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Samsung lança no Brasil o primeiro monitor OLED 500Hz do mundo*

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Monitor Samsung Odyssey OLED G6 500Hz. Imagem meramente ilustrativa.

Odyssey OLED G6 500Hz conta com alta taxa de atualização, tela que promove ainda mais imersão, fluidez, e capacidade de resposta extremamente rápida

SÃO PAULO, 19 de setembro de 2025 – A Samsung anuncia a chegada, no mercado brasileiro, do Odyssey OLED G6 500Hz, o primeiro monitor OLED de 500Hz do mundo*. A novidade reforça o já extenso portfólio gamer da marca, que lidera há seis anos consecutivos o mercado global de monitores gamer, e por dois anos consecutivos de  telas OLED para jogos1, O novo Odyssey OLED G6 500Hz oferece um display inovador, que eleva o desempenho dos jogos, a qualidade visual e a imersão a novos patamares.

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“A linha Odyssey ganha um reforço de peso com este lançamento, que oferece um novo nível de detalhes de imagem, promovendo uma evolução para os gamers, pois permite não perder nenhum movimento do adversário. Além do alto desempenho, a novidade proporciona fluidez e capacidade rápida de resposta, mesmo em ações mais intensas. É um passo significativo em direção a um futuro ainda mais tecnológico e realista para os games”, ressalta Marina Correia, gerente de monitores da Samsung Brasil.

Monitor Samsung Odyssey OLED G6 500Hz

Monitor Samsung Odyssey OLED G6 500Hz. Imagem meramente ilustrativa.

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Apresentando um realismo de tirar o fôlego em suas 27 polegadas, graças à tela QD-OLED, o Odyssey OLED G6 500Hz conta com tons vibrantes e uma vasta gama de cores, além de uma alta taxa de atualização2, que permite desfrutar de uma jogabilidade suave e com uma capacidade de resposta extremamente rápida de 0.03MS GTG3.

Jogue sem preocupação

Todas essas funcionalidades precisam de um sistema de resfriamento robusto e, por isso, o monitor conta com o Samsung OLED Safeguard+, que circula um líquido de resfriamento capaz de difundir o calor da tela cinco vezes mais rápido que a folha de grafite, reduzindo a temperatura de forma eficiente e evitando o temido burn-in.

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Ainda dentro do Samsung OLED Safeguard+, o monitor conta com o Sistema de Modulação Térmica, que faz com que algoritmos prevejam a temperatura da tela e controlem automaticamente o brilho para reduzir o calor4. Além disso, com a detecção de logotipo e Barra de Tarefas, os jogadores têm uma funcionalidade que reduz automaticamente o brilho de imagens estáticas5, enquanto o Screen Saver escurece a tela após 10 minutos de inatividade.

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Permitindo utilizações precisas mesmo em plena luz do dia, o Odyssey OLED G6 500Hz traz a tecnologia Glare Free6, que reduz os reflexos da tela em 54% em comparação com o filme antirreflexo convencional. Aliado a isso, a validação PANTONE7 do monitor garante que a reprodução de cores será precisa, pois a tela consegue reproduzir mais de 2.100 cores e mais de 110 tons de pele.

Monitor Samsung Odyssey OLED G6 500Hz. Imagem meramente ilustrativa.

A compatibilidade com o G-Sync sincroniza a placa de vídeo e o painel para reduzir cortes e distorção de imagem8. Além disso, com a certificação TrueBlack5009, o monitor proporciona pretos ultra profundos e pico de brilho de 1.000 nits10 para um contraste deslumbrante, realces vibrantes e cores ricas, dando vida para cada cena com detalhes nítidos e envolventes, extraindo o máximo das sessões de jogo.

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Opção ideal para quem valoriza o design

 

Monitor Samsung Odyssey OLED G6 500Hz. Imagem meramente ilustrativa.

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Mas, além de funcionalidades que permitem extrair o máximo dos jogos, o monitor se integra facilmente ao setup graças ao elegante design Slim Metal, feito de metal e com acabamento premium. Já a tecnologia CoreSync projeta as cores da tela do jogo no mundo real com 16,7 milhões de cores, além de um suporte ergonômico para inclinar e ajustar o monitor para que todos os adversários fiquem perfeitamente visíveis.

Preço

  • Samsung Odyssey OLED G6 500Hz – R$ 7.799

Para saber mais sobre os monitores da Samsung, fique ligado na Samsung Newsroom Brasil.

* Primeiro monitor vendido no mundo com painel OLED e taxa de atualização 500 Hz. Vendido a partir de 12/05/2025 em Singapura, Tailândia, Vietnã e Malásia.

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2 A taxa de atualização pode variar consoante o desempenho da fonte de entrada.

Baseado em GtG medido em condições de teste internas. Os resultados podem variar consoante o conteúdo e as definições do monitor. O GtG (Gray to Gray) mede o tempo necessário para que um pixel do monitor mude de um valor de cinzento para outro.

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4 Quando a definição “Ajustar brilho do logotipo” está em “Desligado” ou “Baixo”, a modulação térmica está ativa apenas nos modos de imagem predefinidos. Quando a definição “Adjust Logo Brightness” (Ajustar brilho do logotipo) está em “High” (Alto), a modulação térmica está sempre ativa.

A detecção de logotipos não está disponível no modo PC. 

6 Verificado como antirreflexo pela UL com base nos métodos de verificação usados ​​pela UL. Para obter mais informações sobre os métodos de verificação usados, visite https://verify.ul.com/verifications/732. A terminologia “Glare Free” vem dos padrões UL para certificação e pode não descrever com precisão o desempenho do recurso. Comparação baseada em resultados de testes internos.

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7 Para mais informações, visite https://www.pantone.com/license/pantone-validated-for-designers.

A aplicação do logótipo G-Sync na embalagem e no produto pode variar consoante o momento da compra.

A certificação VESA DisplayHDR TrueBlack 500 baseia-se num nível de imagem médio de 10%.

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10 Brilho de pico: Típico 1000 nits, mínimo 800 nits (medido a 3% APL com HDR ativado e brilho máximo definido para “Alto”).

Sobre a Samsung Electronics Co. Ltd. 

A Samsung inspira o mundo e molda o futuro com ideias e tecnologias transformadoras. A empresa está redefinindo os universos de TVs, sinalização digital, smartphones, vestíveis, tablets, eletrodomésticos e sistemas de rede, além de memória, sistemas LSI e semicondutores. A Samsung também avança em tecnologias de imagem médica, soluções de climatização e robótica, enquanto desenvolve produtos automotivos e de áudio inovadores por meio da Harman. Com o ecossistema SmartThings, a colaboração aberta com parceiros e a integração da Inteligência Artificial em todo o portfólio, a Samsung oferece uma experiência conectada, inteligente e fluida. Além dos produtos e soluções de B2B, como a Linha Galaxy Robusta, Knox Suite e VXT. Para as notícias mais recentes da marca, acesse a Samsung Newsroom em https://news.samsung.com/br/. 

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Contato Imprensa – Samsung – samsungpr@cdn.com.br 

Maria Izabel Guimarães – (11) 99801-0561 – izabel.guimaraes@cdn.com.br

Juliana Arruda – (11) 99164-5913 – juliana.arruda@cdn.com.br

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A “Crise dos 7 Anos”: Mito ou Condenação no Casamento?

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Muito se fala sobre a “crise dos 7 anos” no casamento, um termo que soa quase como uma profecia sombria para os casais que chegam à marca de sete anos juntos. A expressão, popularizada por filmes e estudos antigos, sugere que é nesse período que o relacionamento começa a enfrentar seus maiores desafios. Mas afinal, essa crise realmente existe? Ou seria apenas mais um mito do imaginário coletivo sobre relacionamentos?

A origem do termo

A expressão “crise dos 7 anos” ganhou notoriedade com o filme “The Seven Year Itch” (O Pecado Mora ao Lado), de 1955, estrelado por Marilyn Monroe. Na trama, o protagonista enfrenta uma forte tentação extraconjugal após sete anos de casamento, refletindo um suposto desgaste comum nesse período. Desde então, a ideia se enraizou no senso comum, sendo frequentemente citada em conversas, conselhos amorosos e até em consultórios de terapia de casal.

O que dizem os especialistas?

Embora não exista uma regra absoluta, muitos psicólogos e terapeutas afirmam que há, sim, um momento de transição e reavaliação em torno do sétimo ano de relacionamento. Mas esse “ponto de virada” não tem relação com uma maldição ou cronômetro emocional, e sim com o acúmulo natural de experiências, mudanças individuais e desafios que vão se somando ao longo dos anos.

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Após cerca de sete anos, é comum que o casal já tenha passado pelas fases mais intensas da paixão inicial, enfrentado dificuldades financeiras, criado filhos ou lidado com crises pessoais. É justamente nesse ponto que muitas relações são colocadas à prova: o que antes era novidade pode virar rotina, e o encantamento pode dar lugar ao tédio ou ao ressentimento acumulado.

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O desgaste da convivência

Convivência diária exige esforço. Com o passar dos anos, é natural que as falhas de comunicação, a falta de tempo para o casal e os pequenos desentendimentos vão se tornando mais frequentes. O sétimo ano pode simbolizar o momento em que essas falhas se tornam mais evidentes, ou em que os parceiros param de “tapar o sol com a peneira” e decidem enfrentar (ou ignorar) as reais questões do relacionamento.

Além disso, muitas pessoas experimentam mudanças internas nesse período: crises existenciais, redescobertas pessoais, novas ambições. Quando o casal não cresce junto emocional, profissional ou espiritualmente — surge o risco do afastamento, da insatisfação e, por vezes, da separação.

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Casamento é construção contínua

A “crise dos 7 anos” não é uma sentença. Para muitos casais, esse é o momento de ressignificar a relação. É a chance de renovar acordos, relembrar os motivos que uniram os dois no início, investir em diálogo e intimidade. Ao invés de ser o fim, o sétimo ano pode ser o início de uma nova fase mais madura e consciente.

Relacionamentos longos exigem mais do que amor: exige compromisso, paciência, escuta ativa, disposição para mudar e, sobretudo, vontade mútua de seguir juntos. A crise, quando bem administrada, pode ser uma oportunidade valiosa de fortalecimento.

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Mito ou verdade?

A resposta está no meio do caminho. A “crise dos 7 anos” não é uma regra imutável, mas também não é uma invenção sem fundamento. Para alguns casais, o desgaste aparece muito antes; para outros, só décadas depois — ou nunca. Tudo depende da dinâmica da relação, das personalidades envolvidas e da forma como ambos lidam com os altos e baixos da vida a dois.

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Como superar esse momento?

Algumas atitudes podem ajudar os casais a atravessar essa fase com mais leveza:

  1. Reavaliar juntos: Conversem sobre o que está funcionando e o que precisa mudar.

  2. Evitar a rotina emocional: Pequenas surpresas, elogios e tempo de qualidade juntos fazem diferença.

  3. Cuidar da vida sexual: A intimidade física continua sendo um termômetro importante.

  4. Ter momentos individuais: Espaço pessoal é essencial para o bem-estar emocional de cada um.

  5. Buscar ajuda profissional: Terapia de casal pode ser um caminho eficaz para lidar com impasses.

Conclusão

A “crise dos 7 anos” não precisa ser vista como uma ameaça ao casamento, mas sim como um convite à reflexão e ao amadurecimento da relação. Em vez de temer esse momento, os casais podem enxergá-lo como uma etapa natural de qualquer relacionamento duradouro. Afinal, amar também é saber crescer e mudar juntos.

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