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Homem é preso no DF por agredir a mulher com panela de pressão

Publicado em

Hugo Barreto/Metrópoles

Segundo a vítima, as agressões começaram após uma discussão por dinheiro. Homem exigia mais para comprar cerveja, e mulher não cedeu

Um homem de 40 anos foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (10/3) por agredir a mulher com uma panela de pressão na QNM 19, em Ceilândia, no Distrito Federal.

Segundo a vítima, o marido chegou em casa por volta das 19h, alcoolizado, pedindo dinheiro para comprar cerveja. A mulher, então, deu R$ 10 a ele. Não satisfeito, o homem exigiu mais e tentou pegar cédulas que a mulher tinha guardado, mas foi impedido por ela.

Indignado, ele passou a chamar a vítima de “puta” e a agredi-la com “socos na cabeça e no rosto”. Em seguida, usou a panela de pressão para feri-la.

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A briga chamou a atenção dos vizinhos, que, assustados, chamaram a polícia. O homem foi detido e encaminhado à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) 2. Ele responderá por ameaça, lesão corporal e pela Lei Maria da Penha.

Fonte: Metropoles
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Moraes concede regime semiaberto a Débora do Batom, condenada pelo 8/1

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Mulher que escreveu Perdeu Mané em estátua está em regime domiciliar
Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu progressão de regime para o semiaberto à cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, que foi condenada a 14 anos de prisão por sua participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. 

Débora ganhou notoriedade por ter pichado com um batom a frase Perdeu, mané na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede do STF.

Apesar da progressão, Moraes manteve Débora do Batom em regime domiciliar de cumprimento de pena, em razão de ela ter filhos menores de idade. Com a mudança de regime, ela agora poderá sair de casa durante o dia.

Débora iniciou o cumprimento de pena em setembro de 2025, quando já se encontrava presa preventivamente em regime domiciliar.

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Condenação

Por seus atos no 8 de janeiro, a cabeleireira foi condenada pela Primeira Turma do STF pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. O placar final de julgamento foi 4 a 1. 

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A progressão de regime para o semiaberto era pedida pela defesa desde maio, quando os advogados também pediram que fosse aplicado ao caso dela a Lei da Dosimetria, promulgada pelo Congresso Nacional naquele mesmo mês.

Criada especificamente para alterar o cálculo das penas de pessoas condenadas pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, a Lei da Dosimetria teve seus efeitos suspensos por decisão de Alexandre de Moraes. A suspensão é válida até que o plenário do STF julgue ações que questionam a nova lei.

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Estátua da Justiça pichada em frente ao STF durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 – Joedson Alves/Agencia Brasil

Golpe

Em 8 de janeiro de 2023, centenas de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, insatisfeitos com a derrota na tentativa de reeleição, invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília. O prédio do STF foi um dos mais atingidos, com diversas avarias ao plenário, por exemplo.

 

 

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