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Curiosidades

O que parar de beber álcool pode fazer pela minha vida sexual?

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Entenda os impactos positivos que o hábito de não consumir bebidas alcoólicas pode gerar na vida sexual das pessoas

Sergii Gnatiuk/Getty Images

Além do Dry January – movimento que sugere passar o mês de janeiro inteiro sem beber álcool -, já foi percebida a movimentação de boa parte da Geração Z de parar de ingerir bebidas alcoólicas. E fica a pergunta: como isso pode impactar na vida sexual?

Apesar de existir uma romantização do consumo de álcool na sociedade e a atitude ser vista como “careta” por muitas pessoas, o fato é que deixar de consumir álcool traz muitos benefícios, e o sexo é uma das áreas afetadas positivamente.

Se você ainda está na dúvida sobre largar ou não esse hábito, confira alguns dos impactos positivos da sobriedade na vida sexual:

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Zero ressaca

As ressacas são frequentes entre as pessoas que bebem, e junto dela vêm muitos sintomas físicos, como dores de cabeça e enjoo, e emocionais, a exemplo de ansiedade e vergonha. Se sentindo dessa forma, é mais difícil sentir vontade de transar. Logo, poder viver uma vida sem ressacas impede que a “fossa” alcoólica evite o sexo.

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Mais excitação e ereção

De acordo com o terapeuta sexual André Almeida, o álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central, que pode interferir nos processos de excitação e ereção.

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Menor nível de consciência

“O consumo de álcool aliado ao sexo pode trazer riscos, como a diminuição do senso crítico e de responsabilidade e até aumento de riscos de violência entre parceiros íntimos”, pontua André.

Sem passar cheque

Por fim, sabe-se que o álcool solta o intestino devido à aceleração que provoca no trato intestinal, podendo até causar diarreias. Logo, se a ideia for fazer um sexo anal mais seguro, o ideal é evitar a bebida alcoólica.

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Fonte: Metropoles
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Cultura

Estudantes-atletas do DF recebem apoio de equipe multidisciplinar nos Jogos da Juventude 2026

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Equipe acompanha e oferece suporte aos atletas durante a competição nacional, realizada em Foz do Iguaçu (PR)

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Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares

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A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) enviou uma equipe multidisciplinar para acompanhar e orientar os estudantes-atletas que participam dos Jogos da Juventude 2026. A delegação do DF conta com psicóloga, assistente social, fisioterapeuta, técnicos e oficiais. O objetivo é oferecer suporte aos jovens durante a competição nacional, realizada em Foz do Iguaçu (PR), de 19 de outubro a 3 de novembro.

Além da preparação física e técnica, os Jogos da Juventude também exigem equilíbrio emocional. A pressão por resultados e a ansiedade podem afetar os adolescentes. Por isso, a equipe multidisciplinar oferece apoio aos estudantes-atletas durante a disputa, contribuindo para o bem-estar e o desenvolvimento pessoal.

“Mais do que preparar os estudantes para as competições, queremos proporcionar uma experiência de formação e crescimento. Nosso objetivo é garantir que esses jovens se sintam acolhidos e amparados durante os Jogos. O cuidado vai além do desempenho esportivo e envolve desenvolvimento emocional, social e humano”, explica a diretora de Modalidades Especiais (Dimesp) da SEEDF, Rejane Matias.

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Nesta edição dos Jogos da Juventude, a Subsecretaria de Educação Básica (Subeb) e a Subsecretaria de Apoio às Políticas Educacionais (Suape) trabalharam juntas para garantir o acompanhamento especializado da delegação do DF. “Queremos olhar para cada atleta de forma integral e garantir que essa experiência no desporto escolar seja relevante”, afirma a diretora.

 

Saúde mental em jogo

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Um dos desafios enfrentados pelos esportistas é lidar com o nervosismo, a ansiedade e a pressão por resultados, inclusive por parte dos familiares. Essas situações podem ser ainda mais difíceis para quem sonha em seguir carreira no esporte.

 

Na delegação do DF, a assistente social atua na proteção, no bem-estar e no acompanhamento dos estudantes-atletas. O trabalho inclui oferecer apoio em situações de dificuldade emocional, convivência e adaptação durante a viagem, além de acompanhar questões relacionadas à segurança e à garantia de direitos dos adolescentes.

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A assistente social Karol Moraes, que acompanha a delegação nos Jogos da Juventude 2026, explica como funciona o trabalho na rede pública de ensino e durante a competição. “Na política de educação, o assistente social atua principalmente nas questões relacionadas ao ensino, à aprendizagem e à permanência do estudante na escola. Também trabalha na garantia de direitos e na proteção integral de crianças e adolescentes. É importante considerar a realidade social e o contexto de vida de cada estudante, aspectos que muitas vezes acabam sendo desconsiderados.”

“É importante considerar a realidade social e o contexto de vida de cada estudante, aspectos que muitas vezes acabam sendo desconsiderados”

Karol Moraes, assistente social

A condição física dos atletas também influencia a saúde mental antes e depois das competições. A fisioterapeuta Rafaela Costa, que atua há 14 anos nos Jogos da Juventude, explica a importância desse acompanhamento:

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“Antes da competição, a fisioterapia ajuda a reduzir a ansiedade, o estresse e a tensão muscular por meio de técnicas de relaxamento, alongamentos, massagens e exercícios respiratórios. Também contribui para a confiança e a preparação física do atleta. Após as provas, auxilia na recuperação muscular, no alívio das dores e na redução das tensões físicas e emocionais”, pontua Rafaela Costa.

 

*Com informações da SEEDF

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