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Politica

Cuide-se+ celebra o Dia das Mães com ações de bem estar e acolhimento no Parque Águas Claras

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Ação da Secretaria de Atendimento à Comunidade reforça cuidado e fortalecimento de vínculos em edição especial neste sábado (10/5)

A Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF) realiza neste sábado, 10 de maio, das 9h às 13h, a 11ª edição do programa Cuide-se+, com uma programação especial em celebração ao Dia das Mães. A atividade oferecerá um conjunto de práticas integrativas e ações de cuidado para toda a comunidade, com foco no bem-estar emocional, físico e coletivo.

Com o objetivo de fortalecer os vínculos familiares e comunitários, o evento gratuito contará com atividades como Reiki, yoga, auriculoterapia, automassagem, meditação, massoterapia, Tai Chi Chuan, técnicas de redução de estresse (TRE), terapia comunitária integrativa (TCI), práticas corporais chinesas, acolhimento infantil e apoio psicológico.

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“Ao celebrar o Dia das Mães com práticas integrativas e momentos de escuta e acolhimento, reforçamos o papel fundamental das mulheres e mães na construção de comunidades saudáveis e afetuosas”, destaca Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade. “O Cuide-se+ é um convite ao autocuidado e à conexão entre as pessoas, isso fortalece a vida em comunidade e a cidadania.”

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A ação integra a programação do Cuide-se+ que vem mobilizando centenas de pessoas no DF. Só em 2024, mais de 2 mil participantes já passaram pelo programa, que se consolida como uma política pública inovadora voltada à saúde preventiva, ao autocuidado e à integração das redes comunitárias.

Serviço:
📅 Sábado, 10 de maio
🕘 Das 9h às 13h
📍 Parque Águas Claras
💟 Atividades gratuitas e por ordem de chegada

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Fonte: Ascom Secretaria de Atendimento à Comunidade

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Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

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Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

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“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

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As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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