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Politica

Trump deve escolher Brooke Rollins como secretária de agricultura, relata WSJ

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O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, deve escolher Brooke Rollins, presidente do America First Policy Institute, como secretária de agricultura, informou o Wall Street Journal neste sábado.

Se confirmada, Rollins lideraria uma agência de 100.000 pessoas com escritórios em todos os condados do país, cuja competência inclui programas agrícolas e de nutrição, silvicultura, empréstimos imobiliários e agrícolas, segurança alimentar, desenvolvimento rural, pesquisa agrícola, comércio e muito mais. Tinha um orçamento de 437,2 bilhões de dólares em 2024.

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A agenda do indicado teria implicações para as dietas e carteiras americanas, tanto urbanas quanto rurais. Autoridades e funcionários do Departamento de Agricultura negociam acordos comerciais, orientam recomendações alimentares, inspecionam carnes, combatem incêndios florestais e dão suporte à banda larga rural, entre outras atividades.

Se confirmada, Rollins aconselharia a administração sobre como e se implementar créditos fiscais de combustível limpo para biocombustíveis em um momento em que o setor espera crescer por meio da produção de combustível de aviação sustentável.

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A indicada também orientaria a renegociação do acordo comercial entre EUA, México e Canadá no ano que vem, à sombra das disputas sobre a tentativa do México de proibir importações de milho geneticamente modificado e as cotas de importação de laticínios do Canadá.

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Trump disse que planeja novamente instituir tarifas abrangentes que provavelmente afetarão o setor agrícola.

Ele estava considerando oferecer o cargo à ex-senadora norte-americana Kelly Loeffler, uma aliada fiel que ele escolheu para copresidir seu comitê inaugural, informou a CNN na sexta-feira.

Fonte: IstoÉ

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feminicidio

Vote Segura mostra boas práticas de políticas de segurança a mulheres

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Guia lista 11 recomendações para parlamentares eleitos
Agência Brasil

A Rede Justiça Criminal lançou a campanha Vote Segura, voltada prioritariamente à segurança das mulheres. No ano passado, canais oficiais registraram 1.571 vítimas de feminicídio no país. Significa que ao menos quatro mulheres foram assassinadas por dia por motivação relacionada ao gênero. Para cada feminicídio consumado, outros três foram tentados.

A campanha Vote Segura elaborou um guia com um conjunto de boas práticas legislativas para orientar a formulação de programas de mandato, projetos de lei, atividades de fiscalização e articulação política.

O objetivo é qualificar o debate público e subsidiar candidaturas ao Congresso Nacional comprometidas com a redução da violência contra o público feminino. As mulheres representam 51,5% da população brasileira de 213,4 milhões de habitantes.

O guia reúne 11 recomendações para os próximos parlamentares eleitos:

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  1. priorizar a prevenção sem abandonar a responsabilização;
  2. estruturar políticas públicas permanentes;
  3. fortalecer a coordenação entre os entes federativos;
  4. promover a integração entre diferentes políticas públicas;
  5. basear decisões em evidências e dados confiáveis;
  6. incorporar mecanismos permanentes de monitoramento e avaliação;
  7. fortalecer a transparência e o controle por parte da sociedade;
  8. estabelecer critérios objetivos para acesso a recursos públicos;
  9. adotar uma perspectiva de direitos humanos voltada também às mulheres;
  10. produzir impactos mensuráveis;
  11. evitar respostas legislativas exclusivamente simbólicas.
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A coordenadora executiva da Rede Justiça Criminal, Janine Salles de Carvalho, destaca que as mulheres brasileiras estão com medo, e com razão. Elas mudam suas rotinas, compartilham a localização em tempo real quando saem à noite, preocupam-se com a própria segurança.

“Esse medo, infelizmente, também se tornou um ativo político capaz de mobilizar votos. Mas responder à insegurança não significa apostar apenas em mais polícia ou prisões. Precisamos olhar para aquilo que impede que a violência aconteça.”

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