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Esporte

Sicoob anuncia patrocínio à atleta olímpica Ana Sátila

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Crédito foto: Diogo Yoshio – OBL Produtora

Instituição reforça presença no esporte como território de marca e amplia conexão com narrativas de superação e coletividade
O Sicoob anunciou o patrocínio à atleta olímpica Ana Sátila, referência internacional da canoagem e uma das principais representantes brasileiras em três edições dos Jogos Olímpicos (Rio 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024). O contrato prevê presença da marca nos equipamentos da atleta, ativações em plataformas digitais e produção de conteúdos proprietários. O calendário inclui competições nacionais e internacionais até 2026, como etapas da Copa do Mundo e o Pan-Americano, na preparação para os Jogos de Los Angeles 2028.
“O patrocínio à Ana Sátila reforça o movimento do Sicoob de consolidar o esporte como território de marca relevante. A trajetória dela traduz atributos como disciplina e superação, que dialogam diretamente com o cooperativismo e fortalecem a percepção do Sicoob como uma instituição próxima, inovadora e preparada para dialogar com diferentes perfis de brasileiros. Ao apoiar histórias que inspiram, ampliamos nossa presença cultural e reforçamos a construção de uma marca cada vez mais reconhecida e admirada”, afirma Ênio Meinen, diretor de Coordenação Sistêmica, Sustentabilidade e Relações Institucionais do Sicoob.

 

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A união também foi celebrada pela atleta. “Eu estou animada demais em viver essa parceria com o Sicoob. Já caminhamos juntos há anos e agora seguimos ainda mais fortes. Esse apoio me dá energia extra pra remar mais forte pelos meus objetivos, sempre com confiança e propósito. No esporte e no cooperativismo, cada conquista é resultado de dedicação e união.”
Patrocínio como ativo de marca
O patrocínio à Ana Sátila integra o portfólio de iniciativas de endosso do Sicoob, que inclui também música e dramaturgia, e reforça o esporte como um dos territórios prioritários de posicionamento da instituição. A presença da atleta dá consistência a esse movimento ao associar a marca a narrativas de superação e protagonismo que dialogam com a essência do cooperativismo financeiro. Essa conexão amplia o equity de marca, fortalece a legitimidade cultural do Sicoob e consolida sua imagem como uma instituição cooperativa próxima, confiável e cada vez mais relevante na vida dos brasileiros.
Marca em movimento
Com mais de 9 milhões de cooperados e atuação nacional, o Sicoob tem intensificado seus investimentos em comunicação para ampliar a visibilidade e o conhecimento de marca em todo o país. A entrada em espaços culturais como o esporte funciona como vetor de expansão, aumentando o alcance da instituição e fortalecendo atributos de proximidade e confiança. Esse movimento contribui para consolidar o Sicoob no imaginário coletivo, ampliando sua presença competitiva e projetando a marca como um dos principais players do sistema financeiro brasileiro.
Sobre o Sicoob 

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Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 9 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferece serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. É formado por 326 cooperativas singulares, 14 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), que é composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de uma processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a primeira colocação entre as instituições financeiras com maior número de agências no Brasil, com mais de 4, 6 mil pontos de atendimento, e, em mais de 400 municípios, é a única instituição financeira presente. Acesse www.sicoob.com.br para mais informações.
Informações para a imprensa:
Approach Comunicação | (11) 4210-7466
Fabíola Souza – fabiola.souza@approach.com.br| (61) 99987-7747
Karina Dorlitz – karina.dorlitz@approach.com.br - Ramal 83 | (11) 97662-5502
Raphael Pozzi – raphael.pozzi@approach.com.br | (11) 99588-2436

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Esporte

“Elas em campo” é tema do Caminhos da Reportagem desta segunda-feira

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Programa vai ao ar às 23h na TV Brasil
TV Brasil

Em menos de um ano, em junho de 2027, oito cidades brasileiras sediarão jogos da primeira edição de uma Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul, recebendo 32 seleções de todo o mundo. A grandiosidade do evento reforça a importância do debate sobre o futebol feminino e demonstra que, ainda que estejamos evoluindo na modalidade, ainda há desafios a serem superados.

Se a geração das primeiras jogadoras a representar o país na seleção não tinha salários e recebia apenas uma ajuda de custo, inclusive nos seus clubes, hoje já existem várias competições nacionais e internacionais e mesmo de categorias de base, com um cenário consolidado de jogos. Se antes era preciso conciliar a paixão pelos campos com outros trabalhos, hoje já existe toda uma cadeia de mulheres atuando profissionalmente em cada etapa da modalidade, dentro e fora das quatro linhas.

Apesar disso, ainda há machismo e preconceito. Competições de várzea femininas ou espaços de formação e treinamento exclusivos para meninas são raros e surgem de iniciativas pontuais.

Na semana em que é coroada mais uma equipe como vencedora do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, com grandes torcidas enchendo estádios e apoiando suas atletas, é preciso lembrar que se uma mulher quisesse jogar bola entre os anos 1940 e meados de1980 no Brasil, ela era proibida por lei de praticar esse esporte, sob a justificativa de que teria a saúde física prejudicada.

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Hoje, no entanto, apesar das resistências que surgem, inclusive dentro das próprias famílias e de toda a sociedade, já é possível ver meninas e jovens sonhando com uma carreira no esporte, ou mesmo desejando simplesmente jogar bola, seja por amor ou diversão, em diferentes fases da vida. 

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Também já é possível reconhecer e reverenciar toda uma geração de pioneiras que pavimentaram esse caminho e são referências da potência que ainda podemos nos tornar, algumas inclusive trabalhando pela modalidade mesmo após oficialmente ‘pendurarem as chuteiras’.

Márcia Honório, uma dessas precursoras na seleção brasileira e que fez parte da primeira equipe a representar o Brasil em uma Copa do Mundo, fala sobre a emoção desse momento.

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“Quando você pega um telegrama daquele e se vê convocada, e quando está fora do seu país e ouve o Hino Nacional, é emocionante até hoje. A gente gostava e tinha garra, uma vontade de querer ganhar para chegar ao país e falar assim: ‘ó, agora vocês precisam ajudar o futebol feminino’”.

A equipe do Caminhos da Reportagem conversou com especialistas, atletas e ex-atletas, gestoras, jogadoras de várzea, empreendedoras, meninas e mulheres que vivem e, acima de tudo, amam o futebol. Elas contam como está a modalidade hoje, os desafios já superados e as expectativas para o que as próximas gerações encontrarão.

A ex-jogadora Formiga, recordista absoluta em tempo de atuação e em número de vezes representando o Brasil em copas do mundo, reconhece a importância desse pertencimento dentro da categoria:

“Eu passei de Miraíldes, a Mira, da família e dos amigos, para Formiga. E só aí vim entender que não só a Miraíldes jogava futebol, existiam outras mulheres que também passaram o mesmo ou pior, que eu não era a única mulher estranha no mundo.  Até então eu me achava um ser humano estranho, por ser a única menina ali que jogava realmente futebol no meio dos meninos”.

A jornalista Milly Lacombe lembra a importância dessa participação coletiva nos processos: “Eu acho que a principal mudança é a ideia de que juntas, conseguimos coisas, sozinha ninguém consegue nada. Então, a ideia de que a luta pela emancipação feminina não se separa da luta pelo futebol feminino. Eu diria que essa consciência de que a gente é classe, é um grupo, de que vamos juntas. Eu acho isso muito bonito no futebol feminino, que tem uma história de amor que o masculino não tem”, afirma.

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O momento é de otimismo e de maior espaço para a modalidade, inclusive por causa da copa no Brasil, e as entrevistadas imaginam um futuro com mais desenvolvimento para o futebol feminino. A treinadora de times da várzea Lu Leal diz o que espera para as novas gerações: “Meu maior sonho é ver as atletas que estão batalhando alcançar o objetivo chegar, ganhar e ter oportunidades. É o que elas merecem.”

O Caminhos da Reportagem “Elas em campo: futebol, paixão e resiliência” será exibido hoje (5), às 23h, na TV Brasil. No próximo mês, o tema será retomado em outro programa que tratará das condições e do cenário do futebol feminino como profissão e possibilidade de carreira para jovens mulheres.  

Fonte: Agencia Brasil

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