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Politica

Ex-ministra de Bolsonaro, Cristiane Britto recebe maior prêmio do Senado por defesa das mulheres: “Esse diploma é também seu, presidente!”

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Em clima de festa e emoção, o Senado Federal entregou, nesta quinta-feira (27/3), o Diploma Bertha Lutz, a maior honraria da Casa Alta para quem luta pelos direitos das mulheres, a 19 brasileiras de destaque. Entre elas, uma presença mais que especial: Cristiane Britto, ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos no governo Bolsonaro.

A cerimônia foi marcada por aplausos calorosos, sorrisos sinceros e lágrimas de gratidão. Cristiane, que também foi secretária Nacional de Políticas para Mulheres, dedicou o prêmio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Esse prêmio é seu, presidente. O senhor nos ajudou a chegar lá na ponta e salvar muitas vidas”, disse a ministra, visivelmente emocionada.

A senadora Damares Alves, que também comandou o mesmo ministério, foi quem indicou Cristiane para receber a honraria.

“Hoje é dia de celebração para todas nós, mulheres conservadoras. Cristiane, esse prêmio é um reconhecimento ao seu trabalho incansável. Antes diziam que nós não cuidávamos de mulheres. Hoje, com esse diploma, mostramos que cuidamos, sim, e com excelência.”

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Damares destacou ainda que o movimento conservador é isso, a gente vem, mostra serviço e o Brasil reconhece.

Cristiane Britto reforçou seu compromisso com a defesa das mulheres brasileiras, especialmente as mais vulneráveis.

“Mulher conservadora sabe, sim, cuidar de mulher. Sabe fazer política pública de verdade. Esse prêmio não é só meu, é de todas nós que lutamos todos os dias por um Brasil melhor.”

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Com essa homenagem, Cristiane entra para a história como uma das vozes femininas mais atuantes do campo conservador.

Assessoria de Imprensa – Distrito Federal

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Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

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Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

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“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

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As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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