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Martins destina recursos e transforma vidas com o projeto Sorriso Perfeito Família Feliz

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Levar dignidade, autoestima e esperança a quem mais precisa tem sido uma das marcas do trabalho do deputado Martins Machado (Republicanos). Com sensibilidade e compromisso social, o parlamentar destinou recursos para fortalecer o Projeto Sorriso Perfeito Família Feliz, uma ação que há mais de 25 anos vem transformando vidas por meio da saúde bucal.

Ao acreditar que o sorriso é símbolo de confiança e bem-estar, Martins Machado investe em iniciativas que devolvem muito mais do que dentes saudáveis: devolvem a alegria de viver. Com a destinação da emenda parlamentar, o projeto já realizou mais de 3 mil procedimentos odontológicos e 45 implantes dentários, beneficiando 480 pacientes nas regiões administrativas do Itapoã e do Paranoá.

Cada atendimento representa uma história de superação. Pessoas que antes tinham vergonha de sorrir hoje recuperaram a vontade de se olhar no espelho, de conviver e de sonhar. Famílias inteiras foram impactadas, mostrando que a solidariedade e o cuidado têm o poder real de transformar vidas.

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Essa é mais uma iniciativa que reflete o compromisso de Martins Machado com o ser humano, com as famílias do Distrito Federal e com o fortalecimento de ações sociais que fazem a diferença na vida de quem mais precisa.

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Mulheres são contenção à extrema direita, mas barreiras ainda afastam parcela de baixa renda

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Eleitoras enfrentam barreiras de engajamento e a polarização em meio a discursos que tentam desacreditar sua força

As mulheres são maioria do eleitorado brasileiro e podem ser decisivas no segundo turno das eleições presidenciais. O aumento da participação política de mulheres também fica evidente no poder Legislativo, com figuras de diferentes espectros políticos garantindo votações expressivas, como a deputada estadual Eduarda Campopiano (PL-SP) e a deputada federal Érika Hilton (Psol-SP).

Ainda assim, segundo pesquisa do Projeto Brief, milhões ainda estão distantes da política, principalmente entre as mulheres de menor renda, não por considerarem que são incapazes de votar, mas por acharem que seus posicionamentos e votos não farão diferença substancial.

A cientista política Carolina Altalher, diretora executiva do Update, explica que, nas justificativas dessas mulheres, estão a descrença na mudança, custos para participar da política e uma certa frustração com o cenário atual. “Antes da gente falar de um desinteresse, a gente precisa entender quais são as barreiras que elas enfrentam e por que elas não estão enxergando resultados nessa participação”, afirma em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

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Altalher avalia que campanhas que desencorajam o voto feminino e, mais que isso, questionam a capacidade das mulheres de fazer política, muito comuns nos círculos conservadores, acabam beneficiando a extrema direita. “A gente sabe que as mulheres são a contenção da extrema direita em todo o mundo e, por conta disso, acaba viralizando esse tipo de comportamento e de ideia, principalmente no Brasil, onde as mulheres são 52,8% da população. Em diferentes partes do mundo, [existe] esse tipo de estratégia para chamar atenção e para fazer algum tipo de cortina de fumaça em relação a esse voto, que é tão precioso para que a gente não tenha um avanço da extrema direita”, pondera.

Sobre alguns fenômenos nas urnas de candidaturas femininas que se elegeram com discursos violentos e até de retrocesso dos direitos das mulheres, a cientista política observa que a eleitora “não necessariamente concorda com tudo aquilo que diz a candidata”, mas faz sua escolha, muitas vezes, orientada por rejeição. “Há uma combinação entre identificação com valores, rejeição aos próprios adversários e também o reconhecimento dessa liderança, dessas falas que provocam rejeição em alguns públicos, mas para outros podem ser identificadas como algum tipo de firmeza”, avalia.

Para Carolina Altalher, só será possível compreender essas contradições se despindo de conceitos pré-estabelecidos. “Reconhecer a legitimidade da eleição também permite a gente criticar essas posições e cobrar responsabilidade por esse mandato”, pontua.

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FONTE:

brasildefato

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