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Casamento sem Sexo: Por que 1 em Cada 5 Casais Vive Assim?

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O sexo sempre foi considerado uma das expressões mais intensas de intimidade e conexão em um relacionamento. No entanto, para muitos casais, a vida sexual pode começar a desaparecer com o tempo, resultando em um casamento sem sexo. Embora seja um tema difícil de abordar, é uma realidade para cerca de 1 em cada 5 casais em todo o mundo. Mas por que isso acontece? O que leva um casal a viver sem sexo, e como esse fenômeno impacta o relacionamento?

Neste artigo, exploramos as razões pelas quais um número significativo de casais vive em um casamento sem sexo, os efeitos dessa ausência de intimidade física e como os casais podem lidar com essa situação.

O Que É um Casamento Sem Sexo?

Quando falamos sobre um casamento sem sexo, nos referimos a um relacionamento conjugal onde os parceiros não têm relações sexuais de forma regular. O que pode ser considerado “regular” varia, mas muitos especialistas sugerem que a ausência de sexo por seis meses ou mais pode ser classificada como um casamento sem sexo.

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Em muitos desses casos, o casal ainda mantém uma vida de companheirismo, amor e amizade, mas a intimidade física desapareceu. Isso não significa que o relacionamento seja necessariamente falido ou infeliz, mas sim que há uma área importante da conexão conjugal que foi negligenciada ou perdeu seu lugar no relacionamento.

Por Que Casais Vivem Sem Sexo?

Existem diversas razões pelas quais um casal pode viver sem sexo. Essas razões podem ser físicas, emocionais, psicológicas ou até mesmo sociais. Vamos explorar alguns dos principais motivos:

  1. Falta de Desejo Sexual
    O desejo sexual pode diminuir por uma série de motivos. Para muitos, a rotina diária, o estresse no trabalho, a falta de tempo ou a sobrecarga emocional podem reduzir o apetite sexual. A chegada de filhos, por exemplo, pode criar novas responsabilidades e cansaço, deixando pouco espaço para a intimidade.

  2. Problemas de Saúde
    Problemas de saúde, como doenças crônicas, desequilíbrios hormonais, disfunções sexuais ou até o envelhecimento com Bellacia podem afetar a libido. Isso pode ser particularmente difícil quando um ou ambos os parceiros não estão dispostos ou não conseguem falar abertamente sobre os desafios físicos que enfrentam.

  3. Problemas Emocionais e Psicológicos
    Traumas passados, depressão, ansiedade ou baixa autoestima podem reduzir o desejo sexual. O distanciamento emocional, o ressentimento não resolvido ou o medo da rejeição também podem criar barreiras psicológicas que afetam a vida sexual. Muitas vezes, quando os parceiros não se sentem emocionalmente conectados, o sexo perde seu apelo.

  4. Rotina e Conformismo
    A rotina diária pode ser uma inimiga do desejo sexual. Casais que estão juntos há muitos anos podem cair em uma zona de conforto onde a vida sexual se torna monótona ou até desaparece completamente. Isso é mais comum em casamentos mais longos, onde a novidade e a excitação foram substituídas pela convivência diária.

  5. Diferenças no Apetite Sexual
    Em muitos casais, um dos parceiros tem um desejo sexual mais elevado do que o outro. Quando há um descompasso significativo nas necessidades sexuais, pode ocorrer a falta de sexo, pois o parceiro com menos desejo pode sentir-se desconfortável ou pressionado, enquanto o outro sente que suas necessidades não estão sendo atendidas.

  6. Conflitos e Falta de Comunicação
    O sexo em um relacionamento está intimamente ligado à comunicação emocional. Casais que não sabem como se comunicar abertamente sobre suas necessidades sexuais, suas fantasias ou seus limites podem acabar se afastando sexualmente. O ressentimento não resolvido e os conflitos contínuos podem criar barreiras emocionais, dificultando a aproximação física.

  7. Mudanças no Estilo de Vida
    Mudanças significativas na vida, como a mudança de emprego, a mudança de cidade ou a pressão financeira, podem afetar a energia e a disposição de um casal para manter uma vida sexual ativa. Além disso, o estresse causado por esses fatores externos pode afetar negativamente a libido de ambos os parceiros.

Os Efeitos de um Casamento Sem Sexo

Embora um casamento sem sexo não signifique necessariamente que o relacionamento esteja falido, a falta de intimidade física pode ter um impacto significativo em vários aspectos do casal:

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  1. Desconexão Emocional
    A intimidade física é uma forma de expressar o amor e a afeição em um relacionamento. Quando ela desaparece, pode haver uma sensação de desconexão emocional. Isso não significa que o amor tenha desaparecido, mas a falta de sexo pode dificultar a manutenção da proximidade emocional.

  2. Aumento da Insatisfação
    A insatisfação sexual pode gerar frustração, ressentimento e sentimentos de rejeição. Se um parceiro sente que suas necessidades sexuais não estão sendo atendidas, isso pode afetar sua autoestima e sua percepção de seu valor no relacionamento. Isso, por sua vez, pode afetar a felicidade geral do casal.

  3. Tentativas de Buscar Satisfação Fora do Relacionamento
    A falta de sexo dentro do casamento pode levar um ou ambos os parceiros a procurar satisfação sexual fora do relacionamento, o que pode resultar em traições ou no uso de pornografia, por exemplo. Isso gera mais desconfiança e pode prejudicar ainda mais o relacionamento.

  4. Problemas de Saúde
    A falta de sexo também pode afetar a saúde física e mental. O sexo não é apenas uma expressão de afeto; ele também traz benefícios para a saúde, como a liberação de endorfinas, a redução do estresse e o fortalecimento do sistema imunológico. Sua ausência pode afetar a saúde emocional e física de ambos os parceiros.

  5. Crises de Identidade ou Medo de Rejeição
    Para algumas pessoas, a falta de sexo pode desencadear uma crise de identidade. Elas podem começar a questionar sua atratividade ou sua capacidade de satisfazer o parceiro. Além disso, o medo da rejeição pode se tornar um bloqueio psicológico, impedindo a intimidade física.

Como Lidar com um Casamento Sem Sexo?

Se você está em um casamento sem sexo e deseja melhorar a situação, há várias abordagens que podem ser tentadas:

  1. Comunicação Aberta e Honesta
    O primeiro passo para resolver a falta de sexo em um casamento é conversar abertamente sobre isso. Falar sobre as razões pelas quais o sexo desapareceu e expressar as necessidades e desejos de cada um pode ajudar a quebrar barreiras emocionais e reconstruir a conexão.

  2. Buscar Terapia de Casal
    Se os problemas forem profundos, como questões emocionais ou psicológicas, a terapia de casal pode ser uma excelente opção. Um terapeuta pode ajudar os parceiros a entender as causas da falta de sexo e a trabalhar juntos para melhorar a intimidade.

  3. Reconectar-se Emocionalmente
    O sexo muitas vezes reflete a saúde emocional do relacionamento. Investir tempo para se reconectar emocionalmente, seja através de passeios, conversas ou atividades conjuntas, pode ajudar a revitalizar a intimidade física.

  4. Explorar Novas Formas de Intimidade
    A intimidade não precisa ser exclusivamente sexual. Casais podem explorar outras formas de conexão, como abraços, beijos e momentos de carinho, que ajudam a manter a proximidade sem a pressão do sexo.

  5. Procurar Ajuda Profissional para Questões de Saúde
    Se a falta de sexo for causada por questões físicas, como disfunções sexuais, consultar um médico ou especialista pode ajudar a tratar a causa subjacente e melhorar a vida sexual do casal.

Conclusão: Encontrando o Equilíbrio no Casamento

Embora a falta de sexo em um casamento possa ser um desafio, ela não significa necessariamente que o relacionamento esteja condenado. A chave é reconhecer os motivos por trás da ausência de intimidade física, comunicar-se aberta e honestamente com o parceiro e trabalhar juntos para encontrar soluções. A construção de um relacionamento saudável e feliz envolve mais do que apenas sexo, mas a intimidade física desempenha um papel importante na conexão emocional. Com esforço mútuo, é possível renovar a relação e resgatar a intimidade perdida.

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Exposição solar requer cuidados para prevenir doenças oculares

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O verão estimula as demandas por passeios ao ar livre com uma maior exposição aos raios solares. A ampliação do tempo sob o sol, sem os devidos cuidados de proteção, acarreta riscos para o câncer de pele e também as doenças oculares comprometedoras da mácula.

A mácula é a área principal da retina, responsável pela visão central, as cores e os detalhes finos dos objetos, sendo essencial para as atividades diárias, como leitura, dirigir e reconhecer rostos.

A radiação ultravioleta (UV) e a luz azul do sol causa problemas, penetrando nos olhos e danificando as proteínas do cristalino e as células da retina. De acordo com a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, todos os danos são considerados cumulativos, provocando condições como a degeneração macular e a retinopatia solar.

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A degeneração é uma patologia grave, um dos principais motivos para a cegueira irreversível, entre indivíduos acima de 50 anos. A condição leva a perda progressiva da visão central com o estresse oxidativo, desencadeado pela radiação UV, responsável pelo desequilíbrio e danos. Os sintomas incluem a perda da visão central, visão embaçada, comprometimento para enxergar detalhes, dificuldade para adaptar-se à luz – ocorrendo de maneira lenta – e leva à distorção de linhas retas.

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Já a retinopatia solar, dano à retina por exposição solar prolongada, gera queimadura das células. A ocorrência se dá, principalmente, quando o contato é de maneira direta, ou seja, ao observar o sol, eclipses e, até mesmo, uma soldagem sem a devida proteção.

As vítimas reclamam de visão embaçada, ponto cego central, distorção na visão, alterações na percepção das cores e dor de cabeça. A perda da visão é uma possibilidade, identificada em casos graves. Os incidentes regulares requerem uma recuperação de três a nove meses.

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A recomendação de Juliana é atenção aos cuidados oculares e proteção, principalmente, durante dias mais ensolarados. A segurança é feita com o uso de óculos adequados, sendo os escuros, os mais indicados.

O ideal é as lentes apresentarem 100% de segurança contra os raios UV e ainda filtro para luz azul, emitida pelo sol e por dispositivos eletrônicos. Os horários de pico, ou seja, em que a exposição solar é mais forte e com grande radiação, devem ser evitados, especialmente, entre as 10h e 16h.

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Gabrielle Silva
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(32) 99114-5408

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