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Curiosidades

Mais de 600 mil pessoas visitam cemitérios do DF no Dia de Finados

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Tendas da Secretaria de Justiça e Cidadania registraram 1,2 mil atendimentos nas seis unidades, com orientações sobre serviços funerários, apoio psicossocial e acolhimento aos visitantes

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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Mais de 600 mil pessoas visitaram os seis cemitérios públicos do Distrito Federal durante o feriado do Dia de Finados, nesta segunda-feira (2). Para acolher os visitantes em uma data marcada pela saudade e pelas homenagens aos entes queridos, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) instalou tendas de atendimento nas unidades, onde foram registrados 1.203 atendimentos, entre orientações gerais, registros de ouvidoria e apoio psicossocial.

Responsável por supervisionar e fiscalizar a administração dos cemitérios e dos serviços funerários no DF, a Sejus ofereceu informações sobre direitos, custos e procedimentos, além de orientações para quem precisava esclarecer dúvidas ou buscar soluções para suas demandas. A iniciativa também disponibilizou materiais informativos e canais para o registro de reclamações e denúncias.

Foram 1.129 orientações gerais, 61 registros de ouvidoria e 13 atendimentos psicossociais. A distribuição dos atendimentos foi de 387 na Asa Sul, 210 em Taguatinga, 195 no Gama, 139 em Brazlândia, 140 em Sobradinho e 132 em Planaltina.

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“O nosso papel é garantir a boa organização dos cemitérios, mas também ter um olhar acolhedor para as pessoas”

Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania

“O nosso papel é garantir a boa organização dos cemitérios, mas também ter um olhar acolhedor para as pessoas. É um momento de saudade e fragilidade para muitas famílias, e queremos oferecer escuta, orientação e apoio a quem precisa”, destacou o secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana.

Acolhimento em meio à saudade

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Entre os visitantes que procuraram atendimento estava Walisson Pereira da Silva, de 50 anos, videomaker e morador do Recanto das Emas. Ele passou pela tenda da Sejus no Cemitério da Asa Sul em busca de orientações para resolver um problema e destacou a importância do acolhimento recebido durante o momento de luto. “Fui muito bem acolhido, recebi as informações de que precisava e saí com um sentimento de esperança”, contou.

Moradora do Guará II, Maria de Fátima de Araújo, de 70 anos, foi ao cemitério visitar o túmulo da mãe e encontrou apoio na tenda. Ela se impressionou com a quantidade de informações reunidas na Cartilha de Orientações sobre Serviços Funerários e Cemitérios Públicos, que aborda direitos, custos e procedimentos. “Está tudo ali. É um documento muito importante para a gente ter, porque reúne informações que ajudam a entender nossos direitos e saber como proceder”, avaliou.

Para a subsecretária de Assuntos Funerários da Sejus-DF, Gilce Sant’Anna Teles, a receptividade da população demonstra a importância do serviço, tanto pelo acolhimento durante o feriado quanto pela possibilidade de encaminhar demandas. “Nossa preocupação é oferecer esse espaço de acolhimento em uma data tão sensível, mas também garantir um canal direto para que as pessoas possam tirar dúvidas, registrar reclamações e buscar soluções”, afirmou.

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Informação e transparência

Além dos atendimentos presenciais, a Sejus distribuiu materiais informativos e divulgou a Cartilha de Orientações sobre Serviços Funerários e Cemitérios Públicos, disponível também em formato digital (https://www.sejus.df.gov.br/documents/d/sejus/3___suaf___cartilha_compressed-1). Organizado em perguntas e respostas, o material esclarece dúvidas sobre o funcionamento dos serviços funerários no DF, os direitos dos usuários e os procedimentos adotados nos cemitérios públicos.

A publicação informa, por exemplo, quais empresas funerárias estão autorizadas a funcionar no Distrito Federal, quais veículos são específicos para o transporte de corpos humanos, quem pode solicitar sepultamento gratuito e quais serviços não podem ser cobrados pelos cemitérios.

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A população também pode buscar informações ou registrar denúncias, reclamações, sugestões e elogios por meio da Central 162, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h. Há ainda atendimento presencial na Rodoferroviária, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, e o portal ParticipaDF (https://www.participa.df.gov.br).

 

*Com informações da Sejus-DF

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Cultura

Pesquisa busca conhecer o perfil dos turistas e fortalecer o setor no Distrito Federal

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Levantamento da Setur e do IPEDF vai reunir informações sobre visitantes, turismo de natureza, arrecadação e mercado de trabalho; participação de hotéis, bares, restaurantes e atrativos turísticos também será pesquisada

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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A Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF/Codeplan) trabalham em conjunto para desenvolver estudos e pesquisas voltados ao fortalecimento do turismo na capital. A iniciativa busca ampliar o conhecimento sobre a atividade turística, identificar o perfil dos visitantes e produzir informações que contribuam para o planejamento de políticas públicas, a promoção do destino e o desenvolvimento do setor.

Entre os temas previstos estão o perfil geral dos turistas que visitam Brasília, as características dos visitantes interessados no turismo de natureza, a arrecadação do setor turístico e a composição da força de trabalho vinculada à atividade. Os estudos também poderão contribuir para compreender melhor as motivações de viagem e identificar oportunidades relacionadas aos diferentes segmentos turísticos, incluindo experiências que vão além do circuito tradicional dos monumentos e atrativos urbanos da capital.

Brasília tem vocação para o turismo de natureza, com espaços arborizados, áreas verdes, trilhas, cachoeiras e paisagens que favorecem o contato com o meio ambiente. O Distrito Federal também reúne propriedades rurais que oferecem experiências voltadas ao turismo rural e de aventura, aproximando os visitantes da gastronomia regional, da vida no campo e de atividades ao ar livre.

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Iniciativas como as Rotas do Vinho e a Rota dos Queijos ampliam as possibilidades de conhecer outras regiões do território, valorizando a produção local, os sabores do Cerrado e experiências mais rústicas, longe do roteiro concentrado nos monumentos e nos principais pontos turísticos do Plano Piloto.

A pesquisa também poderá ajudar a compreender os visitantes que chegam a Brasília e aproveitam a viagem para conhecer destinos de natureza e aventura localizados no Entorno do Distrito Federal e em regiões próximas, como a Chapada dos Veadeiros e Pirenópolis, em Goiás. Embora sejam destinos fora do território do DF, esses locais podem integrar os roteiros de quem utiliza a capital como ponto de chegada, hospedagem ou conexão para outras experiências turísticas.

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Entender esse comportamento é importante para identificar o potencial de Brasília como porta de entrada para diferentes experiências de viagem, além de reconhecer as conexões entre a capital, o turismo rural, a aventura e os destinos de natureza da região. Essas informações podem contribuir para orientar ações de promoção, estimular parcerias e fortalecer a integração entre os destinos.

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“Conhecer o perfil de quem visita Brasília é fundamental para planejarmos ações mais eficientes e fortalecermos o nosso destino. Temos uma diversidade de experiências que vai muito além dos monumentos, com opções de turismo de natureza, aventura, turismo rural e experiências gastronômicas. Precisamos compreender o que leva o visitante a escolher Brasília, quais lugares ele procura conhecer e como podemos ampliar sua permanência e suas experiências na região. Para isso, a participação de todo o setor turístico é essencial”, destaca o secretário de Turismo do DF, Bernardo Antunes.

O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, destaca que “o conhecimento sobre o perfil e a experiência dos turistas é fundamental para o planejamento estratégico do setor. Esta pesquisa permitirá ao poder público atuar com base em evidências, tornando Brasília um destino cada vez mais competitivo e preparado para receber visitantes que vêm de todas as partes”.

A pesquisa começa a ser aplicada no dia 3 de novembro, com duração de 30 dias e coleta de dados on-line. Para alcançar resultados representativos, o engajamento dos diferentes segmentos que integram a cadeia produtiva do turismo é fundamental. Hotéis, bares, restaurantes, atrativos turísticos, operadores, agências de viagens, propriedades rurais e demais empreendimentos do setor são convidados a contribuir com a divulgação da iniciativa, incentivando a participação dos visitantes e ampliando o alcance do levantamento.

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O envolvimento desses parceiros é estratégico para que a pesquisa alcance o maior número possível de participantes e reúna informações sobre diferentes perfis de turistas, experiências e motivações de viagem. A participação de empreendimentos ligados ao turismo rural, de aventura e de natureza também pode ajudar a ampliar a compreensão sobre as atividades procuradas pelos visitantes e o interesse por experiências fora do circuito turístico tradicional.

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Conhecer de onde vêm os turistas, quanto tempo permanecem, quais atrativos procuram, quais experiências valorizam e se aproveitam a viagem para visitar outras localidades são informações que podem orientar decisões tanto do poder público quanto da iniciativa privada. Esses dados ajudam a identificar demandas, aprimorar serviços, direcionar ações de promoção turística, estimular novos investimentos e desenvolver produtos capazes de diversificar a oferta turística do Distrito Federal.

Werner Bessa, da Diretoria de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais (DEPAT) do IPEDF, chama a atenção para “a importância da cooperação entre a Setur-DF e o IPEDF/Codeplan que prevê a realização dos estudos, o compartilhamento de informações e a divulgação dos resultados nos canais institucionais dos órgãos. O trabalho conjunto também inclui esforços para ampliar a divulgação das pesquisas e mobilizar instituições, entidades e organizações ligadas ao turismo.”

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A pesquisa será conduzida por três diretorias do IPEDF — Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (DIPOS), Diretoria de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais (DEPAT) e Diretoria de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas (DIEPS) — em parceria com a Setur-DF. A coleta prevê a aplicação de questionários em pontos estratégicos de saída de visitantes, especialmente no Aeroporto Internacional de Brasília e no Terminal Rodoviário Interestadual de Brasília.

A iniciativa reforça a importância da integração entre o governo e o setor produtivo para o desenvolvimento de um turismo baseado em informações e evidências. Com a colaboração dos estabelecimentos, dos atrativos turísticos e dos demais agentes da cadeia, será possível construir um retrato mais abrangente da atividade turística no Distrito Federal, identificar novas oportunidades e subsidiar estratégias para fortalecer o setor, gerar negócios e impulsionar a economia local.

 

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*Com informações do IPEDF e Setur-DF

 

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