Politica
“Deus não une pessoas, une propósitos”, essa é Renata Daguiar, caminhando rumo a uma cadeira na CLDF em 2026.
Com um espaço que comporta aproximadamente 2.500 pessoas totalmente lotado, aconteceu no dia de ontem (07/11), no Clube Saúde no Guará, o aniversário da Subsecretária de Promoção das Mulheres do Governo do Distrito Federal Renata Daguiar.
O evento foi muito concorrido, amigos, colaboradores e personalidades ligadas à politica tanto do DF quanto do Entorno. O momento mais esperado era o abraço da vice-governadora Celina Leão que não mediu elogios à aniversariante.
“Conheço esse casal antes de formarem essa maravilhosa família. Chegou a vez da Renata sentar em uma das 24 cadeiras da CLDF, precisamos de mais mulheres na política e tenho certeza que ela vai estar lá com seus maravilhosos projetos para me ajudar a governar o GDF e esse povo maravilhoso do DF em 2026” Celina Leão, Vice-governadora do DF
Entre os presentes estavam o Deputado Federal Júlio Cesar, o jornalista Eugênio Piedade, Simone Barros entre outros, que fizeram questão de estar presentes e dar um depoimento sobre Renata, vejam:
“Para mim foi um momento de alegria em participar de mais um aniversário de uma pessoa que tem trajetória de sucesso e que vem fazendo um trabalho social belíssimo em nossa cidade e que desenvolve um papel fundamental em defesa das mulheres mais carente do Distrito Federal. Parabéns Renata da Aguiar” Júlio Cesar, deputado Federal
Acompanho a trajetória de Renata nesses últimos 3 anos e tenho notado o seu grande crescimento político, seus projetos principalmente em prol das mulheres e pelo empreendedorismo, isso a faz uma fortíssima pretendente a uma das 24 cadeiras da CLDF em 2026″, Eugenio Piedade CEO do Portal de Notícias EG NEWS.
“Conheço a Renata há anos e posso dizer que ela é uma mulher incansável na luta pelo próximo. Sempre preocupada com o bem-estar das pessoas, ela se envolve de verdade em cada projeto que abraça. Acompanho de perto o trabalho dela no Instituto Reciclando o Futuro e vejo como transforma vidas com oportunidades e esperança. Renata tem uma energia contagiante e uma capacidade única de unir pessoas em prol de causas nobres. É inspirador ver alguém que fala com o coração e age com resultados concretos. E neste dia, quero desejar a ela tudo de excelente em sua vida pessoal e que realize o sonho maior deste momento que é, ser eleita Deputada Distrital nesta próxima eleição”, Simone Barros
E como não poderia faltar, vejam em vídeo o depoimento do seu marido o empresário Fabio Campos:
“Que momento inesquecível! Meu aniversário é a data que mais amo, porque celebrar a vida é a minha maior felicidade. Senti-me imensamente amada e grata por ter vocês ao meu lado — mais do que uma equipe, vocês são a minha família. O meu sonho é ver cada um de vocês realizando os seus. Gratidão a todos que fizeram parte desse momento único e tão especial para mim”, Renata Daguiar.
Bastante emocionada e feliz, Renata Daguiar, agradeceu a presença de todos, e colocando-se à disposição, para que juntos possam fazer um Distrito Federal e Entorno melhor para toda a população.


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“Trabalhamos incansavelmente para fortalecer comunidades, oferecendo recursos, apoio e soluções sustentáveis. Nosso compromisso é gerar oportunidades, fomentar a esperança e construir um futuro mais justo e promissor para todos”, Renata Daguiar.
MINHA MISSÃO
Promover a inclusão social, o fortalecimento da mulher e o acesso à educação de qualidade, por meio de políticas públicas, projetos comunitários e ações transformadoras que gerem oportunidades e melhorem a qualidade de vida no Distrito Federal e em todo o Brasil.
MINHA VISÃO
Ser referência nacional em liderança pública comprometida com a equidade de gênero, o desenvolvimento social e a gestão eficiente de recursos, inspirando novas gerações a participarem ativamente da construção de um futuro mais justo e sustentável.
MEUS VALORES
- Compromisso com as pessoas – Colocar o cidadão no centro das decisões e ações.
- Inclusão e igualdade – Trabalhar para garantir oportunidades para todos, com foco no fortalecimento da mulher.
- Transparência – Atuar com ética, responsabilidade e clareza na gestão pública.
- Educação como base – Investir no conhecimento como ferramenta de transformação social.
- Empatia e respeito – Valorizar a diversidade e tratar todos com dignidade.
- Inovação e resultados – Buscar soluções criativas e efetivas para problemas reais.
MINHA HISTÓRIA
A trajetória de Renata d’Aguiar é um exemplo de dedicação, coragem e compromisso com o serviço público, a inclusão social e o fortalecimento da mulher. Nascida em 1988, no Rio de Janeiro, cresceu em uma família que lhe proporcionou uma base sólida de educação e valores. Formou-se em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 2010, consolidando desde cedo uma formação acadêmica de excelência.
Em 2012, foi aprovada em concurso público do Tesouro Nacional, mudando-se sozinha para Brasília aos 24 anos. Dois anos depois, tomou posse como Auditora Federal de Finanças e Controle do Tesouro Nacional, onde passou a contribuir diretamente para a gestão financeira e a responsabilidade fiscal do país.
Movida pela paixão em transformar vidas, fundou, em 2017, o Instituto Reciclando o Futuro, uma organização sem fins lucrativos que já impactou milhares de famílias no Distrito Federal e entorno. O Instituto promove inclusão social por meio de cursos, capacitações, eventos culturais e ações que unem diferentes realidades em prol de um futuro mais justo. No mesmo ano, Renata relançou o livro “A Revolução por Dentro”, escrito por seu avô, Hernani d’Aguiar, reafirmando seu compromisso com a educação e o pensamento crítico.
A atuação de Renata também se expandiu para a política. Em 2018, concorreu pela primeira vez ao cargo de Deputada Distrital, obtendo 3.912 votos. Em 2019, viveu um momento marcante em sua vida pessoal ao casar-se com Fábio Campos. No ano seguinte, assumiu o cargo de Diretora de Gestão de Fundos e Benefícios do FNDE, liderando políticas públicas voltadas à educação em nível nacional.
Em 2021, concluiu o mestrado em Ciências Econômicas pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), fortalecendo sua base técnica para atuar com mais precisão na gestão pública. No ano seguinte, em 2022, disputou novamente uma vaga como Deputada Distrital e recebeu 11.473 votos, consolidando sua presença no cenário político do Distrito Federal.
O ano de 2023 marcou uma nova fase de liderança, com Renata assumindo o cargo de Subsecretária de Promoção das Mulheres do Governo do Distrito Federal. Nesse papel, passou a coordenar políticas públicas voltadas ao fortalecimento, proteção e valorização das mulheres, reforçando seu compromisso com a igualdade de gênero.
Em 2025, um capítulo especial se iniciou com o nascimento de sua filha, Manuela, trazendo ainda mais inspiração para seguir trabalhando por um futuro melhor. Com uma trajetória marcada por resultados, superação e proximidade com a população, Renata reafirma que muito mais está por vir.
Fonte: EG NEWS
Politica
Cientista política analisa uso da pauta feminina nas eleições pela direita
Das 16 mulheres que tomam posse em fevereiro de 2027, sete são do Partido Liberal (PL) de Zucco; esquerda terá somente quatro cadeiras femininas.
Pelo terceiro pleito eleitoral seguido, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) bateu o recorde de ocupação feminina. Foram 16 as mulheres escolhidas pelo povo gaúcho para representá-las na casa do Poder Legislativo, superando as onze eleitas em 2022. Desta vez, no entanto, a representatividade feminina seguiu os rumos da eleição nacional e migrou ainda mais para a direita.
O Partido Liberal (PL) foi o mais beneficiado pelas urnas: reelegeu as suas duas deputadas, Kelly Moraes e Adriana Lara, e elegeu outras cinco candidatas: Adri Cherini, Comandante Nádia, Vanice de Matos, Daiane Mello e Ali Klemt.
Além disso, dentre as quatro candidatas mulheres mais votadas, três são do partido do governador eleito Luciano Zucco. Adri Cherini (PL) foi a deputada estadual mais votada não somente entre as mulheres, mas entre todos os 56 candidatos eleitos. Somente em outros três pleitos a corrida ao Palácio Farroupilha foi protagonizada por uma mulher: em 1966, com Teresinha Chaise (MDB); em 2010, com Silvana Covatti (PP); e em 2014 com Manuela d’Ávila (PCdoB). Já Comandante Nádia (PL) e Kelly Moraes (PL), conquistaram respectivamente os terceiro e quarto lugares entre as mulheres. Luciana Genro (PSOL), terceira colocada geral, foi a segunda mulher mais votada.
Apesar de ter acompanhado o crescimento da extrema direita a nível nacional, o resultado eleitoral no Rio Grande do Sul é ainda mais expressivo em relação às mulheres, aponta Teresa Sacchet, cientista política e professora da UFRGS. Enquanto somente 15,7% dos 121 deputados eleitos pelo PL à Câmara são mulheres, as deputadas estaduais do PL gaúcho somam 58% da bancada do partido. Dos doze concorrentes eleitos pelo partido à ALRS, sete são mulheres.
A dominância deste campo político também é favorecida pela retração do lado oposto. Se na atual legislatura são sete as deputadas estaduais de direita e cinco as de esquerda – Zilá Breitenbach (PSDB) assumiu como suplente após a perda do mandato do deputado Professor Bonatto (PSD), totalizando doze mulheres na ALRS em 2026 – a partir do ano que vem, serão doze de direita e somente quatro de esquerda.
Além de Luciana Genro (PSOL), representarão a esquerda as deputadas estaduais eleitas Natasha (PT), Karen Santos (PSOL) e Sofia Cavedon (PT). As cinco demais candidatas de direita são Delegada Nadine (PSD), Ronize Damassini (PP), Delegada Ana Tarouco (PSD), Nicole Weber Covatti (PP) e Bruna Molz (Podemos).
Sacchet observa que a eleição de deputadas mulheres à Assembleia Legislativa representa por si só um aspecto democratizante, já que o poder legislativo passa a ter uma composição mais próxima àquela verificada socialmente. “Algumas pesquisas demonstram que as políticas mulheres têm uma probabilidade maior de defender os interesses das suas iguais em comparação aos homens”, comenta a cientista política.
Por outro lado, esse fator nem sempre beneficia grupos minoritários da população, indica Sacchet. “A gente vê que tem mulheres que se opõem a algumas agendas que foram conquistadas às custas de muita luta do movimento feminista, de mulheres parlamentares. Quando isso acontece, a voz delas é mais facilmente ouvida, tem mais força. De alguma forma, acabam fazendo um desserviço para a causa”, diz.
Somadas, as candidatas de todos os partidos de esquerda reuniram quase 500 mil votos, o que corresponde a 1/3 de todos os votos em deputadas estaduais mulheres. Enquanto isso, somente as candidatas do PL concentraram praticamente a mesma quantidade, com uma desvantagem em menos de dois mil votos.
O maior contingente de votos em candidatas de direita revela uma cooptação do discurso político feminino para esse polo, indica Sacchet. “A pauta de aumento na representação de mulheres e de outros grupos sociais subalternizados é historicamente da esquerda, de movimento sociais” avalia a cientista política. “O fato de termos mais mulheres pelo PL me leva a pensar que os partidos de direita estão usando essa pauta estrategicamente para se elegerem”, completa.
Apesar do resultado histórico para as mulheres, a votação em candidatas do gênero feminino ainda é desproporcional no Rio Grande do Sul. Dos 6,1 milhões de votos válidos na eleição para deputado estadual pelo RS, cerca de 1,6 milhão foram em candidatas mulheres, o que corresponde a uma parcela de 26%. Considerando que as mulheres representavam 34% das candidaturas à Assembleia Legislativa – 179 das 528 totais –, é possível perceber uma preferência por candidatos homens por parte do eleitorado gaúcho.
FONTE:
sul21.com.br
Por Pedro Stahnke
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