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Reunião fortalece ações de combate à violência contra a mulher

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Integração entre Secretaria da Mulher e TJDFT busca reforçar a rede de proteção e ampliar o enfrentamento à violência doméstica no Distrito Federal

A Secretaria da Mulher (SMDF) participou, nesta quarta-feira (20), de uma reunião institucional no Palácio da Justiça com representantes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e da Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF), com foco no fortalecimento das ações integradas de enfrentamento à violência contra a mulher no DF.

O encontro reuniu a secretária-executiva da SMDF, Jackeline Domingues; o 2º vice-presidente do TJDFT, desembargador Teófilo Caetano; a juíza Gislaine Carneiro, coordenadora da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJDFT (CMVD); a procuradora-geral do Distrito Federal, Diana Ramos; e a ouvidora da PGDF, Sirlaine Cintra. A reunião teve como objetivo promover a aproximação entre os órgãos, fortalecer o diálogo institucional e conhecer as experiências desenvolvidas pela Coordenadoria da Mulher do TJDFT no enfrentamento à violência doméstica e na promoção de políticas públicas voltadas às mulheres.

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Segundo a secretária-executiva da SMDF, Jackeline de Aguiar, a integração entre as instituições é fundamental para ampliar a rede de proteção e garantir respostas mais efetivas às mulheres em situação de violência. “O nosso foco é ampliar a reflexão sobre a violência contra a mulher, reforçando que essa realidade não se trata de um problema privado ou restrito ao ambiente familiar, mas de um crime que exige a atuação conjunta da sociedade e de políticas públicas mais eficazes”.

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A Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJDFT atua na prevenção e no enfrentamento à violência doméstica contra as mulheres, promovendo a articulação do Poder Judiciário com instituições governamentais e não governamentais para a efetivação da Lei Maria da Penha. Durante o encontro, o desembargador Teófilo Caetano ressaltou a importância da aproximação institucional e destacou o trabalho desenvolvido pela CMVD, como referência na construção de políticas públicas voltadas às mulheres.

A juíza Gislaine Reis, coordenadora da CMVD, falou sobre a importância de uma interlocução constante entre as instituições. “Todas as nossas ações em prol das mulheres precisam de um trabalho conjunto com outros órgãos do GDF. Estou muito satisfeita com essa aproximação da Procuradoria do DF, porque é importante que uma instituição saiba o que a outra faz”, afirmou.

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CRÉDITOS:

Foto: Divulgação/TJDFT

*Com informações da Secretaria da Mulher

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Exposição fotográfica “Cicatrizes” alerta sobre o câncer de mama

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Organizada pela Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília, será aberta nesta quarta-feira (7) e permanecerá até o final do mês na CLDF

Resultantes do processo de reparação tecidual, cicatrizes são marcas na pele que, além de um mecanismo fisiológico, carregam histórias. Após a mastectomia – cirurgia para a remoção total ou parcial de uma ou de ambas as mamas –, por exemplo, mulheres e homens passam a conviver com esses sinais. E é justamente para tratar desse tema, que a exposição fotográfica “Cicatrizes”, organizada pela Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília será aberta nesta quarta-feira (7), às 15h, na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Desde 2013, durante o Outubro Rosa, a entidade promove mostras com o objetivo de chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce e da prevenção, a partir de recomendações do Ministério da Saúde. Os temas variam: no ano passado, a exposição foi nomeada “A Jornada”, com imagens e depoimentos que lembraram os eventos anteriores.

Em 2026, “Cicatrizes” reúne fotos de 11 mulheres e um homem que enfrentaram a doença e quer enfatizar as marcas visíveis e, também, aquelas “invisíveis” que acompanham a trajetória dos retratados. São pessoas de várias idades e que contam diferentes histórias. Entre os homens, a incidência do câncer de mama é rara, embora exija conscientização.

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Reconstrução mamária

Vítima de um câncer de mama muito agressivo em 2007, que foi tratado, Joana Jeker passou dois anos a espera de uma cirurgia de reconstrução mamária. Esta experiência a fez atuar como articuladora em favor das mulheres mastectomizadas. O movimento resultou na Lei Distrital nº 4.761/2012, tornando obrigatória a cirurgia plástica reparadora da mama em casos de mutilação decorrente do tratamento de câncer.

Em agosto de 2011, ela fundou a Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília, que busca “ajudar as mulheres a reconstruírem não apenas suas mamas, mas também suas vidas, por meio de um atendimento rápido, gratuito e digno”. Além das exposições, a entidade realiza diversas atividades. Este mês, haverá ainda uma mostra no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, um estande de conscientização será montado na Rodoviária do Plano Piloto (do dia 7 a 16) e ocorrerão ações educativas na Ceilândia.

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Marco Túlio Alencar – Agência CLDF

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