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Em visita à CLDF, senadora Damares reforça importância de “união” pelo Fundo Constitucional

Publicado em

Foto: Carlos Gandra/CLDF

Senadora alerta que aprovação da Reforma Tributária no Congresso podem levar deputados federais a retomarem proposta de reduzir os recursos destinados ao DF para Segurança, Saúde e Educação

O presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz (MDB), recebeu nesta segunda-feira (17) a visita da senadora Damares Alves (Republicanos/DF) para uma conversa sobre temas de interesse do Distrito Federal. Entre os assuntos trazidos pela parlamentar estão: a importância da união dos parlamentares eleitos pelo DF contra alterações no Fundo Constitucional, a avaliação de políticas públicas locais e o combate à violência contra as mulheres, crianças e adolescentes.

O senadora comentou que o Senado está focado na análise da Reforma Tributária e alertou que a aprovação da proposta –  tida como positiva para o DF – pode afetar a retirada do Fundo Constitucional do DF do projeto que cria o novo arcabouço fiscal brasileiro, em análise na Câmara dos Deputados. Damares avalia que os benefícios ficais que a reforma tributária vai trazer ao DF podem influenciar os deputados federais a retomarem a proposta aprovada na Câmara dos Deputados com alterações no cálculo do FCDF.

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“Nunca estivemos numa situação tão delicada, por isso é um momento que requer unidade das forças políticas locais, além de muita maturidade e serenidade”, destaca Damares. Ela acrescentou que há parlamentares dispostos a fazer uma devassa nas contas do DF no intuito de conseguir a aprovação no Congresso das alterações no FCDF.

“Só fala mal do Fundo quem não conhece sua história. Não se pode esquecer que as Polícias do DF são responsáveis pela segurança dos tribunais, embaixadas, parlamentares e de toda a estrutura da União na cidade. O fundo tem que ser perene, é um direito, mas é preciso criar critérios para melhorar a gestão”, observou Wellington.

Crime Organizado 

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Damares também relatou que, em suas visitas às regiões administrativas do DF, tem acumulado preocupações no que se refere ao enfrentamento do crime organizado e sugeriu a criação de uma força tarefa das três casas legislativas situadas no DF.

“Suas bandeiras são nossas. Proponho uma reunião com a direção da Polícia Civil e o setor de inteligência”, afirmou o Wellington Luiz.

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No caso de crianças e jovens, a senadora se diz preocupada com o aumento nos casos de suicídio e automutilação. A solução para diminuir as taxas desocupação entre os jovens, segundo ela, seria o investimentos para capacitação em tecnologia.

Já o presidente da CLDF destacou a importância de se gerar oportunidades para os jovens e adolescentes do DF e anunciou que a Casa pretende ampliar a contratação de estagiários. Em resposta a uma proposta da senadora de realizar uma missa campal em homenagem aos 50 anos da morte da menina Ana Lídia, Wellington disse apoiar a iniciativa e destacou que o combate à violência contra a mulher é a principal bandeira da presidência da CLDF.

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Bruno Sodré – Agência CLDF

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MAB marcha em Brasília pela valorização dos trabalhadores e pela regulamentação da PNAB

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Ato nacional terá como principal pauta a redução da jornada de trabalho e a implementação da política que defende os direitos das populações atingidas

 

Atingidos de todo o Brasil se somam, no próximo 15 de abril, à Marcha da Classe Trabalhadora, na capital federal. A mobilização nacional tem como objetivo pressionar por avanços em direitos trabalhistas, pela valorização profissional e por melhores condições de vida e, especialmente, pelo fim da escala 6×1.

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O ato é organizado por centrais sindicais, movimentos sociais e entidades representativas de variadas categorias, e já é considerado uma das principais manifestações políticas e sociais do calendário nacional de lutas. Caravanas de diferentes estados participam, a partir das 8h, da Conferência da Classe Trabalhadora, que será seguida da marcha até a Esplanada dos Ministérios e a entrega da agenda da classe trabalhadora ao Governo Federal e ao Congresso Nacional, documento que reúne as principais demandas da classe trabalhadora.

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) participará da marcha com 11 ônibus – que chegarão de todo o Brasil -, levando à Brasília cerca de 400 atingidos do Piauí, São Paulo, Bahia, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo. Ivanei Dalla Costa, da coordenação nacional do movimento, afirma: “A luta dos direitos dos trabalhadores é a luta dos direitos dos atingidos. Então é importante que essa unidade seja fortalecida, especialmente nesse momento em que os atingidos reivindicam sua pauta específica ao governo federal”.

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“Seguiremos em luta até que todos nossos direitos sejam conquistados”, afirma Ivanei. Foto: Nane Camargos / ADAI

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Ivanei lembra que a trajetória de resistência dos atingidos sempre contou com a parceria da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e que a pauta defendida pelas centrais sindicais pelo fim da escala 6×1 é uma luta histórica dos trabalhadores, que ganha destaque e precisa ser conquistada neste momento.

O texto-base da Conferência foi debatido pelos trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil e reúne propostas alinhadas aos desafios contemporâneos do mundo do trabalho. Entre as pautas defendidas estão a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a geração de empregos decentes, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento da negociação coletiva, o combate à precarização e a regulamentação do trabalho por plataformas digitais.

Em luta pela regulamentação da PNAB

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Nos dias seguintes, os atingidos seguem em mobilização na capital federal pressionando pela regulamentação da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB). Conquistada pelos atingidos em 2023, a Lei nº 14.755 representa um marco histórico no reconhecimento e na garantia de direitos, e agora o desafio é torná-la realidade na vida dos atingidos.

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“Vamos continuar em Brasília para seguir na articulação e pressão pela regulamentação da PNAB. A lei existe, tem validade, mas para sua implementação é necessário que seja regulamentada. Isso acontece através de um decreto do governo, e por isso estamos pressionando. Já apresentamos nossa proposta de minuta do decreto para vários Ministérios. E estaremos em mobilização e debate com o governo, levando nossa proposta e construindo as melhores saídas possíveis para que a reparação e os direitos dos atingidos sejam garantidos. Este é o momento do governo federal atender nossa reivindicação”, aponta Ivanei.

Os atingidos seguirão na capital federal até o dia 17 de abril, e reforçam o convite aos parceiros e aliados da luta para que se somem neste momento de mobilização pelas pautas das populações atingidas e pela regulamentação da PNAB.

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CRÉDITOS:

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Foto: Nane Camargos / ADAI

Foto: Joyce Silva / MAB

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