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Saúde

IgesDF mobiliza colaboradores em ações de saúde, segurança e bem-estar no trabalho

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Atividades na unidade administrativa estimulam atitudes preventivas e ampliam a atenção às práticas seguras nas rotinas profissionais.

Cuidar de si, do outro e do espaço de trabalho. É com esse foco que colaboradores da Unidade Central de Administração (UCAD/SIA) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) participam, nesta quarta (23) e quinta-feira (24), de uma programação voltada à promoção da saúde e à prevenção de riscos.
Com o tema “Trabalhar bem faz bem: mais saúde, menos risco, mais vida”, as atividades buscam levar informação para a prática cotidiana, incentivando comportamentos que contribuem para relações profissionais mais seguras e respeitosas.
Promovida pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da unidade, a iniciativa inclui palestras, rodas de conversa e atividades práticas. Entre os temas abordados estão prevenção ao assédio, saúde mental, ergonomia e técnicas de defesa pessoal, como o Krav Maga.
Durante a abertura, o diretor de Administração e Logística (DILOG), Marcos Dutra, que representou o presidente do Instituto, Cleber Monteiro, destacou que ações como essa ajudam a consolidar práticas de atenção no ambiente laboral.
“Mais do que um evento, é um momento de conexão e de responsabilidade compartilhada. A transformação acontece quando cada colaborador assume o compromisso de cuidar de si, do outro e do ambiente em que está”, afirma.
Para o presidente da CIPA da UCAD/SIA, Diones Rodrigues, a iniciativa também fortalece o diálogo entre as equipes e amplia a percepção sobre condutas seguras.
“A ação abre espaço para troca de experiências e construção coletiva. Isso impacta diretamente a saúde, o respeito e a segurança no ambiente profissional”, destaca.
 
Diálogo e prática na rotina
Em palestra sobre prevenção ao assédio, o coordenador de Compliance e Governança, Eduardo Corrêa, reforçou a importância de conhecer e aplicar as diretrizes institucionais.
“Conhecer o código de ética é um direito e um dever de todos. Ele orienta nossas condutas e traduz o que se espera de cada colaborador”, explica.
Entre os participantes, a percepção é de que a programação contribui para ampliar a responsabilidade individual e coletiva. O analista do Núcleo do Centro de Distribuição (NUCEN), Murilo Costa, destaca a importância de colocar o conteúdo em prática.
“Não adianta apenas conhecer as regras. É preciso aplicar no cotidiano. Cada colaborador tem um papel importante nesse processo”, frisa.
CRÉDITOS:
FOTOS: Divulgação/IgesDF
MATÉRIA: Ivan Trindade
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Saúde

Apoio psicológico ajuda famílias a enfrentar momentos difíceis durante a internação

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No Hospital Regional de Santa Maria, profissionais oferecem escuta, orientação e acolhimento aos familiares, inclusive nos momentos delicados de despedida

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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Receber a notícia de que alguém da família está internado em estado grave pode mudar a rotina e abalar emocionalmente todos ao redor. Medo, angústia, insegurança e a dificuldade de lidar com a possibilidade da perda fazem parte de uma experiência delicada. Nesse cenário, o apoio psicológico ajuda familiares a compreender o que está acontecendo, lidar com as emoções e encontrar formas de enfrentar cada etapa do processo.

Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), esse cuidado começa ainda durante a internação. Os psicólogos acompanham pacientes e familiares, oferecendo suporte diante das incertezas do tratamento e, quando necessário, preparando os parentes para uma possível despedida.

O psicólogo da UTI do HRSM, Filipe Casati, explica que uma das primeiras iniciativas é preparar os familiares para o contato com o ambiente intensivo.

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“Antes da visita ao leito, apresentamos o setor e explicamos a finalidade dos equipamentos utilizados no tratamento, como monitores de sinais vitais, aparelhos de ventilação mecânica e bombas de infusão, com o intuito de reduzir o impacto visual e sensorial”, explica.

Os profissionais também acompanham os familiares durante os boletins médicos, facilitando a comunicação com a equipe assistencial. O objetivo é ajudar a esclarecer dúvidas, compreender as informações técnicas e acolher as reações emocionais diante do quadro clínico.

Segundo Filipe, o agravamento do estado de saúde pode provocar diferentes reações emocionais, como choque, negação, culpa e sensação de desamparo.

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“Utilizamos recursos terapêuticos e técnicas de manejo de crise, como a validação emocional, que consiste em reconhecer as emoções dos familiares e mostrar que suas reações são compreensíveis diante da situação”, destaca.

Quando o paciente não resiste, o acompanhamento não termina necessariamente com o falecimento. Na UTI do HRSM, a equipe mantém uma iniciativa de apoio às famílias enlutadas: o envio de cartas de condolências.

Após um período, os profissionais entram em contato com a rede de apoio do paciente para expressar solidariedade e reconhecer a presença dos entes queridos durante a internação.

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“São gestos que ajudam a reconhecer que aquelas pessoas não são esquecidas pela equipe”, conta Filipe.

Uma despedida que veio de longe

Entre as experiências que marcaram sua atuação na UTI, Filipe relembra a história de um paciente internado em estado muito grave. Diante da possibilidade de morte nas horas seguintes, a equipe entrou em contato com a única filha que morava em Brasília. Os demais parentes viviam na Bahia.

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Durante uma videochamada, os familiares quiseram saber se haveria tempo para viajar até a capital federal e se despedir. Sem poder prever a evolução do quadro, os profissionais explicaram a situação com transparência. Mesmo diante da incerteza, cerca de 11 parentes decidiram enfrentar a viagem de carro.

Sensibilizada com a situação, a equipe organizou uma visita em horário excepcional para que todos pudessem encontrar o paciente ainda com vida.

“Conseguimos organizar a entrada de todos na UTI e foi possível que realizassem aquele último ritual de despedida”, recorda Filipe.

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*Com informações do IgesDF

 

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