Curiosidades
Vinícola Brasília conquista medalha Rosso no The WineHunter Award 2025
Reconhecimento inédito coloca o Cobogó Sauvignon Blanc 2024 entre os grandes vinhos do mundo e abre portas para o Cerrado no circuito internacional de excelência
A Vinícola Brasília acaba de alcançar um feito histórico para o vinho brasileiro: o Cobogó Sauvignon Blanc 2024 recebeu a medalha Rosso no The WineHunter Award 2025, uma das mais prestigiadas premiações internacionais do setor, criada pelo tradicional Merano WineFestival, em Merano, na Itália.
Com o prêmio, a vinícola foi convidada a participar da 34ª edição do Merano Wine Festival, de 08 a 11 de novembro de 2025. A presença no festival abre portas para os vinhos brasilienses em mercados estratégicos e representa o reconhecimento dos vinhos do Cerrado.
O prêmio, que funciona como um verdadeiro selo de excelência internacional, reconhece vinhos que atingem notas entre 90 e 92,99 pontos, destacando sua qualidade superior, autenticidade e fineza.
A conquista é ainda mais significativa porque marca a primeira vez que vinhos brasileiros são avaliados e premiados pelo The WineHunter Award, após uma degustação inédita no Brasil, realizada em Porto Alegre nos dias 03 e 04 de setembro. O painel de especialistas foi conduzido pela WineHunter Ambassador para a América do Sul, Karine de Souza, com apoio de profissionais renomados, e avaliou mais de 100 rótulos nacionais.
“O Cobogó Sauvignon Blanc 2024 da Vinícola Brasília destacou-se pela sua autenticidade, frescor e qualidade, sendo reconhecido com a medalha Rosso. Trata-se de um marco histórico para os vinhos do Planalto Central”, afirma Isabella Bonato, sócia da Vinícola Brasília.
Prestígio internacional
Criado em 2005, o The WineHunter Award é referência mundial em qualidade e inovação, reunindo anualmente vinhos, destilados e produtos gastronômicos de excelência. O selo é reconhecido por importadores, distribuidores, jornalistas e consumidores em mais de 40 países.
Com a premiação, a Vinícola Brasília terá seu rótulo incluído na WineHunter Award Guide, guia digital de consulta internacional que orienta profissionais e amantes do vinho em busca de qualidade garantida.
Projeção para o vinho brasileiro
O resultado coloca a Vinícola Brasília em evidência no cenário global e reforça o papel do Brasil no circuito internacional de excelência. A participação no Merano WineFestival permitirá que os vinhos nacionais conquistem novos mercados e ampliem sua visibilidade diante de importadores e especialistas do setor. “É o reconhecimento de que o vinho brasileiro tem qualidade para competir lado a lado com grandes produtores mundiais”, acrescenta Isabella.
Curiosidades
Exposição solar requer cuidados para prevenir doenças oculares
O verão estimula as demandas por passeios ao ar livre com uma maior exposição aos raios solares. A ampliação do tempo sob o sol, sem os devidos cuidados de proteção, acarreta riscos para o câncer de pele e também as doenças oculares comprometedoras da mácula.
A mácula é a área principal da retina, responsável pela visão central, as cores e os detalhes finos dos objetos, sendo essencial para as atividades diárias, como leitura, dirigir e reconhecer rostos.
A radiação ultravioleta (UV) e a luz azul do sol causa problemas, penetrando nos olhos e danificando as proteínas do cristalino e as células da retina. De acordo com a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, todos os danos são considerados cumulativos, provocando condições como a degeneração macular e a retinopatia solar.
A degeneração é uma patologia grave, um dos principais motivos para a cegueira irreversível, entre indivíduos acima de 50 anos. A condição leva a perda progressiva da visão central com o estresse oxidativo, desencadeado pela radiação UV, responsável pelo desequilíbrio e danos. Os sintomas incluem a perda da visão central, visão embaçada, comprometimento para enxergar detalhes, dificuldade para adaptar-se à luz – ocorrendo de maneira lenta – e leva à distorção de linhas retas.
Já a retinopatia solar, dano à retina por exposição solar prolongada, gera queimadura das células. A ocorrência se dá, principalmente, quando o contato é de maneira direta, ou seja, ao observar o sol, eclipses e, até mesmo, uma soldagem sem a devida proteção.
As vítimas reclamam de visão embaçada, ponto cego central, distorção na visão, alterações na percepção das cores e dor de cabeça. A perda da visão é uma possibilidade, identificada em casos graves. Os incidentes regulares requerem uma recuperação de três a nove meses.
A recomendação de Juliana é atenção aos cuidados oculares e proteção, principalmente, durante dias mais ensolarados. A segurança é feita com o uso de óculos adequados, sendo os escuros, os mais indicados.
O ideal é as lentes apresentarem 100% de segurança contra os raios UV e ainda filtro para luz azul, emitida pelo sol e por dispositivos eletrônicos. Os horários de pico, ou seja, em que a exposição solar é mais forte e com grande radiação, devem ser evitados, especialmente, entre as 10h e 16h.
| Gabrielle Silva
Multi Comunicar (32) 99114-5408 |





