Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Câmara Legislativa do Distrito Federal divulga primeira edição do ConectaCLDF

Publicado em

Confira a programação completa do Conecta CLDF
Evento de comunicação e inovação acontecerá em 6 e 7 de novembro, das 9h às 18h,
 e trará mesas de debates e palestras com especialistas dos setores público e privado
A Câmara Legislativa do Distrito Federal divulgou, nesta sexta-feira (11), a programação completa da primeira edição do ConectaCLDF: Comunicação 360º. O evento ocorrerá em 6 e 7 de novembro, das 9h às 18h, e reunirá especialistas dos setores público e privado para debater temas atuais e tecnologias inovadoras relacionadas à comunicação. As atividades serão transmitidas ao vivo pela TV Câmara Distrital. A íntegra da programação está disponível no site do evento https://www.cl.df.gov.br/web/conecta-cldf.
A abertura do será no Auditório da CLDF, dia 6, às 9h. A palestra inaugural, “Comunicação e Inovação no setor público”, está a cargo do coordenador do Núcleo de Inteligência de Dados da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Márcio Carneiro dos Santos. A manhã terminará com a mesa “A comunicação comercial e o uso da inovação no combate à desinformação”, que conta com a participação das principais emissoras de televisão do país.
Durante a tarde, haverá duas mesas: “A comunicação comercial e o uso da inovação no combate à desinformação – Portais de Notícias”, a partir das 13h; e “Relacionamento com a imprensa para a promoção da cidadania”, às 14h. Ambas as atividades estão previstas para a Sala Itamar Pinheiro. O primeiro dia do seminário será finalizado com a palestra “A Comunicação Digital na Prefeitura do Recife (PE)”, com o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Prefeitura do Recife (PE), Rafael Figueiredo, programada para o Auditório da Casa. A partir das 17h, serão exibidos filmes curta-metragem no Pátio da CLDF.
O segundo dia do ConectaCLDF iniciará no Auditório, com a palestra “Comunicação na era digital: o que aprendemos”, que será proferida pelo sócio e cofundador da Gaia Tecnologia e sócio da Cross Business Network, Ênio Vergeiro; e pelo secretário executivo de Comunicação Digital da Prefeitura do Recife (PE), Rafael Marroquim. Após a atividade, estão previstas duas mesas redondas na Sala Deputado Juarezão: “O papel das TVs públicas na democracia”, às 10h; e “Comunicação digital e inovação no setor público”, às 11.
Na tarde do dia 7, está prevista a última mesa do evento, “Inteligência Artificial no serviço público”, também na Sala Deputado Juarezão, a partir das 13h. Às 14h, está programada a palestra de encerramento, no Auditório da CLDF: “Comunicação 360º na CLDF: uma visão integrada”. Farão apresentações o chefe da Agência CLDF Notícias, Claudinei Pirelli; o chefe substituto da Publicidade Institucional da CLDF, Daniel Galindo; e o chefe da TV Câmara Distrital, Saulo Diniz. A mediação será da chefe do Núcleo Técnico-Operacional da TV Câmara Distrital, Franciane Ferreira.
SERVIÇO
📰ConectaCLDF: Comunicação 360º
📆: 6 e 7 de novembro de 2024, das 9h às 18h
📌 Câmara Legislativa do Distrito Federal – Praça Municipal, Qd 2, Lt 5
📺 TV Câmara Distrital (https://www.youtube.com/TVCâmaraDistrital)
💡Inscrições e Programação: https://www.cl.df.gov.br/web/conecta-cldf
COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Detran nas Escolas é objeto de estudo em curso de Pós-graduação na UnB

Politica

Cientista política analisa uso da pauta feminina nas eleições pela direita

Published

on

Das 16 mulheres que tomam posse em fevereiro de 2027, sete são do Partido Liberal (PL) de Zucco; esquerda terá somente quatro cadeiras femininas.

Pelo terceiro pleito eleitoral seguido, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) bateu o recorde de ocupação feminina. Foram 16 as mulheres escolhidas pelo povo gaúcho para representá-las na casa do Poder Legislativo, superando as onze eleitas em 2022. Desta vez, no entanto, a representatividade feminina seguiu os rumos da eleição nacional e migrou ainda mais para a direita.

O Partido Liberal (PL) foi o mais beneficiado pelas urnas: reelegeu as suas duas deputadas, Kelly Moraes e Adriana Lara, e elegeu outras cinco candidatas: Adri Cherini, Comandante Nádia, Vanice de Matos, Daiane Mello e Ali Klemt.

Advertisement

Além disso, dentre as quatro candidatas mulheres mais votadas, três são do partido do governador eleito Luciano Zucco. Adri Cherini (PL) foi a deputada estadual mais votada não somente entre as mulheres, mas entre todos os 56 candidatos eleitos. Somente em outros três pleitos a corrida ao Palácio Farroupilha foi protagonizada por uma mulher: em 1966, com Teresinha Chaise (MDB); em 2010, com Silvana Covatti (PP); e em 2014 com Manuela d’Ávila (PCdoB). Já Comandante Nádia (PL) e Kelly Moraes (PL), conquistaram respectivamente os terceiro e quarto lugares entre as mulheres. Luciana Genro (PSOL), terceira colocada geral, foi a segunda mulher mais votada.

Apesar de ter acompanhado o crescimento da extrema direita a nível nacional, o resultado eleitoral no Rio Grande do Sul é ainda mais expressivo em relação às mulheres, aponta Teresa Sacchet, cientista política e professora da UFRGS. Enquanto somente 15,7% dos 121 deputados eleitos pelo PL à Câmara são mulheres, as deputadas estaduais do PL gaúcho somam 58% da bancada do partido. Dos doze concorrentes eleitos pelo partido à ALRS, sete são mulheres.

Leia Também:  CLDF prestigia futebol feminino da cidade em sessão solene nesta segunda (18)

A dominância deste campo político também é favorecida pela retração do lado oposto. Se na atual legislatura são sete as deputadas estaduais de direita e cinco as de esquerda – Zilá Breitenbach (PSDB) assumiu como suplente após a perda do mandato do deputado Professor Bonatto (PSD), totalizando doze mulheres na ALRS em 2026 – a partir do ano que vem, serão doze de direita e somente quatro de esquerda.

Advertisement

Além de Luciana Genro (PSOL), representarão a esquerda as deputadas estaduais eleitas Natasha (PT), Karen Santos (PSOL) e Sofia Cavedon (PT). As cinco demais candidatas de direita são Delegada Nadine (PSD), Ronize Damassini (PP), Delegada Ana Tarouco (PSD), Nicole Weber Covatti (PP) e Bruna Molz (Podemos).

Sacchet observa que a eleição de deputadas mulheres à Assembleia Legislativa representa por si só um aspecto democratizante, já que o poder legislativo passa a ter uma composição mais próxima àquela verificada socialmente. “Algumas pesquisas demonstram que as políticas mulheres têm uma probabilidade maior de defender os interesses das suas iguais em comparação aos homens”, comenta a cientista política.

Por outro lado, esse fator nem sempre beneficia grupos minoritários da população, indica Sacchet. “A gente vê que tem mulheres que se opõem a algumas agendas que foram conquistadas às custas de muita luta do movimento feminista, de mulheres parlamentares. Quando isso acontece, a voz delas é mais facilmente ouvida, tem mais força. De alguma forma, acabam fazendo um desserviço para a causa”, diz.

Advertisement
Leia Também:  Lula deve indicar Miriam Belchior para a Casa Civil, afirma Rui Costa

Somadas, as candidatas de todos os partidos de esquerda reuniram quase 500 mil votos, o que corresponde a 1/3 de todos os votos em deputadas estaduais mulheres. Enquanto isso, somente as candidatas do PL concentraram praticamente a mesma quantidade, com uma desvantagem em menos de dois mil votos.

O maior contingente de votos em candidatas de direita revela uma cooptação do discurso político feminino para esse polo, indica Sacchet. “A pauta de aumento na representação de mulheres e de outros grupos sociais subalternizados é historicamente da esquerda, de movimento sociais” avalia a cientista política. “O fato de termos mais mulheres pelo PL me leva a pensar que os partidos de direita estão usando essa pauta estrategicamente para se elegerem”, completa.

Apesar do resultado histórico para as mulheres, a votação em candidatas do gênero feminino ainda é desproporcional no Rio Grande do Sul. Dos 6,1 milhões de votos válidos na eleição para deputado estadual pelo RS, cerca de 1,6 milhão foram em candidatas mulheres, o que corresponde a uma parcela de 26%. Considerando que as mulheres representavam 34% das candidaturas à Assembleia Legislativa – 179 das 528 totais –, é possível perceber uma preferência por candidatos homens por parte do eleitorado gaúcho.

Advertisement

 

 

 

Advertisement

 

FONTE:

sul21.com.br

Advertisement

Por Pedro Stahnke

As sete deputadas estaduais eleitas pelo PL: à esquerda, Adri Cherini; no topo, Kelly Moraes, Adriana Lara e Vanice de Matos; abaixo, Comandante Nádia, Daiane Mello e Ali Klemt | Fotos: Facebook Adri Cherini/Reprodução; Facebook Kelly Moraes/Reprodução; Facebook Adriana Lara/Reprodução; Facebook Vanice de Matos/ Reprodução; Lucas Orso/CMPA; Facebook Daiane Mello/Reprodução; e PL/Reprodução.
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA