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Saúde

IgesDF abre edital para aquisição de simulador infantil para treinamento em saúde

Publicado em

Equipamento reforça preparo das equipes para atendimento pediátrico e situações de urgência
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu, nesta segunda-feira (04), o Edital nº nº 030/2026 para aquisição de um manequim infantil simulador voltado ao treinamento de profissionais de saúde. O equipamento será utilizado na capacitação de equipes que atuam no atendimento pediátrico, especialmente em situações de urgência e emergência.
A tecnologia permite a simulação de procedimentos em ambiente controlado, sem risco para pacientes, contribuindo para o aperfeiçoamento contínuo de médicos, enfermeiros e técnicos. A prática com simuladores é considerada uma das estratégias mais eficazes para qualificar o atendimento, ao permitir a repetição de técnicas e a atualização conforme protocolos assistenciais.
Entre as aplicações estão treinamentos baseados em diretrizes de Suporte Básico de Vida e Suporte Avançado de Vida em pediatria, que exigem abordagens específicas e respostas rápidas das equipes de saúde.
O período para envio de propostas é de 10 dias úteis, de 04 a 15 de maio de 2026, até as 23h55, horário local. As propostas devem ser encaminhadas exclusivamente pela plataforma eletrônica www.apoiocotações.com.br.
O edital completo e os documentos relacionados estão disponíveis para consulta no site oficial do IgesDF.
Serviço
Objeto: Aquisição de simulador infantil para treinamento em saúde
Edital de Seleção de Fornecedores: nº 030/2026
Identificação SEI: 04016-00001792/2024-05
Número da cotação: 1516772
Período para envio de propostas: de 04 a 15 de maio de 2026, até as 23h55
Plataforma: www.apoiocotações.com.br.
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação/IgesDF
Matéria: Ivan Trindade
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Saúde

Apoio psicológico ajuda famílias a enfrentar momentos difíceis durante a internação

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No Hospital Regional de Santa Maria, profissionais oferecem escuta, orientação e acolhimento aos familiares, inclusive nos momentos delicados de despedida

Por

Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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Receber a notícia de que alguém da família está internado em estado grave pode mudar a rotina e abalar emocionalmente todos ao redor. Medo, angústia, insegurança e a dificuldade de lidar com a possibilidade da perda fazem parte de uma experiência delicada. Nesse cenário, o apoio psicológico ajuda familiares a compreender o que está acontecendo, lidar com as emoções e encontrar formas de enfrentar cada etapa do processo.

Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), esse cuidado começa ainda durante a internação. Os psicólogos acompanham pacientes e familiares, oferecendo suporte diante das incertezas do tratamento e, quando necessário, preparando os parentes para uma possível despedida.

O psicólogo da UTI do HRSM, Filipe Casati, explica que uma das primeiras iniciativas é preparar os familiares para o contato com o ambiente intensivo.

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“Antes da visita ao leito, apresentamos o setor e explicamos a finalidade dos equipamentos utilizados no tratamento, como monitores de sinais vitais, aparelhos de ventilação mecânica e bombas de infusão, com o intuito de reduzir o impacto visual e sensorial”, explica.

Os profissionais também acompanham os familiares durante os boletins médicos, facilitando a comunicação com a equipe assistencial. O objetivo é ajudar a esclarecer dúvidas, compreender as informações técnicas e acolher as reações emocionais diante do quadro clínico.

Segundo Filipe, o agravamento do estado de saúde pode provocar diferentes reações emocionais, como choque, negação, culpa e sensação de desamparo.

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“Utilizamos recursos terapêuticos e técnicas de manejo de crise, como a validação emocional, que consiste em reconhecer as emoções dos familiares e mostrar que suas reações são compreensíveis diante da situação”, destaca.

Quando o paciente não resiste, o acompanhamento não termina necessariamente com o falecimento. Na UTI do HRSM, a equipe mantém uma iniciativa de apoio às famílias enlutadas: o envio de cartas de condolências.

Após um período, os profissionais entram em contato com a rede de apoio do paciente para expressar solidariedade e reconhecer a presença dos entes queridos durante a internação.

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“São gestos que ajudam a reconhecer que aquelas pessoas não são esquecidas pela equipe”, conta Filipe.

Uma despedida que veio de longe

Entre as experiências que marcaram sua atuação na UTI, Filipe relembra a história de um paciente internado em estado muito grave. Diante da possibilidade de morte nas horas seguintes, a equipe entrou em contato com a única filha que morava em Brasília. Os demais parentes viviam na Bahia.

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Durante uma videochamada, os familiares quiseram saber se haveria tempo para viajar até a capital federal e se despedir. Sem poder prever a evolução do quadro, os profissionais explicaram a situação com transparência. Mesmo diante da incerteza, cerca de 11 parentes decidiram enfrentar a viagem de carro.

Sensibilizada com a situação, a equipe organizou uma visita em horário excepcional para que todos pudessem encontrar o paciente ainda com vida.

“Conseguimos organizar a entrada de todos na UTI e foi possível que realizassem aquele último ritual de despedida”, recorda Filipe.

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*Com informações do IgesDF

 

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