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Cultura

Quadrilha de Ceilândia é campeã do Candangão Junino 2026

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Quadrilha Sanfona Lascada conquista o título da maior competição junina do Distrito Federal e Entorno após emocionar público e jurados na Praça do Trabalhador

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Agência Brasília | Edição: Paulo Soares

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Após dois dias de apresentações marcadas por emoção, tradição e alto nível técnico, a quadrilha Sanfona Lascada, de Ceilândia, conquistou o título da grande final do Candangão Junino 2026. O resultado foi anunciado na noite deste domingo (26), encerrando a maior competição de quadrilhas juninas do Distrito Federal e Entorno, realizada na Praça do Trabalhador.

Com 44 anos de história, a Sanfona Lascada é uma das mais tradicionais quadrilhas juninas do Distrito Federal e um dos maiores símbolos da cultura popular de Ceilândia. Ao longo de mais de quatro décadas, o grupo construiu uma trajetória marcada pela preservação das tradições juninas, pela formação de gerações de quadrilheiros e por apresentações que unem emoção, criatividade e excelência artística. Em 2026, coroou essa história com a conquista do título do Candangão Junino diante da torcida da cidade.

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A segunda colocação ficou com a Sabugo de Milho, seguida pela Êta Lasquêra, em terceiro. Completaram o ranking das cinco melhores quadrilhas da edição 2026 a Segue o Fogo, na quarta colocação, e a Si Bobiá a Gente Pimba, em quinto lugar. A disputa foi avaliada por um corpo de jurados formado por músicos, professores de dança, coreógrafos, estilistas e especialistas em cultura popular. Com ampla experiência no movimento junino, os avaliadores participam de concursos e festivais de quadrilhas em diversas regiões do Brasil, realizando uma análise técnica criteriosa dos quesitos da competição e garantindo a credibilidade do Candangão Junino.

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A disputa foi avaliada por um corpo de jurados formado por músicos, professores de dança, coreógrafos, estilistas e especialistas em cultura popular | Foto: Divulgação

O presidente da Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (Fequaju/DF), Robson Vilela, destacou a qualidade da competição:
“Encerramos mais uma edição histórica do Candangão Junino. Todas as quadrilhas deram um verdadeiro espetáculo, mostrando dedicação, talento e amor pela cultura popular. O público fez uma grande festa e o nível das apresentações mostrou a força do movimento junino do Distrito Federal e Entorno”.

A edição 2026 do Candangão Junino reuniu 21 quadrilhas juninas do Distrito Federal e Entorno, que percorreram Sobradinho, Planaltina, Santa Maria, Samambaia e Ceilândia. Em cada etapa, milhares de pessoas prestigiaram as apresentações, lotando as arenas e reforçando a força do movimento junino nas regiões administrativas. A grande final, realizada na Praça do Trabalhador, marcou o encerramento de uma temporada de sucesso, consolidando o Candangão Junino como a principal competição de quadrilhas do Distrito Federal e Entorno.

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Resultado da Grande Final do Candangão Junino 2026

 

1º lugar: Sanfona Lascada (Ceilândia)

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2º lugar: Sabugo de Milho

3º lugar: Êta Lasquêra

4º lugar: Segue o Fogo

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5º lugar: Si Bobiá a Gente Pimba

Premiações especiais

Melhor Casal de Noivos: Sabugo de Milho

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Melhor Marcador: Sanfona Lascada

 

 

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Cultura

Exposição dos Povos da Floresta chega a Brasília e ocupa Memorial dos Povos Indígenas

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Em cartaz a partir de quarta-feira (29), mostra tem entrada gratuita e reúne artistas indígenas, povos tradicionais e diferentes expressões da arte amazônica

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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Brasília recebe, a partir desta quarta-feira (29), a Exposição dos Povos da Floresta, uma mostra que reúne artistas de diferentes territórios da Amazônia em um encontro entre arte, ancestralidade, território e memória. Integrando a Etapa Brasília do Festival dos Povos da Floresta, a exposição ocupa o Memorial dos Povos Indígenas (MPI), com visitação gratuita até 27 de setembro.

Idealizado pelo Centro de Inovação da Amazônia (Rioterra), o Festival dos Povos da Floresta promove a circulação de artistas, mestres tradicionais e comunidades originárias, ampliando o acesso às múltiplas expressões culturais amazônicas em diferentes regiões do país. A cerimônia de abertura será na terça-feira (28), das 19h às 21h, marcando o encontro de artistas, curadores, convidados e público em uma celebração da diversidade cultural brasileira.

Além da mostra, o público poderá explorar tecnologia imersiva e assistir a seleção de curtas-metragens, com narrativas que dialogam com os temas da exposição

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A exposição reúne fotografias, pinturas, esculturas, instalações, registros audiovisuais, experiências em realidade virtual e curtas-metragens, construindo um percurso sensorial que aproxima o visitante das diferentes narrativas e modos de vida presentes na Amazônia.

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Entre os destaques estão obras de Gustavo Caboco, Paula Sampaio, Will Arehj, Wauto Am, além do acervo fotográfico da Rioterra com trabalhos de Marcela Bonfim, Alexis Bastos, Fred Bastos, Alexandre Rotuno e do próprio Will Arehj.

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A mostra também reúne artistas de Rondônia, Roraima, Amapá e Pará, refletindo a diversidade estética, cultural e territorial da região amazônica. Participam nomes como Saulo de Souza, Rafael Prado, Evandro Câmara, Bototo, Avener Prado, Isaías Miliano, Pedro Macuxi, Kaiwino Wiz (Georgina), Vinícius Kenede, Caripoune Yermollay, Ya Juarez, Keyla Palikur, Thay Ptit, Hugo Figueiredo e Gilson Tupinambá, entre outros.

Ao longo de sua trajetória, a Exposição dos Povos da Floresta percorreu Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Macapá (AP) e Belém (PA), incorporando novas ocupações artísticas e diferentes olhares curatoriais em cada território. Em Brasília, essas experiências convergem em uma exposição que sintetiza os diálogos construídos ao longo do projeto, sob curadoria de Isabela Bastos e Lucas Baim.

Mais do que apresentar obras de arte, a mostra propõe uma reflexão sobre a pluralidade dos povos amazônicos, evidenciando suas memórias, cosmologias, formas de resistência e modos de produzir conhecimento por meio da arte.

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Programação audiovisual e realidade virtual

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Além das obras expostas, o público poderá assistir a uma seleção de curtas-metragens produzidos em Rondônia, Roraima, Amapá e Pará, com narrativas que dialogam com os temas da exposição e ampliam a experiência do visitante.

A programação inclui ainda uma imersão em realidade virtual composta por quatro experiências audiovisuais que apresentam paisagens, saberes e vivências da Amazônia, permitindo ao público conhecer diferentes territórios por meio de tecnologia imersiva.

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Comprometida com a democratização do acesso à cultura, a exposição contará com recursos de acessibilidade, incluindo intérpretes de Libras e audiodescrição das obras por meio de QR Code.

Ao reunir diferentes linguagens artísticas, territórios e experiências culturais, a Exposição dos Povos da Floresta reafirma o compromisso do festival em fortalecer o protagonismo dos povos amazônicos e ampliar a circulação de suas produções, aproximando o público brasileiro da riqueza artística e cultural da região.

Serviço

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Exposição dos Povos da Floresta      

⇒ Local: Memorial dos Povos Indígenas (MPI)

⇒ Cerimônia de abertura: terça-feira (28), das 19h às 21h

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⇒ Visitação: de quarta-feira (29) a 27 de setembro

⇒ Funcionamento: terça-feira a domingo, das 9h às 17h

⇒ Entrada gratuita.

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