Policiais
Feminicídio: Homem mata companheira, chama Samu e foge
Foto: Redes sociais/Facebook
O episódio ocorreu aproximadamente às 15h50 de sábado (2), quando as autoridades foram acionadas para intervir na situação
Um trágico incidente ocorreu em Cotriguaçu, situado a 920 km de Cuiabá, onde um homem tirou a vida de sua esposa, identificada como Ana Paula dos Santos Pereira Magalhães, de 41 anos, através de disparos de arma de fogo. Após o ato, ele fez contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e, em seguida, empreendeu fuga, de acordo com informações da Polícia Civil.
Conforme relatado no boletim, o suspeito fez uma parada em uma distribuidora após o crime, onde comunicou ter atirado contra sua própria esposa e solicitou assistência do Samu.
Logo depois, ele entrou em um veículo e partiu, permanecendo em busca da polícia até o momento, pois ainda não foi localizado.
Quando os policiais chegaram ao local, encontraram a equipe médica prestando socorro à vítima em sua residência, porém, lamentavelmente, ela não conseguiu sobreviver aos ferimentos.
Durante a investigação, os agentes encontraram um revólver calibre 38 na mesa da sala, contendo quatro munições intactas e uma deflagrada. Foi constatado que a referida arma de fogo não possuía registro no sistema.
Fonte: Jornal de Brasilia
Policiais
Moraes concede regime semiaberto a Débora do Batom, condenada pelo 8/1
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu progressão de regime para o semiaberto à cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, que foi condenada a 14 anos de prisão por sua participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. 
Débora ganhou notoriedade por ter pichado com um batom a frase Perdeu, mané na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede do STF.
Apesar da progressão, Moraes manteve Débora do Batom em regime domiciliar de cumprimento de pena, em razão de ela ter filhos menores de idade. Com a mudança de regime, ela agora poderá sair de casa durante o dia.
Débora iniciou o cumprimento de pena em setembro de 2025, quando já se encontrava presa preventivamente em regime domiciliar.
Condenação
Por seus atos no 8 de janeiro, a cabeleireira foi condenada pela Primeira Turma do STF pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. O placar final de julgamento foi 4 a 1.
A progressão de regime para o semiaberto era pedida pela defesa desde maio, quando os advogados também pediram que fosse aplicado ao caso dela a Lei da Dosimetria, promulgada pelo Congresso Nacional naquele mesmo mês.
Criada especificamente para alterar o cálculo das penas de pessoas condenadas pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, a Lei da Dosimetria teve seus efeitos suspensos por decisão de Alexandre de Moraes. A suspensão é válida até que o plenário do STF julgue ações que questionam a nova lei.
Golpe
Em 8 de janeiro de 2023, centenas de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, insatisfeitos com a derrota na tentativa de reeleição, invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília. O prédio do STF foi um dos mais atingidos, com diversas avarias ao plenário, por exemplo.
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