Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Semana da Enfermagem é celebrada no Hospital Regional de Santa Maria

Publicado em

Fotos Ualisson Noronha
Programação levou homenagens e reconhecimento aos profissionais que atuam diariamente no cuidado aos pacientes
Por Talita Motta
Profissionais da saúde, gestores e representantes da enfermagem do Distrito Federal participaram, nesta segunda-feira (18), da abertura da Semana da Enfermagem no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A programação homenageou enfermeiros, técnicos e auxiliares que atuam diariamente na assistência aos pacientes e destacou a importância da categoria para o funcionamento da unidade.
A enfermeira e ex-superintendente do hospital, Eliane Abreu,  retornou à unidade, agora como presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Durante a cerimônia, emocionada, ela destacou o significado do reencontro com os colaboradores.
“Este momento é muito maior para mim do que um ato administrativo ou uma mudança de função. É, acima de tudo, um retorno à essência da minha trajetória na gestão da saúde pública do DF”, declara.
Segundo a presidente, não existe transformação verdadeira na saúde pública sem a valorização da enfermagem.
“A enfermagem não é apenas uma profissão dentro do sistema de saúde, ela é o eixo que sustenta a assistência. O enfermeiro é quem coordena o cuidado, gerencia riscos, organiza processos, acolhe famílias e sustenta, muitas vezes silenciosamente, o funcionamento real de um hospital”, ressalta.
A chefe do Serviço de Enfermagem da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), Lorena Mendes, ressaltou o papel da enfermagem no acolhimento e no cuidado aos pacientes.
“A enfermagem é presença constante nos momentos mais difíceis e nos momentos de esperança. São mãos que acolhem, palavras que confortam e profissionais que fazem da dedicação um verdadeiro compromisso com o ser humano”, destaca.
O superintendente do hospital, Diêgo Figueiredo, também ressaltou a importância da atuação das equipes em todos os setores da unidade.
“Celebramos essa força de trabalho que está presente em cada área do hospital. Sem esses profissionais, simplesmente nada acontece. É um momento importante para reconhecer toda essa dedicação”, afirma.
A programação contou ainda com o desfile “História da Enfermagem”, conduzido pelo Instituto de Ensino em Enfermagem (INENF), além de uma palestra sobre assédio moral promovida pelo Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF).
Ao longo do dia, as homenagens também incluíram a apresentação da banda do Exército Brasileiro no hall de entrada do hospital, levando música e descontração ao ambiente hospitalar.
Idealizadora do evento, a presidente do Conselho Regional de Saúde de Santa Maria, Denise Bastos, destacou a importância de reconhecer o trabalho desenvolvido pelos profissionais da enfermagem.
“Quisemos homenageá-los pela dedicação, compromisso e cuidado humanizado com a população. Eles representam força, coragem e amor”, diz.
Também participaram da cerimônia o deputado distrital Jorge Vianna, o diretor de Atenção à Saúde (DIASE), Edson Gonçalves Ferreira Júnior, a diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa (DIEP), Emanuela Dourado, o superintendente das UPAs, Francivaldo Soares, além de representantes de entidades da enfermagem e do controle social da saúde do Distrito Federal.
Assessoria de Comunicação

* imprensa@igesdf.org.br

( 61 3550-9281
Atendimento à imprensa: Segunda a sexta – 8h às 18h
Sábados, domingos e feriados – 9h às 17h

Acesse: https://igesdf.org.br/

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Polícia prende homem suspeito de estuprar menino de 14 anos em Brazlândia

Politica

Mulheres são contenção à extrema direita, mas barreiras ainda afastam parcela de baixa renda

Published

on

Eleitoras enfrentam barreiras de engajamento e a polarização em meio a discursos que tentam desacreditar sua força

As mulheres são maioria do eleitorado brasileiro e podem ser decisivas no segundo turno das eleições presidenciais. O aumento da participação política de mulheres também fica evidente no poder Legislativo, com figuras de diferentes espectros políticos garantindo votações expressivas, como a deputada estadual Eduarda Campopiano (PL-SP) e a deputada federal Érika Hilton (Psol-SP).

Ainda assim, segundo pesquisa do Projeto Brief, milhões ainda estão distantes da política, principalmente entre as mulheres de menor renda, não por considerarem que são incapazes de votar, mas por acharem que seus posicionamentos e votos não farão diferença substancial.

A cientista política Carolina Altalher, diretora executiva do Update, explica que, nas justificativas dessas mulheres, estão a descrença na mudança, custos para participar da política e uma certa frustração com o cenário atual. “Antes da gente falar de um desinteresse, a gente precisa entender quais são as barreiras que elas enfrentam e por que elas não estão enxergando resultados nessa participação”, afirma em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

Advertisement
Leia Também:  Inclusão e cidadania em foco: Câmara Legislativa do DF sedia o 1º Fórum da Empregabilidade e das Relações Profissionais Saudáveis para o Jovem e o Adulto Autista

Altalher avalia que campanhas que desencorajam o voto feminino e, mais que isso, questionam a capacidade das mulheres de fazer política, muito comuns nos círculos conservadores, acabam beneficiando a extrema direita. “A gente sabe que as mulheres são a contenção da extrema direita em todo o mundo e, por conta disso, acaba viralizando esse tipo de comportamento e de ideia, principalmente no Brasil, onde as mulheres são 52,8% da população. Em diferentes partes do mundo, [existe] esse tipo de estratégia para chamar atenção e para fazer algum tipo de cortina de fumaça em relação a esse voto, que é tão precioso para que a gente não tenha um avanço da extrema direita”, pondera.

Sobre alguns fenômenos nas urnas de candidaturas femininas que se elegeram com discursos violentos e até de retrocesso dos direitos das mulheres, a cientista política observa que a eleitora “não necessariamente concorda com tudo aquilo que diz a candidata”, mas faz sua escolha, muitas vezes, orientada por rejeição. “Há uma combinação entre identificação com valores, rejeição aos próprios adversários e também o reconhecimento dessa liderança, dessas falas que provocam rejeição em alguns públicos, mas para outros podem ser identificadas como algum tipo de firmeza”, avalia.

Para Carolina Altalher, só será possível compreender essas contradições se despindo de conceitos pré-estabelecidos. “Reconhecer a legitimidade da eleição também permite a gente criticar essas posições e cobrar responsabilidade por esse mandato”, pontua.

Advertisement
Leia Também:  Deputada Doutora Jane expõe sobre seu compromisso em defesa das mulheres

 

 

 

Advertisement

FONTE:

brasildefato

DIVULGAÇÃO

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA