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GDF discute estratégias para acolhimento à população de rua

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Objetivo é fortalecer a articulação entre os órgãos do Governo do Distrito Federal para ampliar a integração das políticas públicas voltadas à promoção da inclusão e do desenvolvimento social

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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Representantes da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) e da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiss) se reuniram nesta terça-feira (30) com o objetivo de fortalecer a articulação entre os órgãos do Governo do Distrito Federal para ampliar a integração das políticas públicas voltadas à promoção da inclusão e do desenvolvimento social.

Representando a Ceiis, participaram da reunião a chefe executiva, Luciana Pedrosa de Lima, e o chefe da Assessoria Estratégica de Impacto Social, Edivan de Sousa Nascimento, que foram recebidos por Diego Moreno de Assis e Santos, subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus.

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Durante o encontro, foram apresentados os principais programas e projetos desenvolvidos pela Sejus, com destaque para o Acolhe DF, iniciativa voltada ao atendimento, acolhimento e reinserção social de pessoas em situação de vulnerabilidade.

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“Nosso propósito é fortalecer a integração entre os órgãos do Governo do Distrito Federal para que as políticas públicas cheguem de forma mais eficiente a quem realmente precisa. A pauta da população em situação de rua será uma das prioridades da atuação da Ceiis, pois compreendemos que esse desafio exige ações coordenadas, acolhimento, dignidade e oportunidades de reconstrução de vidas. O diálogo com a Sejus representa um passo importante para consolidarmos uma atuação conjunta, inovadora e orientada por resultados”, destacou Luciana Pedrosa.

“A pauta da população em situação de rua será uma das prioridades da atuação da Ceiis, pois compreendemos que esse desafio exige ações coordenadas, acolhimento, dignidade e oportunidades de reconstrução de vidas”

Luciana Pedrosa, chefe executiva da Ceiis

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O chefe da Assessoria Estratégica de Impacto Social, Edivan de Sousa Nascimento, ressaltou a importância da atuação integrada entre o poder público e a sociedade civil organizada para ampliar o alcance das políticas públicas.

“Os grandes desafios sociais não são enfrentados de forma isolada. É por meio da união de esforços entre o Governo do Distrito Federal, as organizações da sociedade civil, a iniciativa privada e as instituições parceiras que conseguimos construir soluções mais eficientes, humanas e duradouras. A integração é o caminho para transformar políticas públicas em resultados concretos para a população,” lembrou Edivan de Sousa.

Ao final da reunião, os representantes reforçaram o compromisso de manter o diálogo institucional e desenvolver ações integradas que fortaleçam as políticas públicas de proteção social, cidadania e promoção dos direitos da população do Distrito Federal.

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A reunião reafirma o compromisso da Ceiis em promover a articulação entre instituições governamentais e organizações da sociedade civil, fortalecendo uma rede de cooperação voltada ao desenvolvimento de iniciativas inovadoras e de alto impacto social para a população do Distrito Federal.

 

 

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Mulheres incriveis

Erika Hilton se torna a mulher mais votada da história para a Câmara

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Deputada do PSOL teve 1,59 milhão de votos, segunda maior votação do país, no mesmo dia em que recebeu ameaça de morte

Erika Hilton (Psol) foi reeleita deputada federal por São Paulo neste domingo (4) com 1.596.383 votos e se tornou a mulher mais votada da história para a Câmara dos Deputados. Com 99,99% das urnas apuradas, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ela teve a segunda maior votação do país, ficando atrás apenas de Lucas Pavanato (PL), também de São Paulo, que somou 3.038.271 votos.

A marca supera a de Joice Hasselmann, eleita em 2018 com 1.078.666 votos. Hilton também multiplicou por mais de seis o resultado que teve em 2022, quando recebeu 256.903 votos.

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Entre as mulheres, a nível nacional, aparecem em seguida Sâmia Bomfim (Psol-SP), com 583.048 votos, e Julia Zanatta (PL-SC), com 560.223.

Em discurso a apoiadores após o resultado, publicado em seu perfil no Instagram, a deputada afirmou que a eleição representa a ruptura de barreiras impostas a pessoas trans e travestis. “O Brasil, de maneira muito triste, ainda segue sendo o primeiro país do mundo que mais mata mulheres como nós”, disse. “Essa vitória não é minha, é coletiva.”

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Hilton foi eleita vereadora de São Paulo em 2020, como a mulher mais votada do país naquela disputa municipal. Dois anos depois, tornou-se uma das duas primeiras mulheres trans eleitas para a Câmara dos Deputados, ao lado de Duda Salabert (PDT-MG).

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Ameaça de morte no dia da votação

A deputada registrou boletim de ocorrência neste domingo após receber, por e-mail, uma ameaça de morte acompanhada de ofensas transfóbicas. A mensagem chegou às 10h26, quando ela se preparava para sair de casa para votar. Nela, o autor dizia conhecer os dados pessoais e o endereço da parlamentar.

Segundo o boletim, Hilton adiou a ida à seção eleitoral até que sua segurança pessoal fosse reforçada. O e-mail foi enviado pelo Onion Mail, serviço que dificulta o rastreamento de mensagens. A deputada pediu às autoridades a abertura de investigação para identificar e responsabilizar o autor.

No discurso, ela minimizou o episódio diante do histórico de ataques que sofre. “Perto das ameaças recorrentes que eu e minha família recebemos, essa é só mais uma bobeira no meio do caminho de algum idiota desocupado que não suporta ver o nosso brilho”, afirmou.

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‘Madrinha política’

Hilton também comemorou a eleição de Sofia Favero (407.749) para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), candidatura que apresentou e apoiou durante a campanha. A parlamentar destacou que construiu sua trajetória sem apoio de lideranças tradicionais.

“Nós não tivemos padrinhos, mas eu tenho muito orgulho de ter me tornado uma madrinha política”, afirmou. Favero foi a terceira deputada estadual paulista mais votada, atrás de Eduarda Campopiano (PL) e Eduardo Suplicy (PT).

Segundo turno

Hilton afirmou que a campanha continua até o segundo turno da disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Ela citou o envolvimento de Flávio com o Banco Master entre as críticas ao adversário.

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“A nossa vitória só será completa com a reeleição do presidente Lula”, disse. “A gente vai ter que continuar em campanha. Eu queria dar essa notícia triste para vocês: a campanha não acabou.”

 

 

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FONTE:

iclnoticias.com.br

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Por Brasil de Fato

FOTO: Câmara dos Deputados

Divulgação

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