Politica
MPS-DF, busca nomes de peso para se candidatarem no DF, para fortalecer PSB-DF
MPS DF quer fortalecer PSB em Brasília, faz convite a Capelli, Luxemburgo e Bia Cardoso para se candidatarem no DF.
Por MIRELA VALENTE
AGNOT3M – 17.09.23 – MV: Reunido neste sábado, dia 16, o Conselho Político Popular Socialista MPS DF, composto pelos membros de sua Executiva Regional, os Secretários, Subsecretários e Assistentes de Base das 15 zonais e dos 16 núcleos de base do segmento no DF, deliberou sobre várias questões para o fortalecimento do movimento e do PSB no Distrito Federal. Dentre as deliberações do maior e principal segmento do PSB, também considerado o de linha ideológica mais definido a esquerda dentro do partido, está a realização a partir do próximo sábado, dia 23, de um curso de formação política para monitores, e a realização de oficinas de formação nas zonais do DF a partir de outubro, além da meta de recrutar cem (100) novos militantes para o MPS nos próximos 100 dias, tarefa essa a ser realizada pela militância presente na Plenária de ontem para que estes se filem posteriormente ao PSB.
Esse recrutamento será desenvolvido em alguns setores chaves onde o PSB DF não tem penetração e precisa se inserir, afirmou Rebecca Fidelis, Secretaria do MPS DF, principalmente nas universidades, sindicatos, movimentos sociais de gênero e outros na periferia de Brasília onde estão muitas associações de moradores. A meta é filiar novos militantes e transformar o PSB DF num partido de massa e de quadros no Distrito Federal. Os 51 militantes que passaram a tarde deste sábado reunidos no Auditório da Faculdade Miguel Arraes, da FJM / PSB, das 15.00 as 19.00 horas, discutiram também sobre a conjuntura do DF deliberaram sobre candidaturas do segmento em 2026, assunto este que será levado em uma reunião com o presidente nacional Carlos Siqueira pelo secretário nacional Acilino Ribeiro, coordenador geral do MPS. Todas as candidaturas do MPS serão internamente coletivas. Porem o principal assunto a ser levado a Carlos Siqueira é o pedido para que ele oficialize convites a três grandes líderes de massa que o MPS considera importante para a reconstrução do PSB no DF após o resultado das eleições de 2022 onde o partido só elegeu uma única deputada distrital.
Estas reuniões realizadas pelo Conselho Político do MPS no DF e nos estados é uma orientação da direção nacional do Movimento Popular Socialista num esforço gigantesco para fortalecer o PSB em estados onde o partido teve um fraco desemprenho nas últimas eleições, , afirmou Bia Cardoso, Coordenadora Nacional de Comunicação e Midiativismo do MPS. Vários outros temas foram motivo de deliberação do MPS, como estão sendo debatidos nos 26 estados e será enviado um relatório a direção Nacional do MPS para serem entregues ao presidente nacional Carlos Siqueira, no entanto no DF além das deliberações acima foram ainda aprovados e serão detalhados no decorrer da semana pela Executiva do MPS local:
2. Semana Cultural do MPS com exposição de fotos, banners e outras formas de ação do movimento e mostra de cinema e atividades culturais;
3. Criação do Grupo Tarefa para a instalação da Lojinha do MPS e da Tenda Cultural que passará a funcionar na Feira da Ponte Norte, na 416 norte todos os sábados e no Eixão aos domingos a partir do mês de outubro, dentre outras ações que serão desenvolvidas.
Ao final da reunião, nas análises de conjura, nacional e local, outro dirigente, Paulo Tiago, disse que os estados que mais lutaram e votaram contra a Federação com o PT, foi onde o PSB os piores resultados eleitorais aconteceram e não elegeram deputados federais. No DF ele lembrou que o PSB local além de ter votado contra a Federação ainda foi contra a coligação com o PT em Brasília derrotando a proposta do MPS de coligação majoritária no apoio á candidaturas de Rosilene Correia ao senado com Acilino Ribeiro como suplente. , conforme lembraram no evento vários militantes. A reunião do Conselho Político do MPS DF foi aberta tambem a imprensa, que pode ouvir os comentários e debates sobre as propostas sem intervir nas discussões, e logo depois o Secretário Nacional Acilino Ribeiro deu uma entrevista coletiva de duas horas que será publicada na integra no decorrer da semana pelos órgãos de imprensa presente. AG NOT3M – 17.09.23 – MV:

Politica
Deputada federal eleita Ana Elisa denuncia ameaças durante a campanha
A deputada federal eleita por Minas Gerais Ana Elisa Santos Silva (PT), de 21 anos, denunciou à Polícia Civil ameaças de morte e violência sexual que recebeu no período da campanha.
Segundo a parlamentar eleita, as mensagens incluem ataques machistas, racistas e ameaças de estupro. Além disso, ela conta que dados pessoais como o endereço residencial, número de telefone e documentos foram expostos. Por esse motivo, o partido contratou segurança armada para protegê-la.
“Chegando em Minas Gerais, já terei escolta”, disse a jovem de 21 anos.
Ana Elisa já havia divulgado em suas redes sociais prints de um e-mail que recebeu no dia 5 de setembro. Na mensagem, o autor se diz integrante do grupo de extrema-direita e supremacista branco Ku Klux Klan.
O remetente ressalta ainda que pessoas como ele não toleram mulheres pretas em espaços de poder e descreve como pretende estuprá-la.
>> Ligue 180 tem 1,5 mil denúncias de violência política contra mulher
Deputada mais jovem
Ana Elisa recebeu 524.219 votos nas eleições para deputada federal em 2026, o que lhe garantiu o posto de 2ª mais votada em Minas Gerais para o cargo, atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL).
Ela se tornou também a mulher mais votada na história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.
A jovem nasceu em Divinópolis, no centro-oeste mineiro, é estudante de direito e trabalhava como estagiária no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG). Em um vídeo, ela conta que conheceu a política quando começou a frequentar um sindicato com a mãe.
Tornou-se conhecida nas redes sociais ao fazer vídeos sobre política, direitos sociais, racismo, feminismo e educação. Durante a campanha chegou a quase 2 milhões de seguidores no Instagram. Agora, já tem mais de 3 milhões de seguidores.
Violência política
No final de setembro, organizações da sociedade civil entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento com diversas denúncias de violência contra mulheres candidatas nas eleições de 2026. Os casos incluem violência física e verbal, além de ataques e ameaças de morte e estupro. Dados do próprio TSE mostram que a violência política de gênero cresceu 11 vezes entre 2022 e 2026.
Onde buscar orientação e denunciar
Mulheres em situação de violência política e qualquer outra pessoa que tenha conhecimento da ocorrência deste crime contra uma mulher pode comunicar o fato em diferentes canais institucionais do poder Executivo, Ministério Público Eleitoral, Justiça Eleitoral, autoridade policial. Entre eles estão:
- Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: atendimento gratuito, humanizado e sigiloso, 24 horas por dia, todos os dias da semana. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, pelo WhatsApp (61) 9610-0180, pelo e-mail central180@mulheres.gov.br e por videochamada em Libras;
- Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público;
- Procuradoria-Geral Eleitoral, por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do Ministério Público Federal;
- Ouvidoria Nacional da Mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
- Polícia Federal, por meio do canal Comunica PF e nas delegacias de Polícia nos estados;
- Grupo de Trabalho Mulheres da Defensoria Pública da União (DPU), para assistência e orientação jurídica.
- Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do telefone 190
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