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Saúde

Campanha de multivacinação vai a shopping neste sábado (25)

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Ação em centro de compras na Asa Norte oferece doses para proteger crianças, adultos e grupos prioritários

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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Quem ainda não conseguiu atualizar a carteira de vacinação terá uma nova oportunidade neste sábado (25). Equipes estarão no Boulevard Shopping Brasília, na Asa Norte, para atender a população, das 9h às 16h, no Piso 1, ao lado da portaria principal. As doses irão contemplar todas as faixas etárias e os grupos prioritários, conforme determinado no calendário de rotina.

Iniciativa visa ampliar o acesso da população às vacinas previstas pelo Programa Nacional de Imunizações | Foto: Divulgação

Para o público adulto, por exemplo, serão oferecidas vacinas contra hepatite B, febre amarela, tríplice viral, dupla adulto (dT), entre outras. Já as crianças poderão receber imunizantes como pentavalente, pneumocócica 10-valente, rotavírus, meningocócica C, hepatite A, tríplice viral (SCR), DTP, varicela e febre amarela. A campanha também disponibilizará a vacina contra a gripe (influenza) a grupos prioritários, conforme as orientações estipuladas pelo Ministério da Saúde.

 

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No momento da vacinação, basta apresentar um documento de identificação com foto e o cartão de vacina, físico ou digital. Adultos podem se vacinar mesmo sem o cartão. No caso das crianças, contudo, é obrigatória a apresentação da caderneta vacinal para que a equipe possa verificar as doses pendentes.

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A iniciativa integra o calendário de ações de saúde para ampliar o acesso da população às vacinas previstas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), proporcionando praticidade para quem deseja ficar mais protegido. Novas edições da campanha no shopping estão previstas para os dias 15 de agosto, 19 de setembro, 17 de outubro, 28 de novembro e 12 de dezembro.

 

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Saúde

Sangramentos e dores persistentes podem ser sinais de cânceres ginecológicos

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No Setembro em Flor, oncologista aponta sinais que não devem ser ignorados e reforça a importância da vacinação e dos exames preventivos
 
Alterações no ciclo menstrual, dor pélvica persistente, aumento do volume abdominal e mudanças urinárias ou intestinais podem parecer problemas comuns, mas também estão entre os sinais associados aos cânceres ginecológicos. A orientação é não banalizar mudanças persistentes no organismo.
Promovido pelo Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), o Setembro em Flor 2026 tem como tema “O Futuro é Agora” e reforça a prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento.
No Brasil, o câncer do colo do útero permanece entre os de maior impacto na saúde feminina. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 19.310 novos casos por ano no triênio 2026–2028. Para o coordenador da Oncologia do Hospital Anchieta Taguatinga, Caio Neves, os números reforçam a importância de observar alterações que fogem do padrão habitual de cada mulher.
“Qualquer sangramento vaginal fora do padrão merece investigação. Sangramento após a relação sexual, entre as menstruações ou depois da menopausa, assim como dor pélvica persistente e distensão abdominal, são sinais que precisam ser avaliados”, orienta.
Quando os sinais são discretos
 
Nem todos os tumores ginecológicos apresentam manifestações claras no início. O câncer de ovário, por exemplo, pode provocar sintomas vagos, como distensão e dor abdominal, alterações intestinais ou urinárias, perda de apetite e cansaço. Além disso, não há atualmente um método de rastreamento eficaz recomendado para mulheres assintomáticas da população geral.
Segundo o médico, esses sintomas não significam necessariamente câncer. No entanto, alterações persistentes ou diferentes do habitual devem ser investigadas, em vez de serem atribuídas apenas à idade, à menopausa, a infecções ou a alterações hormonais.
Vacinação e prevenção
 
A infecção persistente por tipos oncogênicos do HPV está associada a quase todos os casos de câncer do colo do útero. O vírus também está relacionado a tumores de vulva e vagina, ampliando a importância da vacinação.
O especialista explica que a imunização é uma ferramenta de prevenção do câncer, mas não substitui o rastreamento. As duas estratégias são complementares e têm papéis diferentes no cuidado com a saúde da mulher.
Novas possibilidades de tratamento
Imunoterapia, terapias-alvo, avaliação molecular dos tumores e técnicas cirúrgicas menos invasivas têm ampliado as possibilidades de tratamento. No câncer de ovário, por exemplo, alterações em genes como BRCA podem ajudar a definir estratégias específicas, enquanto biomarcadores também têm ganhado importância no câncer de endométrio.
“Hoje temos mais ferramentas para tratar, controlar e, em muitos casos, curar esses tumores. Mas o maior ganho continua sendo chegar ao diagnóstico no momento certo”, pontua Caio Neves.
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