de qualidade educacional.”

Ainda em relação aos professores, no fundamental 2, 78% avaliam que os professores estão motivados para dar aulas, enquanto no ensino médio esse número cai para 69%.

A ausência de professores parece ser um problema mais comum também no ensino médio, onde 66% concordam totalmente ou em parte que “há disciplinas que ficam um tempo sem ter professor”. No fundamental 2, 61% afirmam o mesmo.

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Ensino técnico

Mais de 90% consideram importante ter a oportunidade de fazer um curso técnico ou profissionalizante durante essa etapa da educação. 

O dado contrasta com o alcance atual da Educação Profissional e Tecnológica: de acordo com o Censo Escolar 2025, cerca de 20% dos estudantes do Ensino Médio estão matriculados na educação profissional.

Tecnologia

A tecnologia é percebida como presente na rotina escolar: 70% dos estudantes afirmam que os professores usam tecnologia nas aulas pelo menos uma vez por semana. 

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A inteligência artificial aparece entre as ferramentas: 71% dizem usar IA com frequência ou às vezes para estudar. Ao mesmo tempo, quase um em cada três estudantes discorda de que seus professores estejam bem preparados para usar tecnologia em sala de aula.

Tempo integral

Entre os estudantes que estudam em tempo integral, 74% avaliam a escola como boa ou ótima, ante 68% dos estudantes do ensino regular. A diferença aparece nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.

Entre os benefícios estão mais tempo para aprender, participação em atividades esportivas, artísticas e culturais, preparação para o futuro e mais tempo de estudo para vestibular e para o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem.

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Entre os estudantes do ensino médio que afirmam que não estão no tempo integral, 20% dizem trabalhar ou exercer atividade para garantir remuneração.

Para Patricia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social, a pesquisa revela que os estudantes têm consciência sobre o que é importante para a escola.

Quando a aprendizagem aparece como prioridade e a formação técnica, a tecnologia, o tempo integral e a possibilidade de escolha ganham relevância, há um recado claro para as políticas públicas, de acordo com a especialista.

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“Ouvir os jovens é fundamental para construir respostas mais conectadas à realidade das escolas e garantir condições para que cada estudante e futuro profissional avance em sua trajetória com qualidade, equidade e perspectivas concretas para o futuro.”

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