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Pesquisa aponta Celina Leão Governadora e Michele Bolsonaro e Ibaneis Rocha Senadores em 2026

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PESQUISA APONTA CELINA LEÃO COMO A PRÓXIMA GOVERNADORA E MICHELE BOLSONARO E IBANEIS ROCHA SENADORES DO DF

Em pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas, um dos mais conceituados no país, sobre as intenções de votos no Distrito Federal, para as próximas eleições, mostra a atual vice-Governador Celina Leão (PP-DF) na frente, liderando com folga em todos os cenários e Michele Bolsonaro como primeira Senadora e Ibaneis Roca ocupando a segunda vaga para o Senado.

Cenário 1: Celina Leão vs. Arruda
No primeiro cenário, Celina Leão lidera com 22% das intenções de voto, seguida por Arruda com 18,3% e Damares Alves com 14,9%. Outros candidatos, como Leandro Grass (13,2%), Rafael Prudente (6,3%), Paula Belmonte (4,1%) e Coronel Moreno (3,2%), também foram mencionados. Nesse cenário, 14% dos entrevistados afirmaram que votariam nulo ou em branco, e 4% não souberam responder. Vale ressaltar que, até o momento, Arruda não pode se candidatar devido a impedimentos legais.

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Cenário 2: Celina Leão vs. Leandro Grass
No segundo cenário, a liderança de Celina Leão é ainda mais expressiva, com 30% das intenções de voto. Leandro Grass aparece com 14,8%, seguido por Izalci (13,4%), Rafael Prudente (9,6%) e Paula Belmonte (7%). Nesse contexto, 20,1% dos entrevistados afirmaram que votariam nulo ou em branco, e 5,2% não souberam responder.

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Fonte: Brazil Mulher

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Deputada federal eleita Ana Elisa denuncia ameaças durante a campanha

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Jovem de 21 anos recebeu textos de cunho racista e misógino
Iara Balduino* – repórter da Agência Brasil

A deputada federal eleita por Minas Gerais Ana Elisa Santos Silva (PT), de 21 anos, denunciou à Polícia Civil ameaças de morte e violência sexual que recebeu no período da campanha.

Segundo a parlamentar eleita, as mensagens incluem ataques machistas, racistas e ameaças de estupro. Além disso, ela conta que dados pessoais como o endereço residencial, número de telefone e documentos foram expostos. Por esse motivo, o partido contratou segurança armada para protegê-la.

“Chegando em Minas Gerais, já terei escolta”, disse a jovem de 21 anos.

Ana Elisa já havia divulgado em suas redes sociais prints de um e-mail que recebeu no dia 5 de setembro. Na mensagem, o autor se diz integrante do grupo de extrema-direita e supremacista branco Ku Klux Klan.

O remetente ressalta ainda que pessoas como ele não toleram mulheres pretas em espaços de poder e descreve como pretende estuprá-la.

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>> Ligue 180 tem 1,5 mil denúncias de violência política contra mulher

Deputada mais jovem

Ana Elisa recebeu 524.219 votos nas eleições para deputada federal em 2026, o que lhe garantiu o posto de 2ª mais votada em Minas Gerais para o cargo, atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL).

Ela se tornou também a mulher mais votada na história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.

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A jovem nasceu em Divinópolis, no centro-oeste mineiro, é estudante de direito e trabalhava como estagiária no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG). Em um vídeo, ela conta que conheceu a política quando começou a frequentar um sindicato com a mãe.

Tornou-se conhecida nas redes sociais ao fazer vídeos sobre política, direitos sociais, racismo, feminismo e educação. Durante a campanha chegou a quase 2 milhões de seguidores no Instagram. Agora, já tem mais de 3 milhões de seguidores.

Violência política

No final de setembro, organizações da sociedade civil entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento com diversas denúncias de violência contra mulheres candidatas nas eleições de 2026. Os casos incluem violência física e verbal, além de ataques e ameaças de morte e estupro. Dados do próprio TSE mostram que a violência política de gênero cresceu 11 vezes entre 2022 e 2026.

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Onde buscar orientação e denunciar

Mulheres em situação de violência política e qualquer outra pessoa que tenha conhecimento da ocorrência deste crime contra uma mulher pode comunicar o fato em diferentes canais institucionais do poder Executivo, Ministério Público Eleitoral, Justiça Eleitoral, autoridade policial. Entre eles estão:

  • Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: atendimento gratuito, humanizado e sigiloso, 24 horas por dia, todos os dias da semana. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, pelo WhatsApp (61) 9610-0180, pelo e-mail central180@mulheres.gov.br e por videochamada em Libras;
  • Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público;
  • Procuradoria-Geral Eleitoral, por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do Ministério Público Federal;
  • Ouvidoria Nacional da Mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
  • Polícia Federal, por meio do canal Comunica PF e nas delegacias de Polícia nos estados;
  • Grupo de Trabalho Mulheres da Defensoria Pública da União (DPU),  para assistência e orientação jurídica.
  • Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do telefone 190
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