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Janine Mello destaca ações do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

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Nesta terça (19/5), a titular dos Direitos Humanos e da Cidadania concederá entrevista ao vivo sobre as mobilizações que promovem os direitos das crianças e adolescentes, além dos brasileiros repatriados e daqueles que vivem em situação de rua

A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, é a convidada do programa “Bom Dia, Ministra” nesta terça-feira, 19 de maio. Durante a entrevista com rádios e portais de notícias de várias regiões do país, a partir das 8h, ela detalhará as ações da pasta para o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Outros assuntos a serem comentados pela ministra são o programa Aqui é Brasil e a campanha nacional contra a aporofobia, termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina para definir o ódio aos pobres.
A data de 18 de maio marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, mobilização nacional que busca dar visibilidade ao assunto, popularmente conhecida como 18M. Como parte das ações voltadas ao fortalecimento de estratégias de prevenção, identificação e combate à violência sexual, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) promove, entre os dias 18 e 21 de maio, em Brasília, o 3º Congresso Brasileiro de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.
A iniciativa integra os esforços do Governo do Brasil pela proteção e promoção dos direitos de mais de 70 milhões de crianças e adolescentes brasileiros. O Congresso reunirá representantes de organizações da sociedade civil, movimentos sociais, gestores públicos, integrantes do sistema de justiça, conselheiros de direitos, pesquisadores, especialistas, empresas e jovens de todo o país para fortalecer a agenda de promoção da integridade, da proteção e da dignidade de crianças e adolescentes.
AQUI É BRASIL — Janine Mello também comentará o programa Aqui é Brasil, que garante um retorno humanizado, seguro e digno aos brasileiros repatriados ou deportados em situação de vulnerabilidade. A ação oferece atendimento psicossocial, assistência em saúde, abrigo, alimentação, transporte e regularização documental, desde o desembarque até a reintegração social e econômica. A iniciativa parte da centralidade da dignidade da pessoa humana e da compreensão da migração como um fenômeno social que deve ser tratado sob a perspectiva dos direitos humanos, com ênfase na proteção integral e na reunião familiar.
APOROFOBIA — Outro assunto que será abordado no programa é a ampliação do debate público sobre a aporofobia, termo que define a aversão ou o preconceito direcionado a pessoas em situação de pobreza. Com o lema “indiferença machuca”, o Governo do Brasil lançou uma campanha que busca sensibilizar a sociedade sobre a realidade dessa população, além de promover respeito e dignidade. A campanha também divulga o Plano Nacional Ruas Visíveis, documento que orienta os estados e municípios na implementação e monitoramento das ações voltadas para a população em situação de rua no Brasil.
Em 2028, será realizado, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o 1° Censo Nacional da População em Situação de Rua. A iniciativa inédita no país permitirá que a identificação do perfil e origem desses brasileiros sirva como base para uma transformação das políticas públicas para essa população.

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AO VIVO — O “Bom Dia, Ministra” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O programa, transmitido ao vivo a partir das 8h em formato de entrevista coletiva, pode ser acompanhado pela TV (aberta ou via satélite) e pela internet, no YouTube, Facebook, TikTok e Instagram do @CanalGov. Para as rádios, o sinal de transmissão é oferecido pela Rádio Gov, no mesmo canal de “A Voz do Brasil”.
PARTICIPE — Emissoras e jornalistas de todo o país interessados em participar do “Bom Dia, Ministra” podem encaminhar mensagens para o telefone (61) 99222-1282 (WhatsApp) e informar o nome da emissora, do veículo, do município e estado de origem, para serem incluídos na lista de participantes.

 

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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Exposição fotográfica “Cicatrizes” alerta sobre o câncer de mama

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Organizada pela Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília, será aberta nesta quarta-feira (7) e permanecerá até o final do mês na CLDF

Resultantes do processo de reparação tecidual, cicatrizes são marcas na pele que, além de um mecanismo fisiológico, carregam histórias. Após a mastectomia – cirurgia para a remoção total ou parcial de uma ou de ambas as mamas –, por exemplo, mulheres e homens passam a conviver com esses sinais. E é justamente para tratar desse tema, que a exposição fotográfica “Cicatrizes”, organizada pela Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília será aberta nesta quarta-feira (7), às 15h, na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Desde 2013, durante o Outubro Rosa, a entidade promove mostras com o objetivo de chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce e da prevenção, a partir de recomendações do Ministério da Saúde. Os temas variam: no ano passado, a exposição foi nomeada “A Jornada”, com imagens e depoimentos que lembraram os eventos anteriores.

Em 2026, “Cicatrizes” reúne fotos de 11 mulheres e um homem que enfrentaram a doença e quer enfatizar as marcas visíveis e, também, aquelas “invisíveis” que acompanham a trajetória dos retratados. São pessoas de várias idades e que contam diferentes histórias. Entre os homens, a incidência do câncer de mama é rara, embora exija conscientização.

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Reconstrução mamária

Vítima de um câncer de mama muito agressivo em 2007, que foi tratado, Joana Jeker passou dois anos a espera de uma cirurgia de reconstrução mamária. Esta experiência a fez atuar como articuladora em favor das mulheres mastectomizadas. O movimento resultou na Lei Distrital nº 4.761/2012, tornando obrigatória a cirurgia plástica reparadora da mama em casos de mutilação decorrente do tratamento de câncer.

Em agosto de 2011, ela fundou a Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília, que busca “ajudar as mulheres a reconstruírem não apenas suas mamas, mas também suas vidas, por meio de um atendimento rápido, gratuito e digno”. Além das exposições, a entidade realiza diversas atividades. Este mês, haverá ainda uma mostra no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, um estande de conscientização será montado na Rodoviária do Plano Piloto (do dia 7 a 16) e ocorrerão ações educativas na Ceilândia.

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Marco Túlio Alencar – Agência CLDF

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