Politica
Ex-cabeleireira de Dilma ganha boquinha na estatal EBC: R$11,2 mil por mês
Ex-cabeleireira de Dilma garantiu generosa boquinha na EBC
Márcia Westphalen trabalhou na campanha de Dilma em 2010
A ex-cabeleireira de Dilma Rousseff ganhou uma generosa boquinha na Empresa Brasil de Comunicação (EBC) que garante salário bruto de R$11,2 mil por mês. Com os descontos, o vencimento fica em cerca de R$8,5 mil.
Desde abril do ano passado, Márcia Westphalen, que trabalhou na campanha de Dilma em 2010, ocupa o posto de coordenadora de viagens/gerência de transportes da EBC em Brasília.
Esta não é a primeira boquinha, regada a dinheiro público, que a ex-cabeleireira de Dilma arranja. Em 2010, Márcia conseguiu um cargo na transição do governo Lula para o governo Dilma. À época, o salário era de R$6,8 mil, valor que corrigido pelo IGPM ficaria, hoje, na casa dos R$17 mil.
A boquinha motivou o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) a entrar com pedido de explicação ao ministro Paulo Pimenta (Secom) na Comissão de Fiscalização e Controle. O parlamentar que saber mais detalhes sobre os critérios para a contratação da cabeleireira.
Politica
Eleições 2026: nenhum eleitor pode ser preso a partir desta terça
A partir desta terça-feira (20), cinco dias antes do segundo turno das eleições, nenhum eleitor pode ser preso ou detido por qualquer autoridade, com exceção de prisões em flagrante delito, prisões realizadas em razão de sentença criminal condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral. 
A medida está prevista no artigo 236 do Código Eleitoral e tem como objetivo evitar que prisões ou detenções impeçam a participação de eleitores no pleito.
A legislação prevê ainda que, caso ocorra alguma prisão nesse período, a pessoa detida deverá ser imediatamente apresentada ao juiz competente. Se a autoridade judicial constatar que a detenção é ilegal, deverá determinar a soltura e responsabilizar quem a realizou.
A regra também foi aplicada no primeiro turno das eleições, realizado no último dia 4.
Candidatos
Desde 10 de outubro, 15 dias antes da votação, candidatos que disputam o segundo turno também não podem ser presos ou detidos, exceto em flagrante delito. A mesma garantia se estende a mesários e fiscais de partido durante o exercício de suas funções, nos termos da legislação eleitoral.
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