Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Hospital Cidade do Sol treina equipes para agir em emergências cardíacas

Publicado em

 Técnica de compressão torácica aumenta chances de salvar vidas
 
 Por Talita Motta
Profissionais do Hospital Cidade do Sol (HSol), em Ceilândia, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF),  participaram na última quarta-feira (17) de uma tarde intensa de aprendizado prático. O “Treinamento de Habilidade: Prática em Compressão de Alta Qualidade Adulto” reuniu quatro turmas e reforçou a importância da atualização constante no atendimento a emergências.
Segundo o chefe do núcleo de enfermagem, Leandro Queza, a iniciativa fortalece a atuação das equipes e aumenta a segurança dos pacientes. “O treinamento garante que os profissionais respondam de forma rápida e eficaz em situações críticas, refletindo diretamente na qualidade da assistência”, afirma.
A enfermeira Luiza Esteves de Melo destacou o aspecto técnico da atividade. “Nosso foco foi treinar a execução correta das manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), garantindo compressões torácicas eficazes e ventilação adequada. Essa prática mantém a circulação e a oxigenação até a chegada de suporte avançado”, explica.
Na etapa prática, os participantes aplicaram o conteúdo em manequins de simulação, esclarecendo dúvidas e reforçando os conhecimentos adquiridos. O exercício aproximou a teoria do cotidiano hospitalar, padronizando condutas e ampliando a segurança do atendimento.
“Mais do que uma atualização técnica, esse treinamento valoriza nossos profissionais, oferecendo ferramentas para atuar com confiança. Quando a equipe se sente preparada, o cuidado ao paciente ganha ainda mais qualidade”, afirma Júlia Gurgel, gerente-geral do hospital.
A iniciativa foi organizada pelo do Núcleo de Educação Permanente (NUDEP)  em parceria com a Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (DIEP), e integra o investimento contínuo do IgesDF na capacitação das equipes de saúde.
Assessoria de Comunicação

imprensa@igesdf.org.br

( 61 3550-9281
Atendimento à imprensa: Segunda a sexta – 8h às 18h
Sábados, domingos e feriados – 9h às 17h

Acesse: https://igesdf.org.br/

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Mulheres na menopausa não precisam ser atletas olímpicas para reforçar a musculatura e ter um corpo rejuvenescido

Saúde

Casos de catarata precoce em adultos mais jovens acendem alerta para sinais silenciosos da doença

Published

on

 

Crédito: Imagem de Freepik

 

Advertisement

Condição tradicionalmente associada ao envelhecimento também pode surgir antes dos 60 anos e estar relacionada a fatores genéticos, doenças crônicas, uso prolongado de medicamentos e hábitos de vida

Embora seja frequentemente associada ao envelhecimento, a catarata também pode se desenvolver em pessoas mais jovens. O surgimento precoce da condição, caracterizada pela perda gradual da transparência do cristalino — lente natural dos olhos responsável por focar as imagens — tem chamado a atenção de especialistas, especialmente diante do aumento de fatores de risco relacionados ao estilo de vida e a determinadas condições de saúde.
A catarata precoce pode comprometer significativamente a qualidade de vida ao dificultar atividades cotidianas, como dirigir, ler, trabalhar e utilizar dispositivos eletrônicos. Entre os principais sintomas estão visão embaçada, aumento da sensibilidade à luz, dificuldade para enxergar à noite, alteração frequente no grau dos óculos e percepção de cores menos nítidas.
“A catarata é uma condição progressiva e nem sempre está relacionada apenas à idade avançada. Casos diagnosticados antes dos 60 anos podem estar associados a fatores genéticos, doenças sistêmicas, traumas oculares, uso prolongado de medicamentos e hábitos de vida inadequados”, explica a Dra. Bruna Ventura, médica oftalmologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE).
Entre as principais causas da catarata precoce estão o diabetes descompensado, o uso contínuo de corticoides, a exposição excessiva à radiação ultravioleta sem proteção adequada, o tabagismo e a alta miopia. Além disso, histórico familiar da doença e lesões nos olhos também aumentam o risco de desenvolvimento da condição.
“A adoção de medidas preventivas pode contribuir para reduzir o risco ou retardar o aparecimento da catarata. A manutenção de hábitos saudáveis e o controle adequado de doenças crônicas são fundamentais para preservar a saúde visual”, orienta a especialista.
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a catarata não pode ser tratada com colírios ou medicamentos. Atualmente, a cirurgia é a única forma eficaz de restaurar a visão comprometida pela doença. O procedimento consiste na remoção do cristalino opaco e na implantação de uma lente intraocular, sendo considerado seguro e com altos índices de sucesso.
“Consultas oftalmológicas regulares são essenciais em todas as fases da vida, especialmente para pessoas que apresentam fatores de risco ou percebem mudanças na qualidade da visão. A avaliação periódica permite identificar precocemente alterações oculares e iniciar o tratamento mais adequado para cada caso”, destaca a Dra. Bruna Ventura.

Leia Também:  Natal: tempo de esperança para casais que buscam a maternidade

 

Advertisement

 

 

 

Advertisement

 

 

 

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA