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Chiquinho Brazão diz que Marielle foi vítima da “maldade”

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Ainda segundo Chiquinho Brazão, Marielle tinha “um futuro brilhante” e era uma “pessoa muito amável”

Renan Olza/Camara Municipal do Rio de Janeiro

Em audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) com os cinco réus acusados de serem os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, em 2018, o deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido) declarou que a morte de Marielle foi resultado de uma “maldade”. Segundo ele, a vereadora tinha “um futuro brilhante” e era uma “pessoa muito amável”.

Chiquinho, que está preso desde março sob a acusação de envolvimento no planejamento do crime, foi o primeiro a depor no caso.

Durante seu depoimento, afirmou que nem ele nem seu irmão, Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, conheciam os assassinos confessos Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz.

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“Nunca tive contato com Ronnie Lessa. As pessoas são anônimas para você muitas vezes. Não tenho dúvida de que ele poderia me conhecer, mas eu nunca na vida tenho lembrança de ter estado com essa pessoa”, declarou o parlamentar ao ser questionado pelo juiz auxiliar do ministro Alexandre de Moraes, Airton Vieira.

Chiquinho também defendeu o irmão, alegando que Domingos Brazão sequer sabia da existência de Marielle Franco antes do crime. “Meu irmão comentou: ‘O que tão sério fez essa jovem para um crime tão grave?’. Ele não conhecia, não sabia da existência dela”, disse.

Fonte: Metropoles
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Pedir votos e fazer propaganda: saiba o que é proibido no dia de votar

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Crime de boca de urna pode ser punido com detenção e multa
Agência Brasil

Amplamente comuns durante as campanhas eleitorais, alguns comportamentos são proibidos no dia da votação. Neste domingo (25), assim como em todas as eleições, os eleitores não podem pedir votos, distribuir propaganda ou abordar eleitores para influenciar a escolha do candidato.. Essas práticas podem caracterizar o crime de boca de urna.  

O que é a boca de urna?

A boca de urna ocorre quando há tentativa de convencer o eleitorado a votar em determinado candidato, partido, federação ou coligação no dia da eleição.

O que não pode: 

  • distribuição de santinhos;
  • pedidos de voto;
  • formação de grupos organizados para promover candidaturas;
  • comícios e carreatas,
  • uso de alto-falantes e outras formas de propaganda eleitoral.

Até o encerramento da votação, a legislação proíbe a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou portando instrumentos de propaganda, quando isso caracterizar manifestação coletiva.

A manifestação individual e silenciosa do eleitor sobre a sua preferência política é liberada.

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Ou seja: é permitido votar com itens como bandeiras, broches e adesivos, desde que não haja manifestação coletiva.  

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E nas redes sociais?

No ambiente digital, a lei considera crime a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos no dia da eleição, por parte dos candidatos. Conteúdos publicados anteriormente, no entanto, podem permanecer disponíveis.

Qual é a punição?

Quem for pego fazendo boca de urna pode ser punido com detenção de 6 meses a 1 ano, com a possibilidade de substituição pela prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de pagamento de multa.

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Como denunciar?

As irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem ser comunicadas pelo Pardal, aplicativo da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite o envio de denúncias pelo celular, com informação sobre o local, fotos, vídeos e áudios que ajudem na análise da ocorrência.

O aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

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