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Celina diz que PT promove ‘constantes ataques’ ao DF desde a posse de Lula

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Governador do DF, Ibaneis Rocha, ao lado da vice-governadora do DF, Celina Leão. (Foto: Agência Brasília).

Declaração ocorre após nova investida do governo Lula contra o Fundo Constitucional do DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e a vice-governadora Celina Leão (PP), se manifestaram contra a nova investida do governo Lula (PT) contra o Fundo Constitucional do Distrito Federal.

Celina afirmou que o corte é um desrespeito ao DF e que há ataques constantes contra a capital federal desde que o petista assumiu a Presidência.

“Alterar o Fundo Constitucional é atacar a base do DF. Esse recurso é vital para a saúde, segurança e educação da nossa população. Não aceitaremos esse desrespeito! Não podemos aceitar esses ataques constantes desde que o PT assumiu. O FCDF é vital para o orçamento do Distrito Federal que, em 2025, prevê R$ 66,67 bilhões dos quais R$ 25 bilhões são provenientes do fundo. Junto com o governador Ibaneis, lutaremos em todas as frentes para defender Brasília”, ponderou.

Já Ibaneis afirma que o governo Lula precisa “compreender a importância do Fundo Constitucional para o DF, que abriga e sustenta todos os poderes”. Veja a nota completa do governador abaixo:

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Investida contra o Fundo Constitucional do DF

O governo Lula quer uma mudança no cálculo do reajuste anual do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), que financia segurança, educação e saúde em Brasília.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo busca alterar o cálculo para seguir os limites do “arcabouço fiscal”, com um teto de 2,5%.

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Atualmente, o fundo é corrigido pelo aumento das receitas de impostos da União desde 2003. O FCDF representa R$ 25 bilhões do orçamento total do DF para 2025, que é de R$ 66,6 bilhões.

Essa não é a primeira tentativa do governo petista de alterar o fundo; uma proposta semelhante foi rejeitada pelo Congresso Nacional em 2023.

Fonte: Diário do Poder

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Politica

Pedir votos e fazer propaganda: saiba o que é proibido no dia de votar

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Crime de boca de urna pode ser punido com detenção e multa
Agência Brasil

Amplamente comuns durante as campanhas eleitorais, alguns comportamentos são proibidos no dia da votação. Neste domingo (25), assim como em todas as eleições, os eleitores não podem pedir votos, distribuir propaganda ou abordar eleitores para influenciar a escolha do candidato.. Essas práticas podem caracterizar o crime de boca de urna.  

O que é a boca de urna?

A boca de urna ocorre quando há tentativa de convencer o eleitorado a votar em determinado candidato, partido, federação ou coligação no dia da eleição.

O que não pode: 

  • distribuição de santinhos;
  • pedidos de voto;
  • formação de grupos organizados para promover candidaturas;
  • comícios e carreatas,
  • uso de alto-falantes e outras formas de propaganda eleitoral.

Até o encerramento da votação, a legislação proíbe a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou portando instrumentos de propaganda, quando isso caracterizar manifestação coletiva.

A manifestação individual e silenciosa do eleitor sobre a sua preferência política é liberada.

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Ou seja: é permitido votar com itens como bandeiras, broches e adesivos, desde que não haja manifestação coletiva.  

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E nas redes sociais?

No ambiente digital, a lei considera crime a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos no dia da eleição, por parte dos candidatos. Conteúdos publicados anteriormente, no entanto, podem permanecer disponíveis.

Qual é a punição?

Quem for pego fazendo boca de urna pode ser punido com detenção de 6 meses a 1 ano, com a possibilidade de substituição pela prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de pagamento de multa.

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Como denunciar?

As irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem ser comunicadas pelo Pardal, aplicativo da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite o envio de denúncias pelo celular, com informação sobre o local, fotos, vídeos e áudios que ajudem na análise da ocorrência.

O aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

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