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Suíça empata, Noruega goleia e ambas se classificam pelo Grupo A na Copa do Mundo feminina

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A Noruega volta aos gramados no próximo sábado (5) pelas oitavas da Copa do Mundo feminina contra a primeira colocada do Grupo C

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Sem gols no fechamento do Grupo A, a Suíça eliminou a Nova Zelândia, uma das anfitriãs da Copa do Mundo Feminina, na madrugada de domingo (30). O país-sede foi o primeiro da história a ser desclassificado na primeira fase do torneio. A goleada da Noruega sobre as Filipinas – 6 a 0 – garantiu a segunda vaga para o país nórdico nas oitavas junto com a seleção suíça, que passou invicta pela primeira fase.

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O empate de 0 a 0 entre Suíça e Nova Zelândia, no Forsyth Barr Stadium, em Dunedin, na Nova Zelândia, frustrou a expectativa das neozelandesas, que apesar de não ter tradição na Copa do Mundo, esperavam avançar na próxima fase para tentar maior representatividade no Mundial. O país participou de cinco das oito edições da Copa do Mundo feminina, todas com resultados acima da décima colocação.

Já a Noruega avançou nesta edição do torneio pelo saldo de gols, incrementado pelo resultado de seis gols contra as Filipinas na partida realizada no Estádio Eden Park, em Auckland, na Nova Zelândia. A equipe norueguesa, que venceu o campeonato mundial em 1995, terminou o Grupo A com quatro pontos, um a menos que a líder Suíça.

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VITÓRIA COM GOL ADVERSÁRIO

A seleção da Noruega demonstrou sua superioridade desde os primeiros minutos da partida e terminou o primeiro tempo com 13 finalizações.

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O primeiro gol, aos seis minutos, foi marcado pela centroavante Sophie Haug, que também marcou o segundo, aos 17 minutos, e outro, no segundo tempo. Caroline Graham e Guro Reiten foram as autoras de outros dois gols. E teve, ainda, um gol contra cometido pela lateral-direita filipina Alicia Barker.

A Noruega volta aos gramados no próximo sábado (5) pelas oitavas da Copa do Mundo feminina contra a primeira colocada do Grupo C. A Suíça disputa partida com a segunda colocada do Grupo C na mesma data.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Estreante, Cruzeiro será 15º brasileiro na Libertadores Feminina

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Bicampeão da Libertadores entre os homens, o Cruzeiro chega à versão feminina do maior torneio do continente pela primeira vez. A estreia será nesta sexta-feira (16), às 21h (horário de Brasília), contra a LDU, dona da casa – a competição ocorre em Quito, capital equatoriana.

O Estádio Casa Blanca, palco da partida, é justamente onde o adversário das Cabulosas manda os jogos. O Bolívar (Bolívia) e o Olimpia (Paraguai) também integram o Grupo C.

Classificada à Libertadores pelo vice do Campeonato Brasileiro do ano passado, a Raposa chega ao torneio com vários desfalques por contusão. Caso das zagueiras Tainara e Paloma Maciel, a meia Gaby Soares e as atacantes Ravenna e Millene, regularmente utilizadas pelo técnico Jonas Urias, que se recuperam de lesões de ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho.

A última baixa foi a goleira Cláudia, que lesionou a coxa direita. Para substitui-la, o time celeste foi atrás de Taluane, do América-MG, e conseguiu inclui-la na lista definitiva que foi enviada à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). A primeira opção da posição deve ser Camila Rodrigues, que iniciou a temporada como titular.

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Por outro lado, a atacante Letícia Ferreira voltou a ficar à disposição após se recuperar de uma cirurgia no ombro direito que a tirou dos gramados por dois meses. Em 2025, a jogadora foi a artilheira cruzeirense na temporada, com 27 gols.

O Cruzeiro é o 15º clube brasileiro a participar da Libertadores Feminina em 18 edições. Cinco times do país já venceram a competição, com destaque para o Corinthians, atual tricampeão e dono de seis títulos – um deles em parceria com o Audax. São José (três), Santos, Ferroviária (ambos dois) e Palmeiras (um) também levantaram a principal taça do continente.

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O futebol paulista é o que mais teve representantes: oito (Corinthians, Audax, São José, Santos, Ferroviária, Palmeiras, Centro Olímpico e São Paulo). O Cruzeiro é o primeiro de Minas Gerais a participar.

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Mais seis estados já contaram com equipes na competição: Amazonas (Iranduba), Paraná (Foz Cataratas), Pernambuco (Vitória das Tabocas), Rio de Janeiro (CEPE/Duque de Caxias), Rio Grande do Sul (Internacional) e Santa Catarina (Avaí/Kindermann). Entre eles, Foz (2012) e Iranduba (2018) até chegaram perto do título, mas ficaram com o vice para Colo-Colo (Chile) e Atlético Huila (Colômbia), respectivamente.

Palestrinas largam com vitória

Campeão em 2022, o Palmeiras estreou na noite da última quinta-feira (15) na edição deste ano da Libertadores. As Palestrinas iniciaram a busca pelo segundo título com uma vitória magra sobre o Universitario (Peru), por 1 a 0, no Estádio Banco Guayaquil.

Líder do Grupo B com três pontos, o Verdão volta a campo no domingo (18), às 17h, para encarar o Belgrano (Argentina), novamente no Banco Guayaquil. Mais cedo na quinta, as argentinas empataram por 1 a 1 com outro anfitrião, o Dragonas, time feminino do Independiente del Valle. Ambos somam um ponto.

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A técnica Rosana Augusto preservou as jogadoras do Palmeiras que estavam com a seleção brasileira nos jogos contra a Argentina. A lateral Raíssa Bahia e as atacantes Bia Zaneratto e Taina Maranhão iniciaram o confronto no banco. As Palestrinas já estão sem a goleira Kate Tapia – ausente por “questões disciplinares” – e a lateral Ana Guzmán, que rompeu o LCA do joelho direito pela Colômbia em amistoso na última terça-feira (13).

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O Verdão não teve dificuldades para controlar o jogo, mas desperdiçou oportunidades de construir uma vantagem robusta. Mesmo assim, não demorou a sair na frente com Brena, aos 15 minutos.

A volante foi lançada na esquerda pela meia Andressinha e, de primeira, deixou Emily Assis na cara do gol. A lateral bateu na saída da goleira Mia Shalit, que fez boa defesa, mas a sobra ficou justamente com Brena, que mandou para as redes.

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As Palestrinas poderiam ter ampliado aos 24. A atacante Gláucia abriu na esquerda com Brena. Impedida, ela cruzou para a volante Diany completar de carrinho para o gol. Após a revisão da arbitragem de vídeo, o lance foi anulado.

O ritmo do jogo caiu sensivelmente a partir da reta final do primeiro tempo devido aos 2.850 metros da altitude de Quito. A lateral Milagros Rolón, do Universitario, chegou a passar mal por causa da falta de ar e precisou ser atendida com cilindros de oxigênio, tendo que ser substituída aos 39 minutos.

Assim como na etapa inicial, o segundo tempo foi de chances perdidas pelo time brasileiro, boa parte delas graças a defesas de Shalit. Aos 23 minutos, a zagueira Pati Maldaner cobrou um pênalti na mesma trave esquerda que, nos acréscimos, salvou as peruanas em um chute de fora da área da volante Duda Santos.

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País domina torneio com 14 títulos, de cinco times, em 17 edições

Lincoln Chaves – Repórter da EBC
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