Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Cristiane Britto denuncia perseguição a defensores da vida e reafirma compromisso com a pauta pró-vida

Publicado em

Ex-ministra participa de ato em Brasília e destaca importância da união e da verdade no enfrentamento à cultura do aborto

A ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Britto, participou nesta semana de um ato promovido pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida, Brasil Sem Aborto, realizado em Brasília. O evento reuniu lideranças do movimento pró-vida, como a senadora Damares Alves, a deputada federal Chris Tonietto e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Durante sua fala, Cristiane agradeceu a presença das autoridades e fez um alerta sobre o atual cenário enfrentado por quem defende a vida desde a concepção:

“Muitos advogados e magistrados estão sendo perseguidos por escolher a vida. É importante a gente se manter unidos. Continuaremos juntos, continuaremos lutando, mas não iremos retroceder.”

Advertisement

Reforçando seu compromisso com a pauta feminina e com a dignidade da mulher, Cristiane criticou a tentativa de associar o aborto à defesa das mulheres:

“Não tem como defender o aborto e dizer que é da causa da mulher. Quem diz isso está mentindo. Enquanto eu viver, reafirmo aqui o meu compromisso de defender a vida desde a concepção.”

Leia Também:  Lei Seca completa 15 anos

A ex-ministra também destacou que mulheres que passam por abortos enfrentam traumas psicológicos profundos, sendo frequentemente esquecidas pelo discurso que relativiza o valor da vida. Sua fala firme e emocionada foi aplaudida pelo público presente e reafirmou seu papel como uma das vozes mais representativas do movimento pró-vida no Brasil.

Advertisement

A 18ª Marcha Nacional pela Vida atraiu milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). O evento, uma iniciativa da Pastoral Familiar Nacional, ocorreu na última terça-feira, 10, com o objetivo de defender o direito à vida, garantido pela Constituição Federal, e incentivar a aprovação de projetos que protejam os nascituros e as gestantes em todas as dimensões.

Assessoria de Comunicação

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Politica

Deputada federal eleita Ana Elisa denuncia ameaças durante a campanha

Published

on

Jovem de 21 anos recebeu textos de cunho racista e misógino
Iara Balduino* – repórter da Agência Brasil

A deputada federal eleita por Minas Gerais Ana Elisa Santos Silva (PT), de 21 anos, denunciou à Polícia Civil ameaças de morte e violência sexual que recebeu no período da campanha.

Segundo a parlamentar eleita, as mensagens incluem ataques machistas, racistas e ameaças de estupro. Além disso, ela conta que dados pessoais como o endereço residencial, número de telefone e documentos foram expostos. Por esse motivo, o partido contratou segurança armada para protegê-la.

“Chegando em Minas Gerais, já terei escolta”, disse a jovem de 21 anos.

Ana Elisa já havia divulgado em suas redes sociais prints de um e-mail que recebeu no dia 5 de setembro. Na mensagem, o autor se diz integrante do grupo de extrema-direita e supremacista branco Ku Klux Klan.

O remetente ressalta ainda que pessoas como ele não toleram mulheres pretas em espaços de poder e descreve como pretende estuprá-la.

Advertisement

>> Ligue 180 tem 1,5 mil denúncias de violência política contra mulher

Deputada mais jovem

Ana Elisa recebeu 524.219 votos nas eleições para deputada federal em 2026, o que lhe garantiu o posto de 2ª mais votada em Minas Gerais para o cargo, atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL).

Ela se tornou também a mulher mais votada na história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.

Advertisement

A jovem nasceu em Divinópolis, no centro-oeste mineiro, é estudante de direito e trabalhava como estagiária no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG). Em um vídeo, ela conta que conheceu a política quando começou a frequentar um sindicato com a mãe.

Tornou-se conhecida nas redes sociais ao fazer vídeos sobre política, direitos sociais, racismo, feminismo e educação. Durante a campanha chegou a quase 2 milhões de seguidores no Instagram. Agora, já tem mais de 3 milhões de seguidores.

Violência política

No final de setembro, organizações da sociedade civil entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento com diversas denúncias de violência contra mulheres candidatas nas eleições de 2026. Os casos incluem violência física e verbal, além de ataques e ameaças de morte e estupro. Dados do próprio TSE mostram que a violência política de gênero cresceu 11 vezes entre 2022 e 2026.

Advertisement

Onde buscar orientação e denunciar

Mulheres em situação de violência política e qualquer outra pessoa que tenha conhecimento da ocorrência deste crime contra uma mulher pode comunicar o fato em diferentes canais institucionais do poder Executivo, Ministério Público Eleitoral, Justiça Eleitoral, autoridade policial. Entre eles estão:

  • Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: atendimento gratuito, humanizado e sigiloso, 24 horas por dia, todos os dias da semana. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, pelo WhatsApp (61) 9610-0180, pelo e-mail central180@mulheres.gov.br e por videochamada em Libras;
  • Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público;
  • Procuradoria-Geral Eleitoral, por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do Ministério Público Federal;
  • Ouvidoria Nacional da Mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
  • Polícia Federal, por meio do canal Comunica PF e nas delegacias de Polícia nos estados;
  • Grupo de Trabalho Mulheres da Defensoria Pública da União (DPU),  para assistência e orientação jurídica.
  • Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do telefone 190
COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Fernanda Torres brinca ao ser chamada de ‘sensação’: ‘Estou por aí há décadas’
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA