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Diversas

Com o auditório do CCB dos Jesuítas completamente lotado, movimentos sociais de 26 estados, criam a Universidade Popular do DF.

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Por TALLITA MARRONE 

AGNOT – 12.06.24 TM –  Com o auditório do Centro Cultural de Brasília – CCB dos Jesuítas, completamente lotado e ainda dezenas professores, pedagogos e militantes partidários e de movimentos sociais dos vinte seis  estados do país, participando de forma On-Line, se realizou nesta terça feira, dia 11, das 18 as 22 horas o Encontro Nacional da UNIPOP – Universidade Popular, coordenado pelo advogado de movimentos sociais, professor universitário e educador popular Acilino Ribeiro, o ex-ministro e ex-deputado José Dirceu e o psicólogo, educador social e professor Pedro Pontual. Todos com vasta e histórica experiência na área de formação política e educação popular.       A UNIPOP é uma escola de formação política pensada por militantes da esquerda brasileira e uma tese desenvolvida por intelectuais com o objetivo de formar uma nova geração de políticos brasileiros dentro de uma a nova esquerda que preserve os princípios básicos do socialismo e da democracia porem com novas estratégias de ação e táticas políticas.

             Dentre seus objetivos começando por sua palavra de ordem, a UNIPOP é: “uma escola militante educando para um mundo sem fronteiras”, objetivando formar militantes na defesa dos direitos humanos, proteção do meio ambiente, conquista da paz mundial, a solidariedade humana e a autodeterminação dos povos, dentre outros objetivos.

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               Pedro Pontual considerado hoje um do mestre do conhecimento do método e  da filosofia de Paulo  Freire, com quem trabalhou durante anos, afirmou em sua palestra que “o ressurgimento da UNIPOP não é a reinvenção da roda, mas o nascimento de uma nova escola através da experiência acumulada de outros educadores e outras teses educacionais, assim como foram o Instituto Cajamar e as escolas sindicais, comunitárias e partidárias”. Mais adiante afirmou que “a UNIPOP tem um papel fundamental na formação não só da juventude, mas de muitos líderes de massa e quadros políticos para a nosso país”, concluiu.

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                O ex-ministros José Dirceu, um dos principais entusiastas da ideia e presidente do Conselho Diretor da UNIPOP, oficialmente Instituto Cultural Universidade Popular, fez uma análise de conjuntura que empolgou os participantes do evento. Dirceu fundamentou a necessidade de construção de uma universidade de novo tipo fazendo uma análise histórica do desenvolvimento brasileiro, e desenvolvendo uma linha de raciocínio sobre a necessidade de reconstrução do Brasil, considerando as perdas e prejuízos do país nas mãos de governos conservadores e de Direita. Concluiu afirmando que a UNIPOP tem um papel fundamental na formação da nova juventude e de novos quadros para um país com sede de desenvolvimento diante de tantas riquezas naturais exploradas por forças estrangeiras. “Esses quadros e essas lideranças vão continuar nosso projeto de um Brasil soberano e democrático”, concluiu.

                 Ambos, Dirceu e Pontual elogiaram o trabalho de Acilino Ribeiro nessa obstinada caminhada para construir a Universidade Popular.

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                 Em sua fala Acilino Ribeiro, Diretor Geral e que exerce o papel de Reitor da UNIPOP criticou o modelo educacional atual e sua dependência, além do abandono da política de formação da militância por parte dos partidos políticos e disse que “é preciso neste momento moldarmos um modelo que se contraponha ao modelo que a Direita tenta instituir no país e enfrentarmos a pedagogia do coturno e as escolas cívico-militares que não passam de cabide de emprego para policiais e miliares da reserva e centro de preparação militarizadas para uma geração de fascistas”, afirmou.

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                  A UNIPOP realizará dentro de sessenta dias um Seminário Nacional sobre o modelo de Universidade Popular com o tema – Formação Política e Educação Popular – Educando para um Mundo Sem Fronteiras – onde a lista de convidados vai desde importantes figuras nacionais ligadas a área de educação popular como os três acima citados, Dirceu, Pontual e Acilino e  outros como Frei Beto, Leonardo Boff, João Pedro Stédile, Raimundo Bonfim, Maria da Glória Gohn, Marilena Chauí, Djamila Ribeiro, Ademar Bogo, Ranulfo Peloso, Vladimir Saflatte, Eric Nepomuceno, Daniel Seidel dentre outros a personalidades internacionais como Noam Chomsky, Aleida Guevara, Ângela Davis e Leyla |Khaled.

                     O evento surpreendeu as expectativas dos organizadores com uma participação de mais de 100 militantes, principalmente professores universitários com um grande destaque para os da UnB e diversos militantes dos partidos de esquerda como PT, PCdoB, PSOL, PDT, PSB, PCO, PCB e UP. Vários outros simpatizantes de movimentos populares se fizeram presente, entre eles do MST, CUT, CONTAG, CTB, UNE, UBES, ambientalistas e líderes comunitários participando dos debates, prestando apoio e manifestando interesse em levar a ideia da UNIPOP ao restante do País. AGNOT – 12.06.24 TM – Brasília – DF 12.06.24.

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Fonte: EG NEWS

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Cultura

Cantor de axé Netinho morre em Salvador aos 60 anos

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Artista lutava contra um câncer desde 2025
Cristina Índio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

O cantor de axé Netinho morreu, aos 60 anos, nesta terça-feira (13), no Hospital Aliança Star, em Salvador, Bahia. A notícia foi confirmada pela assessoria do artista.

Um dos maiores destaques do axé music, com sucessos como Milla, Fim de Semana, Menina e Beijo na Boca, estava internado após a volta de um linfoma não Hodgkin, câncer no sistema linfático, diagnosticado em 2025.

“É com uma tristeza que corta a alma que comunicamos o falecimento do cantor Netinho, ocorrido na manhã de hoje.”

De acordo com a assessoria, o quadro clínico evoluiu para falência renal e disfunção múltipla de órgãos, o que provocou a morte.

“Nos últimos meses, Netinho enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B, que evoluiu para quadro de falência renal e disfunção múltipla de órgãos.”
O horário e o local do velório e da cremação do corpo do artista não foram divulgados, mas deve ocorrer de forma reservada.

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“Por desejo expresso do próprio Netinho, o velório e a cremação serão realizados de forma reservada, em uma cerimônia restrita a familiares e amigos próximos.”

Perfil

Ernesto de Souza Andrade Júnior, conhecido como Netinho, nasceu na cidade de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, no dia 12 de julho de 1966. Foi como vocalista da Banda Beijo quando iniciou a carreira em 1988, aos 22 anos, com estreia no circuito do Carnaval.

Na época gravou o primeiro disco com a banda e o sucesso se espalhou pelo Brasil com a canção Beijo na Boca, o que deu projeção nacional à banda baiana.

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“Artista extraordinário, talentoso, sensível e inovador, Netinho construiu trajetória marcada pela alegria, pela música e por um carisma inconfundível. Sua voz, sua energia e sua forma tão particular de se conectar com o público deixam um legado que permanecerá para sempre”, postou a assessoria.

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