Esporte
Antonia Silva, da Seleção Brasileira Feminina de Futebol, chega ao Time Neoenergia
Lateral estreia como embaixadora da marca para impulsionar a participação de mulheres no esporte aqui no país, sede da Copa do Mundo em 2027, a primeira na América do Sul
Brasília, 03 de junho de 2024 – No momento em que o Brasil se tornou sede da Copa do Mundo Feminina de Futebol em 2027, a primeira na América do Sul, a lateral da Seleção Brasileira Feminina de Futebol Antonia Silva tem um motivo a mais para comemorar o crescimento do esporte no país. Ela acaba de ser anunciada como a mais nova embaixadora do Time Neoenergia que, com sua chegada, já reúne seis atletas de diversas modalidades.
“Firmar a parceria com a Neoenergia quando o Brasil é escolhido para sediar a próxima Copa do Mundo Feminina de Futebol é felicidade em dobro. Quero inspirar meninas, principalmente as nordestinas, a jogarem futebol para incentivar cada vez mais o crescimento da modalidade feminina no país. Com o patrocínio, vou continuar com esse objetivo de mostrar minhas conquistas dentro e fora dos gramados”, conta Antonia Silva.
Aos 30 anos, a lateral lembra que era raro ver uma menina jogar bola quando deu os primeiros passos na carreira, ainda nas quadras de futsal, na pequena cidade de Riacho de Santana, no Rio Grande do Norte. “O jeito foi entrar em campo com os meninos. Para chegar aonde estou, foram muitos desafios, mas nunca desisti”, conta.
Atualmente, ela é zagueira do clube espanhol Levante UD. Também foi campeã da Copa América de 2022 com a Seleção Brasileira, e realizou o sonho de ser convocada para a Copa do Mundo de 2023, na Austrália e na Nova Zelândia. “Desde criança, sonhei em representar o nosso país. Vestir a camisa verde-amarela é realmente um sonho alcançado.”, conta a jogadora que também já participou do torneio mundial de futebol feminino She Believes Cup.
Antonia Silva se orgulha ainda de ter sido a única potiguar entre as jogadoras da Seleção Brasileira Feminina de Futebol no Mundial de 2023, o que reforça sua conexão com o público do Rio Grande do Norte. É lá que a Neoenergia está presente, por meio da concessionária Neoenergia Cosern, reconhecida como a melhor distribuidora de energia elétrica pela Associação Brasileira de Distribuidora de Energia Elétrica (Abradee), em 2023. A empresa atende 1,5 milhão de clientes no estado.
“A Neoenergia marcou seu pioneirismo no futebol feminino com o patrocínio exclusivo às Seleções Brasileiras Femininas e ao Brasileirão Feminino Neoenergia. É um orgulho fazer parte da conquista do Brasil para sediar a próxima Copa do Mundo Feminina de Futebol. É um marco histórico que reforça o nosso compromisso na busca pela igualdade de gênero por meio do esporte feminino. Agora, com a chegada da Antonia ao Time Neoenergia, fortalecemos ainda mais esse propósito com a sociedade”, destaca Lorenzo Perales, diretor de Marketing da Neoenergia.
Com a assinatura do patrocínio, Antonia Silva se junta às demais atletas do Time Neoenergia. São elas: a campeã brasileira de ciclismo de estrada e de contrarrelógio, Ana Vitória Magalhães, a Tota; a tetracampeã mundial de kitesurfe, Bruna Kajiya; a bicampeã Sul-americana nos 3.000 metros com obstáculos no Sub-23, Mirelle Leite; a campeã olímpica de águas abertas, Ana Marcela já classificada para os Jogos Olímpicos Paris 2024; e a campeã sul-americana juvenil de natação Celine Bispo.
Lorenzo Perales completa que a proposta do Time Neoenergia é reafirmar o fortalecimento e a humanização da marca no país, principalmente nas suas áreas de concessão com as distribuidoras Neoenergia Brasília (DF), Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP/MS) e Neoenergia Pernambuco (PE). A Neoenergia atua em benefício do desenvolvimento do esporte feminino no país por meio da parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com o patrocínio à Seleção Brasileira Feminina e ao campeonato Brasileirão Feminino Neoenergia.
Fonte: Neoenergia Brasilia
Esporte
Estreante, Cruzeiro será 15º brasileiro na Libertadores Feminina
Bicampeão da Libertadores entre os homens, o Cruzeiro chega à versão feminina do maior torneio do continente pela primeira vez. A estreia será nesta sexta-feira (16), às 21h (horário de Brasília), contra a LDU, dona da casa – a competição ocorre em Quito, capital equatoriana.
O Estádio Casa Blanca, palco da partida, é justamente onde o adversário das Cabulosas manda os jogos. O Bolívar (Bolívia) e o Olimpia (Paraguai) também integram o Grupo C.
Classificada à Libertadores pelo vice do Campeonato Brasileiro do ano passado, a Raposa chega ao torneio com vários desfalques por contusão. Caso das zagueiras Tainara e Paloma Maciel, a meia Gaby Soares e as atacantes Ravenna e Millene, regularmente utilizadas pelo técnico Jonas Urias, que se recuperam de lesões de ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho.
A última baixa foi a goleira Cláudia, que lesionou a coxa direita. Para substitui-la, o time celeste foi atrás de Taluane, do América-MG, e conseguiu inclui-la na lista definitiva que foi enviada à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). A primeira opção da posição deve ser Camila Rodrigues, que iniciou a temporada como titular.
Por outro lado, a atacante Letícia Ferreira voltou a ficar à disposição após se recuperar de uma cirurgia no ombro direito que a tirou dos gramados por dois meses. Em 2025, a jogadora foi a artilheira cruzeirense na temporada, com 27 gols.
O Cruzeiro é o 15º clube brasileiro a participar da Libertadores Feminina em 18 edições. Cinco times do país já venceram a competição, com destaque para o Corinthians, atual tricampeão e dono de seis títulos – um deles em parceria com o Audax. São José (três), Santos, Ferroviária (ambos dois) e Palmeiras (um) também levantaram a principal taça do continente.
O futebol paulista é o que mais teve representantes: oito (Corinthians, Audax, São José, Santos, Ferroviária, Palmeiras, Centro Olímpico e São Paulo). O Cruzeiro é o primeiro de Minas Gerais a participar.
Mais seis estados já contaram com equipes na competição: Amazonas (Iranduba), Paraná (Foz Cataratas), Pernambuco (Vitória das Tabocas), Rio de Janeiro (CEPE/Duque de Caxias), Rio Grande do Sul (Internacional) e Santa Catarina (Avaí/Kindermann). Entre eles, Foz (2012) e Iranduba (2018) até chegaram perto do título, mas ficaram com o vice para Colo-Colo (Chile) e Atlético Huila (Colômbia), respectivamente.
Palestrinas largam com vitória
Campeão em 2022, o Palmeiras estreou na noite da última quinta-feira (15) na edição deste ano da Libertadores. As Palestrinas iniciaram a busca pelo segundo título com uma vitória magra sobre o Universitario (Peru), por 1 a 0, no Estádio Banco Guayaquil.
Líder do Grupo B com três pontos, o Verdão volta a campo no domingo (18), às 17h, para encarar o Belgrano (Argentina), novamente no Banco Guayaquil. Mais cedo na quinta, as argentinas empataram por 1 a 1 com outro anfitrião, o Dragonas, time feminino do Independiente del Valle. Ambos somam um ponto.
A técnica Rosana Augusto preservou as jogadoras do Palmeiras que estavam com a seleção brasileira nos jogos contra a Argentina. A lateral Raíssa Bahia e as atacantes Bia Zaneratto e Taina Maranhão iniciaram o confronto no banco. As Palestrinas já estão sem a goleira Kate Tapia – ausente por “questões disciplinares” – e a lateral Ana Guzmán, que rompeu o LCA do joelho direito pela Colômbia em amistoso na última terça-feira (13).
O Verdão não teve dificuldades para controlar o jogo, mas desperdiçou oportunidades de construir uma vantagem robusta. Mesmo assim, não demorou a sair na frente com Brena, aos 15 minutos.
A volante foi lançada na esquerda pela meia Andressinha e, de primeira, deixou Emily Assis na cara do gol. A lateral bateu na saída da goleira Mia Shalit, que fez boa defesa, mas a sobra ficou justamente com Brena, que mandou para as redes.
As Palestrinas poderiam ter ampliado aos 24. A atacante Gláucia abriu na esquerda com Brena. Impedida, ela cruzou para a volante Diany completar de carrinho para o gol. Após a revisão da arbitragem de vídeo, o lance foi anulado.
O ritmo do jogo caiu sensivelmente a partir da reta final do primeiro tempo devido aos 2.850 metros da altitude de Quito. A lateral Milagros Rolón, do Universitario, chegou a passar mal por causa da falta de ar e precisou ser atendida com cilindros de oxigênio, tendo que ser substituída aos 39 minutos.
Assim como na etapa inicial, o segundo tempo foi de chances perdidas pelo time brasileiro, boa parte delas graças a defesas de Shalit. Aos 23 minutos, a zagueira Pati Maldaner cobrou um pênalti na mesma trave esquerda que, nos acréscimos, salvou as peruanas em um chute de fora da área da volante Duda Santos.
País domina torneio com 14 títulos, de cinco times, em 17 edições
-
Saúde2 dias agoDiagnóstico tardio de doenças ginecológicas afeta qualidade de vida e pode comprometer saúde das mulheres
-
Econômia3 dias agoMulheres já são maioria entre formados em cursos ligados ao agronegócio
-
Esporte4 dias agoEmpate com Argentina conclui período de testes na seleção feminina
-
Educação4 dias agoCandidato já pode conferir onde fará reaplicação da PND, no domingo



