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Aliados de Marielle não acreditam na versão de homem preso pela PF

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Aliados de Marielle não acreditam na versão de Ailton Barros, que disse, em mensagem interceptada pela PF, saber o nome do mandante do crime

Divulgação

Aliados de Marielle Franco não acreditam na versão de Ailton Barros para o assassinato. Em mensagem interceptada pela Polícia Federal (PF), ele disse saber quem seria o mandante do crime.

Como a coluna mostrou, Barros afirmou a interlocutores, antes de ser preso, que o mentor intelectual seria um ex-deputado estadual do Rio de Janeiro. Essa hipótese, inclusive, já foi investigada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

Aliados de Marielle, no entanto, não depositam confiança nos relatos de Barros. Entre eles, o deputado federal Marcelo Freixo, padrinho político e grande amigo de Marielle.

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Ailton Barros foi preso na operação da Polícia Federal que apura fraude no cartão de vacinação de Bolsonaro. Em um dos diálogos interceptados, ele disse saber quem seria o mentor intelectual do crime. Após a prisão, Barros voltou atrás e, informalmente, fora dos autos, disse não ter informações sobre o assassinato.

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Pedir votos e fazer propaganda: saiba o que é proibido no dia de votar

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Crime de boca de urna pode ser punido com detenção e multa
Agência Brasil

Amplamente comuns durante as campanhas eleitorais, alguns comportamentos são proibidos no dia da votação. Neste domingo (25), assim como em todas as eleições, os eleitores não podem pedir votos, distribuir propaganda ou abordar eleitores para influenciar a escolha do candidato.. Essas práticas podem caracterizar o crime de boca de urna.  

O que é a boca de urna?

A boca de urna ocorre quando há tentativa de convencer o eleitorado a votar em determinado candidato, partido, federação ou coligação no dia da eleição.

O que não pode: 

  • distribuição de santinhos;
  • pedidos de voto;
  • formação de grupos organizados para promover candidaturas;
  • comícios e carreatas,
  • uso de alto-falantes e outras formas de propaganda eleitoral.

Até o encerramento da votação, a legislação proíbe a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou portando instrumentos de propaganda, quando isso caracterizar manifestação coletiva.

A manifestação individual e silenciosa do eleitor sobre a sua preferência política é liberada.

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Ou seja: é permitido votar com itens como bandeiras, broches e adesivos, desde que não haja manifestação coletiva.  

Leia Também:  Homem é preso suspeito de enforcar esposa e obrigá-la a engolir celular no MT

E nas redes sociais?

No ambiente digital, a lei considera crime a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos no dia da eleição, por parte dos candidatos. Conteúdos publicados anteriormente, no entanto, podem permanecer disponíveis.

Qual é a punição?

Quem for pego fazendo boca de urna pode ser punido com detenção de 6 meses a 1 ano, com a possibilidade de substituição pela prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de pagamento de multa.

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Como denunciar?

As irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem ser comunicadas pelo Pardal, aplicativo da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite o envio de denúncias pelo celular, com informação sobre o local, fotos, vídeos e áudios que ajudem na análise da ocorrência.

O aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

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