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Saúde

Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Gama e em Ceilândia nesta sexta (7)

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Abordagem está prevista para passar por 24 pontos nas regiões administrativas

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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Nesta sexta-feira (7), a partir das 9h, servidores estarão no Gama e em Ceilândia para oferecer acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua que quiserem ajuda.

Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado por eles ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados ao depósito (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável.

A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”.

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Pontos de ação no Gama:

1. Próximo à linha de transmissão de 138 kv Corumbá IV;

2. SCE, Quadra 29, CL. 1;

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3. Comercial da panificadora Du Juca, Quadra 01, CL 01, SCE – Leste;

4. Central — próximo ao Dia a Dia

5. Quadra 15, no fundo da Loja 03/04, Setor Leste;

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6. Área Especial, Entrequadra 11/13, Setor Leste;

7. Entrequadra 1/3, Setor Leste, ao lado do Posto de Saúde;

8. Quadra 02 CL, próximo ao Lote 26, fundo da Escola Classe 15, Setor Norte;

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9. SCE Q.1, Conjunto B, 756 – Ponte Alta Norte;

10. Estacionamento do Estádio Bezerrão;

11. Quadra 56, Setor Central, fundos do Centro de Ensino Especial I do Gama e atrás do depósito de containers de resíduos do Gama Shopping;

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12. Praça 02, Entrequadra 16/18, Área Especial, Setor Central;

13. Setor Central, Quadra 36, Conjunto B;

14. Quadra 12, Lote 24/26, Loja 01 a 06, Setor Central;

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15. Quadra 14 do Setor Oeste, na lateral da parada, em frente ao posto de gasolina.

 

Pontos de ação em Ceilândia:

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1. Lote particular não cercado, Conj. B, ST. N, QNN 17;

2. Área verde aberta ST. N, QNN 11;

3. Área pavimentada aberta CNN 1, ST. N;

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4. QNN 1, canteiro central da Avenida Hélio Prates;

5. Área pavimentada aberta, EQNM 17/19, quiosque 2;

6. Área privada invadida, ST. N;

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7. Área verde aberta, Feira do Produtor e Atacadista, QNP 1;

8. Área verde aberta, BL. D, ST. N, EQNN 17/19;

9. Área pavimentada nos fundos do IESB, QNN 37, ST. N/QNN 29

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Saúde

Voluntários transformam tempo em cuidado há 61 anos no Hospital de Base

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Com 52 integrantes, serviço acolhe pacientes e ajudou a abrir caminho para outras iniciativas de voluntariado na unidade

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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Há 61 anos, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) conta com pessoas que escolheram transformar tempo e disposição para ajudar em uma forma de cuidado. Criado em 1965, o Serviço Auxiliar de Voluntários (SAV) acompanha quase toda a trajetória do hospital, que completou 66 anos, e mantém o paciente no centro de sua atuação. Atualmente, 52 voluntários participam de atividades como acolhimento nos leitos, reiki, doação de kits de higiene e artigos hospitalares, além de ações voltadas à socialização e ao bem-estar. Ao longo de seis décadas, o SAV também ajudou a abrir espaço para a chegada de outras iniciativas de voluntariado ao HBDF.

Para ser voluntário, basta procurar o escritório do serviço no Hospital de Base para passar por uma entrevista. Outra opção é realizar o cadastro pelo site da entidade, preencher o formulário disponível e aguardar o contato da equipe. A presidente do SAV, Vandelícia Dias, ressalta que não é preciso ter experiência para participar, mas disposição para doar tempo.

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Para Vandelícia Dias, a essência desse trabalho está na disponibilidade para o outro. “O primordial é o acolhimento, é ceder seu tempo para ouvir a outra pessoa. Pode ser que ele precise de alguém para conversar”, afirma.

Desde 2010, a entidade alcança uma média de 3,7 mil acolhimentos a pacientes por mês, entre atendimentos realizados dentro do hospital e itens doados. Parte das ações é viabilizada com recursos obtidos por meio das vendas do bazar do SAV, abastecido por doações. “No que estiver dentro da nossa condição, nós sempre iremos ajudar. De pouquinho em pouquinho, nós vamos atendendo as demandas e espalhando o bem”, comemora Vandelícia.

 

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Uma história construída dentro do hospital

Fundado pelo médico Oscar Moren, o SAV iniciou o trabalho com foco na pediatria e, ao longo dos anos, ampliou a atuação para outras áreas do Hospital de Base. Entre as frentes que ganharam destaque está a psiquiatria, onde são desenvolvidas atividades lúdicas voltadas para a socialização e o bem-estar dos pacientes.

Essa trajetória também contribuiu para fortalecer a presença do voluntariado na unidade. “O SAV e o Hospital de Base caminharam juntos desde o começo. Nosso trabalho abriu portas e permitiu que outras instituições também viessem para cá. Servimos de exemplo”, afirma Vandelícia.

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Ao mesmo tempo em que acolhe pacientes, o trabalho deixa marcas em quem escolhe dedicar parte da própria vida ao outro. Salete Paulina Malinski entrou para o SAV há 29 anos, depois de ouvir no rádio um anúncio que convidava pessoas para o voluntariado.

“Amo trabalhar com pacientes. A gente sempre consegue levar um pouco de alegria, um pouco de leveza. Gosto de me doar para os outros, de conversar e de trazer paz. Me sinto muito bem”, confessa.

Se Salete carrega quase três décadas de experiência, Rosimeire Costa representa quem está começando essa trajetória. Aposentada, ela decidiu dedicar parte do tempo livre ao voluntariado e integra o SAV há dois meses.

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“Aqui, você consegue ser uma gotinha de coisas boas na vida de outras pessoas. É muito gratificante promover um momento de descanso, de alegria, de descontração a um paciente que está passando por um momento difícil. Isso traz sentido para a vida”, comemora.

 

 

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