Politica
Iguatemi Brasília realiza mais uma edição do CineMaterna
Sessão especialmente adaptada para famílias com bebês de até 18 meses será dia 4 de novembro, às 15h30, no Cinemark do shopping
Brasília, setembro de 2025 – O Iguatemi Brasília prepara mais uma edição do CineMaterna, iniciativa que promove sessões de cinema e momentos de interação para famílias com bebês de até 18 meses. A exibição especial está programada para terça, dia 4, às 15h30, e o filme escolhido é o lançamento Se não fosse você.
Para a sessão do CineMaterna, a sala ganha iluminação e som adequados para os bebês e conta com trocadores para comodidade das famílias. A acolhida é realizada por profissionais que tornam a experiência ainda mais especial. A sessão acontece no Cinemark do Iguatemi Brasília e, meia hora antes do início da exibição, são distribuídas 10 cortesias para as primeiras mães com bebês de até 18 meses. As promotoras do CineMaterna, identificadas com a camiseta rosa do projeto, entregam os ingressos por ordem de chegada. As cortesias são pessoais e intransferíveis, não sendo permitido retirar ingressos para terceiros. Os ingressos tradicionais podem ser adquiridos na bilheteria do cinema.
Se Não Fosse Você acompanha a dura realidade de Morgan Grant (Allison Williams) e sua filha adolescente Clara (Mckenna Grace) após um acidente trágico causar a morte de dois membros da família: o pai de Clara e a irmã de Morgan. Por ter sido mãe muito cedo, aos 18 anos, Morgan tenta proteger a filha de cometer os mesmos erros, enquanto Clara tenta encontrar sua independência e escapar das restrições da mãe. Com personalidades distintas, a distância entre as duas parece crescer ainda mais depois do incidente, já que o pai e marido Chris (Scott Eastwood) era a âncora do trio, trazendo paz para a casa em constante conflito. A convivência complicada parece também piorar quando uma série de segredos da família e revelações chocantes vêm à tona, mergulhando-as em ressentimentos do passado e mal-entendidos. Enquanto tenta reconstruir sua vida, Morgan encontra consolo na última pessoa que imaginava, Já Clara vai atrás do rapaz que sempre sonhou.
Mensalmente, o shopping recebe sessões do CineMaterna, reforçando o empreendimento como ponto de encontro das famílias e sua referência em promover experiências incríveis para os clientes. Para mais informações, acesse o site do Iguatemi Brasília e siga as redes sociais: Instagram ( iguatemi_bsb) e Facebook (facebook.com/
Serviço:
CineMaterna no Iguatemi Brasília
Data: terça, 4 de novembro de 2025
Horário: 15h30
Filme: Se não fosse você
Local: Cinemark Shopping Iguatemi Brasília
Sobre CineMaterna
A Associação CineMaterna, fundada em São Paulo em 2008, é uma organização sem fins lucrativos pioneira em sessões de cinema adaptadas para famílias com bebês de até 18 meses. Em mais de uma década de atuação, a CineMaterna já realizou quase 10 mil sessões, impactando mais de 229 mil famílias em 51 cidades de 17 estados brasileiros. As sessões incluem um bate-papo após o filme, oferecendo aos pais um espaço para relaxar e interagir com outros adultos em situações semelhantes.
Sobre o Iguatemi Brasília
O Iguatemi Brasília reúne, em um só local, moda, gastronomia, serviços, passeio, conforto, conveniência e entretenimento. O shopping conta com o know-how da Iguatemi S.A, uma empresa full service (administra, planeja e constrói), classificada como a 36.ª marca mais valiosa do Brasil, a única em seu segmento. São mais de 144 lojas, entre elas 23 marcas inéditas na capital federal. O shopping conta, ainda, com um dos mais modernos projetos de arquitetura e paisagismo. Grandes skylights proporcionam total integração com o exterior e permitem ao público aproximação com a natureza. Além disso, oferece mais de 3 mil vagas de estacionamento, das quais 1,8 mil cobertas.
Informações à imprensa:
FSB Comunicação
Politica
Cientista política analisa uso da pauta feminina nas eleições pela direita
Das 16 mulheres que tomam posse em fevereiro de 2027, sete são do Partido Liberal (PL) de Zucco; esquerda terá somente quatro cadeiras femininas.
Pelo terceiro pleito eleitoral seguido, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) bateu o recorde de ocupação feminina. Foram 16 as mulheres escolhidas pelo povo gaúcho para representá-las na casa do Poder Legislativo, superando as onze eleitas em 2022. Desta vez, no entanto, a representatividade feminina seguiu os rumos da eleição nacional e migrou ainda mais para a direita.
O Partido Liberal (PL) foi o mais beneficiado pelas urnas: reelegeu as suas duas deputadas, Kelly Moraes e Adriana Lara, e elegeu outras cinco candidatas: Adri Cherini, Comandante Nádia, Vanice de Matos, Daiane Mello e Ali Klemt.
Além disso, dentre as quatro candidatas mulheres mais votadas, três são do partido do governador eleito Luciano Zucco. Adri Cherini (PL) foi a deputada estadual mais votada não somente entre as mulheres, mas entre todos os 56 candidatos eleitos. Somente em outros três pleitos a corrida ao Palácio Farroupilha foi protagonizada por uma mulher: em 1966, com Teresinha Chaise (MDB); em 2010, com Silvana Covatti (PP); e em 2014 com Manuela d’Ávila (PCdoB). Já Comandante Nádia (PL) e Kelly Moraes (PL), conquistaram respectivamente os terceiro e quarto lugares entre as mulheres. Luciana Genro (PSOL), terceira colocada geral, foi a segunda mulher mais votada.
Apesar de ter acompanhado o crescimento da extrema direita a nível nacional, o resultado eleitoral no Rio Grande do Sul é ainda mais expressivo em relação às mulheres, aponta Teresa Sacchet, cientista política e professora da UFRGS. Enquanto somente 15,7% dos 121 deputados eleitos pelo PL à Câmara são mulheres, as deputadas estaduais do PL gaúcho somam 58% da bancada do partido. Dos doze concorrentes eleitos pelo partido à ALRS, sete são mulheres.
A dominância deste campo político também é favorecida pela retração do lado oposto. Se na atual legislatura são sete as deputadas estaduais de direita e cinco as de esquerda – Zilá Breitenbach (PSDB) assumiu como suplente após a perda do mandato do deputado Professor Bonatto (PSD), totalizando doze mulheres na ALRS em 2026 – a partir do ano que vem, serão doze de direita e somente quatro de esquerda.
Além de Luciana Genro (PSOL), representarão a esquerda as deputadas estaduais eleitas Natasha (PT), Karen Santos (PSOL) e Sofia Cavedon (PT). As cinco demais candidatas de direita são Delegada Nadine (PSD), Ronize Damassini (PP), Delegada Ana Tarouco (PSD), Nicole Weber Covatti (PP) e Bruna Molz (Podemos).
Sacchet observa que a eleição de deputadas mulheres à Assembleia Legislativa representa por si só um aspecto democratizante, já que o poder legislativo passa a ter uma composição mais próxima àquela verificada socialmente. “Algumas pesquisas demonstram que as políticas mulheres têm uma probabilidade maior de defender os interesses das suas iguais em comparação aos homens”, comenta a cientista política.
Por outro lado, esse fator nem sempre beneficia grupos minoritários da população, indica Sacchet. “A gente vê que tem mulheres que se opõem a algumas agendas que foram conquistadas às custas de muita luta do movimento feminista, de mulheres parlamentares. Quando isso acontece, a voz delas é mais facilmente ouvida, tem mais força. De alguma forma, acabam fazendo um desserviço para a causa”, diz.
Somadas, as candidatas de todos os partidos de esquerda reuniram quase 500 mil votos, o que corresponde a 1/3 de todos os votos em deputadas estaduais mulheres. Enquanto isso, somente as candidatas do PL concentraram praticamente a mesma quantidade, com uma desvantagem em menos de dois mil votos.
O maior contingente de votos em candidatas de direita revela uma cooptação do discurso político feminino para esse polo, indica Sacchet. “A pauta de aumento na representação de mulheres e de outros grupos sociais subalternizados é historicamente da esquerda, de movimento sociais” avalia a cientista política. “O fato de termos mais mulheres pelo PL me leva a pensar que os partidos de direita estão usando essa pauta estrategicamente para se elegerem”, completa.
Apesar do resultado histórico para as mulheres, a votação em candidatas do gênero feminino ainda é desproporcional no Rio Grande do Sul. Dos 6,1 milhões de votos válidos na eleição para deputado estadual pelo RS, cerca de 1,6 milhão foram em candidatas mulheres, o que corresponde a uma parcela de 26%. Considerando que as mulheres representavam 34% das candidaturas à Assembleia Legislativa – 179 das 528 totais –, é possível perceber uma preferência por candidatos homens por parte do eleitorado gaúcho.
FONTE:
sul21.com.br
Por Pedro Stahnke
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