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Politica

Caiado destaca qualificação da PM goiana na formatura de 105 novos cadetes

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Oficiais vão ocupar postos de comando, gestão e liderança na corporação. Governador ressalta redução de 36% na letalidade policial em Goiás

A qualificação técnica dos membros da Polícia Militar foi celebrada pelo governador Ronaldo Caiado nesta quinta-feira (23/1) durante a formatura da 47ª Turma do Curso de Formação de Oficiais – Aspirantes 2025 da Polícia Militar de Goiás (PMGO). O evento marcou a conclusão do treinamento de alto nível para 105 novos cadetes da corporação. “Essa é a diferença da PM de Goiás, cada vez mais capacitada para garantir a segurança da população. Temos os batalhões mais bem preparados do Brasil”, comemorou o chefe do Executivo goiano.

Aos formandos, Caiado ressaltou que o Estado é mais forte quando a polícia está capacitada e equipada. “A PMGO se preocupa em qualificar militares, preparar a corporação para que cada um dos integrantes possa levar tranquilidade e paz à população”, sublinhou. Em seguida citou dados do Ministério de Segurança Pública e Justiça, apontando que nos últimos três anos, Goiás teve uma redução de 36% na letalidade policial.

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Apenas em 2024, as mortes em intervenções policiais caíram 25%, passando de 517 casos em 2023 para 387. O levantamento do MJSP mostra Goiás como um dos poucos estados a apresentar resultado positivo, enquanto dez outras unidades da federação registraram crescimento do número de mortes.

“Quando se tem a segurança implantada, em condição para os policiais trabalharem, não tem agressividade do crime e o resultado é a segurança e a baixa letalidade. Este é o caminho a ser seguido em nosso país e Goiás dá exemplo”, garantiu Caiado.

Esta é uma das maiores turmas de aspirantes da história da PMGO. Com o encerramento do curso, amplia o quadro de oficiais da polícia goiana, com profissionais treinados para assumir postos de comando, gestão e liderança. “Chegamos a uma condição de referência, mas o Estado não pode parar. Tem de formar sempre bons profissionais, de maneira moderna, atualizada, o que é feito pela nossa academia da Polícia Militar”, concluiu o vice-governador Daniel Vilela.

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A formação incluiu pela primeira vez três cursos especializados: Operações de Inteligência, Instrutor de Tiro e Comunicação Social, garantindo que os novos oficiais estejam prontos para atuar em diversas frentes. “Foi um período de intensa preparação física e mental. A formação e o treinamento de alto nível são um reflexo da política do Governo de Goiás de valorizar a segurança pública,” acrescentou o comandante-Geral da PM, Coronel Marcelo Granja.

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Em breve, os cadetes recém-formados estarão em operação nos 246 municípios goianos. “Foi um curso intenso de quase dois anos e agora, junto com a tropa, vamos coordenar o trabalho de combate à criminalidade em todo estado” , salientou o aspirante a oficial, Matheus Gonçalves.

Fotos: Adalberto Ruchelle e Walter Folador

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Legenda: Governador Ronaldo Caiado destaca Goiás como referência na segurança pública, durante formatura de cadetes da polícia militar

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

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Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

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Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

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“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

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As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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