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Paula Belmonte é a Terceira via para as eleições de 2026 no DF

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Fim da polarização é o caminho para 2026

Paula Belmonte surge como opção da terceira via para o eleitor que busca mais equilíbrio e menos confronto

As eleições de 2024 deram um recado: o eleitorado está cada vez menos interessado na polarização ideológica que marcou os últimos anos e mais disposto a apoiar candidatos que busquem equilíbrio e diálogo. Aqui, no DF, há várias especulações sobre nomes de figuras mais equilibradas que poderiam enfrentar a vice-governadora Celina Leão (PP) nas urnas. Um deles é o da deputada distrital Paula Belmonte, hoje filiada ao Cidadania.

Com bom trânsito entre base e oposição, ela se orgulha em ser “independente” na Câmara Legislativa. E foi lembrada como uma opção da chamada “terceira via” pelos leitores do Blog do Cafezinho. Novata na política (foi eleita deputada federal em 2018 e distrital em 2022), ela não tem vínculos rígidos com a extrema direita ou a esquerda radical. E, se candidata for, esta seria a primeira vez dela na disputa majoritária.

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Paula vive um ano movimentado na Câmara: primeira mulher a compor a Mesa Diretora, ela começou a legislatura como segunda vice-presidente; foi empossada Procuradora Especial da Mulher e, agora, vai presidir a CPI do Rio Melchior.

Considerando o cenário de 2024 uma tendência, a disputa ao Governo do Distrito Federal deve favorecer nomes como o dela, que transitam bem entre diferentes espectros políticos e que demonstram capacidade de diálogo e independência. Com um discurso propositivo e uma imagem associada à renovação política, a distrital pode se tornar uma alternativa viável para aqueles que querem um governo mais equilibrado e eficiente.

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A atuação de Paula na Câmara Legislativa tem sido marcada pela defesa de pautas sociais, empreendedorismo feminino, fiscalização dos recursos públicos e busca por transparência. É uma das deputadas mais propositivas na Casa. E são os próprios servidores quem constatam isso.

Além da experiência parlamentar, o envolvimento com temas essenciais para o DF, como saúde, educação e gestão eficiente, a colocam em uma posição favorável para a disputa.

Sem confronto

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Nos últimos anos, o Brasil viveu um ambiente político marcado por embates intensos entre esquerda e direita, em que a polarização se tornou a principal estratégia de muitas campanhas. No entanto, o desgaste desse modelo ficou evidente nas eleições municipais. Candidatos que apostaram na moderação e na capacidade de construir pontes, em vez de reforçar divisões, tiveram mais chances de sucesso.

Essa mudança reflete uma fadiga do eleitor com discursos agressivos e políticas baseadas no confronto. Em uma unidade da federação com desafios complexos na saúde, na educação, na mobilidade e na gestão, a população clama por lideranças que tragam soluções concretas, em vez de apenas reforçar antagonismos.

Fonte: Blog do Cafezinho

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Politica

Eleições 2026: nenhum eleitor pode ser preso a partir desta terça

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Medida evita que eleitores deixem de votar
Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

A partir desta terça-feira (20), cinco dias antes do segundo turno das eleições, nenhum eleitor pode ser preso ou detido por qualquer autoridade, com exceção de prisões em flagrante delito, prisões realizadas em razão de sentença criminal condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral. 

A medida está prevista no artigo 236 do Código Eleitoral e tem como objetivo evitar que prisões ou detenções impeçam a participação de eleitores no pleito.

A legislação prevê ainda que, caso ocorra alguma prisão nesse período, a pessoa detida deverá ser imediatamente apresentada ao juiz competente. Se a autoridade judicial constatar que a detenção é ilegal, deverá determinar a soltura e responsabilizar quem a realizou.

A regra também foi aplicada no primeiro turno das eleições, realizado no último dia 4.

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Candidatos

Desde 10 de outubro, 15 dias antes da votação, candidatos que disputam o segundo turno também não podem ser presos ou detidos, exceto em flagrante delito. A mesma garantia se estende a mesários e fiscais de partido durante o exercício de suas funções, nos termos da legislação eleitoral.

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