Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

IgesDF realiza 1° Workshop de Media Training para porta-vozes

Publicado em

Foto Alberto Ruy
Treinamento promove interação prática e prepara gestores para lidar com a imprensa em situações desafiadoras
Por Pollyana Cabral
Na manhã desta segunda-feira (18), o auditório do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) foi palco de um evento inédito promovido pela equipe de
Comunicação Social (Ascom) do IgesDF: o 1° Workshop de Media Training. A iniciativa visou capacitar os porta-vozes da instituição para atuarem com segurança e estratégia em entrevistas e situações de crise, em um encontro repleto de simulações, palestras e dinâmicas interativas.
Logo no início, uma simulação de “quebra-queixo” — entrevistas rápidas, geralmente realizadas em corredores ou ambientes públicos — surpreendeu a superintendente do HRSM, Eliane Abreu, que precisou responder perguntas inesperadas feitas por jornalistas sobre casos reais e fictícios. “Foi desafiador e, ao mesmo tempo, uma experiência enriquecedora. Essas situações exigem preparação e agilidade, e é exatamente isso que queremos aprimorar”, comentou Eliane.
A programação contou com palestras de destaque. A assessora de comunicação do IgesDF, Roberta Diniz, apresentou a Política de Comunicação e os pilares da nova Ascom, destacando diretrizes para porta-vozes e estratégias de gestão de crise. “A comunicação institucional é essencial para construir credibilidade e confiança, e estamos aqui para apoiar cada porta-voz a desempenhar seu papel”, afirmou Roberta.
Outros nomes como o do planejador estratégico e jornalista, Luiz Ribeiro, abordou posturas em cenários críticos e a análise de casos práticos. Em uma mesa-redonda com o superintendente do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Guilherme Porfírio, e a gerente geral de assistência, Fernanda Hak, os participantes vivenciaram uma coletiva de imprensa simulada, com direito a perguntas incisivas e feedbacks construtivos.
Após um coffee break oferecido pela chefe de relações públicas da Ascom, Janaína Picciani, mais dinâmicas de “quebra-queixo” colocaram novos gestores à prova, incluindo Elaine Silvestre, gerente geral de Pessoas do IgesDF, e Francivaldo Soares, superintendente das UPAs do DF.
O evento seguiu com palestras da chefe do Núcleo de Comunicação, Luciane Paz, e do publicitário e planejador estratégico, Bruno Tavares, que discutiram a importância de manter a clareza e transparência nas informações e o gerenciamento de crises. Para encerrar, uma simulação de entrevista de rádio ao vivo foi conduzida com a participação da gerente de projetos, Tatiana Tostes e do gerente do Hospital Cidade do Sol (HSol), Flávio Amorim, reforçando a importância de se adaptar a diferentes formatos de comunicação.
“Saímos daqui mais preparados e conscientes da nossa responsabilidade como porta-vozes. Esse treinamento nos ajudou a entender melhor a dinâmica com a imprensa e como nossas ações refletem na imagem institucional”, destacou Flávio Amorim.
Com feedbacks positivos dos participantes, o workshop consolidou-se como um marco na preparação dos gestores do IgesDF, reforçando o compromisso da instituição com a comunicação assertiva e eficaz.
Assessoria de Comunicação

* imprensa@igesdf.org.br

( 61 3550-9281
Atendimento à imprensa: Segunda a sexta – 8h às 18h
Sábados, domingos e feriados – 9h às 17h

Acesse: https://igesdf.org.br/

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Carolina Horta inspira como a única mulher da UFG na lista de pesquisadores mais influentes do mundo 

Politica

Pedir votos e fazer propaganda: saiba o que é proibido no dia de votar

Published

on

Crime de boca de urna pode ser punido com detenção e multa
Agência Brasil

Amplamente comuns durante as campanhas eleitorais, alguns comportamentos são proibidos no dia da votação. Neste domingo (25), assim como em todas as eleições, os eleitores não podem pedir votos, distribuir propaganda ou abordar eleitores para influenciar a escolha do candidato.. Essas práticas podem caracterizar o crime de boca de urna.  

O que é a boca de urna?

A boca de urna ocorre quando há tentativa de convencer o eleitorado a votar em determinado candidato, partido, federação ou coligação no dia da eleição.

O que não pode: 

  • distribuição de santinhos;
  • pedidos de voto;
  • formação de grupos organizados para promover candidaturas;
  • comícios e carreatas,
  • uso de alto-falantes e outras formas de propaganda eleitoral.

Até o encerramento da votação, a legislação proíbe a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou portando instrumentos de propaganda, quando isso caracterizar manifestação coletiva.

A manifestação individual e silenciosa do eleitor sobre a sua preferência política é liberada.

Advertisement

Ou seja: é permitido votar com itens como bandeiras, broches e adesivos, desde que não haja manifestação coletiva.  

Leia Também:  Carolina Horta inspira como a única mulher da UFG na lista de pesquisadores mais influentes do mundo 

E nas redes sociais?

No ambiente digital, a lei considera crime a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos no dia da eleição, por parte dos candidatos. Conteúdos publicados anteriormente, no entanto, podem permanecer disponíveis.

Qual é a punição?

Quem for pego fazendo boca de urna pode ser punido com detenção de 6 meses a 1 ano, com a possibilidade de substituição pela prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de pagamento de multa.

Advertisement

Como denunciar?

As irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem ser comunicadas pelo Pardal, aplicativo da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite o envio de denúncias pelo celular, com informação sobre o local, fotos, vídeos e áudios que ajudem na análise da ocorrência.

O aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA