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Educação

Consulte os locais de prova do concurso da carreira de desenvolvimento e assistência social

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Exames para cargos de nível superior e médio serão aplicados neste domingo (6)

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Agência Brasília | Edição: Chico Neto

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Já estão disponíveis para consulta os locais de aplicação das provas objetiva e discursiva do concurso público para os cargos de especialista em desenvolvimento e assistência social (Edas) e técnico em desenvolvimento e assistência social (TDAS). O edital nº 4, de 31/8/2026, foi publicado nesta terça-feira (1º), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

Para consultar individualmente o local e o turno em que deverão fazer a prova, os candidatos devem acessar a “área do candidato” neste site. O certame é para preenchimento de 1.197 vagas imediatas, além do cadastro de reserva.

As provas serão aplicadas neste domingo (6), com duração de quatro horas. Os candidatos ao cargo de Edas farão a prova no período da manhã, com abertura dos portões às 6h45 e fechamento às 7h45. Já os candidatos ao cargo de TDAS estão escalados para a prova no período da tarde, com abertura dos portões às 13h45 e fechamento às 14h45.

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Não será permitida a entrada após o fechamento dos portões, e não haverá período de tolerância. As provas deverão ser feitas exclusivamente no local e no turno designados para cada candidato, não sendo permitida alteração. A orientação é que os candidatos consultem antecipadamente o local de prova, organizem a documentação necessária e cheguem com antecedência, a fim de evitar imprevistos no dia da prova.

 

Orientações aos candidatos

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Para fazer a prova, o candidato deverá levar documento de identidade original válido e caneta esferográfica de tinta azul ou preta, fabricada em material transparente. A organização recomenda que os candidatos levem pelo menos duas canetas.

De acordo com o edital, serão aceitos, entre outros, documentos oficiais com foto, como Carteira de Identidade Nacional (CIN), Carteira Nacional de Habilitação (CNH), RG digital, e-Título, Documento Nacional de Identificação (DNI), desde que apresentados nos respectivos aplicativos oficiais, conforme as regras do edital.

O edital estabelece ainda restrições para diversos objetos durante a realização das provas, incluindo celulares, smartphones, relógios, fones de ouvido, dispositivos eletrônicos vestíveis, óculos inteligentes, lápis, lapiseira, borracha, marca-texto, bonés, chapéus e recipientes que não sejam transparentes.

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Os equipamentos eletrônicos deverão ser desligados e acondicionados na embalagem porta-objetos fornecida pela equipe de aplicação, permanecendo lacrada durante todo o período de realização das provas. O descumprimento dessas regras poderá resultar na eliminação do candidato.

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Curiosidades

Estudantes de escolas públicas querem ensino e aprendizagem melhores

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Pesquisa abordou perspectivas sobre os governos que se iniciam em 2027
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

Melhorias relacionadas ao ensino e à aprendizagem são a principal expectativa de pelo menos um quarto dos estudantes brasileiros do ensino médio em relação aos governos que se iniciam em 2027. A qualidade do ensino, para esse grupo, está diretamente relacionada à atuação do professor.

O levantamento ouviu 5.296 alunos do ensino médio e do ensino fundamental 2 (6° ao 9° ano), nas cinco regiões do país. Segundo eles, tais mudanças devem contemplar:

  • aulas diferentes;
  • dinâmicas em salas de aula;
  • capacitação de professores;
  • menos falta dos professores.

A pesquisa O que os estudantes pensam sobre a Educação? foi encomendada ao Instituto DataFolha pelas fundações Itaú, Lemann, Telefônica Vivo e pelos institutos Natura, Sonho Grande, Unibanco e Todos Pela Educação.

Entre os temas abordados nas perguntas, então o processo de aprendizagem, a atuação dos professores, educação profissional, uso de tecnologia, educação em tempo integral.

Desempenho dos professores

Dados do estudo indicam que a percepção dos estudantes entre 12 e 21 anos sobre a forma como os professores explicam os conteúdos está associada à avaliação que fazem da escola. 

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Entre os que dizem que os professores explicam bem os conteúdos, 75% avaliam a escola como boa ou ótima. Entre aqueles que afirmam que os professores não explicam bem, esse percentual cai para 48%.

O diretor de Políticas Públicas do Todos Pela Educação, Gabriel Corrêa, afirma que os estudantes colocam as oportunidades de aprendizagem no topo de suas expectativas sobre o que é uma boa escola.

“É um dado que ajuda a reforçar onde deve estar a prioridade absoluta da política pública nos próximos anos: na aprendizagem.”

Segundo ele, o momento de eleições e o início de novos mandatos trazem oportunidade de revisão de estratégias e de repactuação de compromissos.

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“[Nesse contexto], o país precisa acelerar muito o ritmo de crescimento dos indicadores de qualidade educacional.”

Ainda em relação aos professores, no fundamental 2, 78% avaliam que os professores estão motivados para dar aulas, enquanto no ensino médio esse número cai para 69%.

A ausência de professores parece ser um problema mais comum também no ensino médio, onde 66% concordam totalmente ou em parte que “há disciplinas que ficam um tempo sem ter professor”. No fundamental 2, 61% afirmam o mesmo.

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Ensino técnico

Mais de 90% consideram importante ter a oportunidade de fazer um curso técnico ou profissionalizante durante essa etapa da educação. 

O dado contrasta com o alcance atual da Educação Profissional e Tecnológica: de acordo com o Censo Escolar 2025, cerca de 20% dos estudantes do Ensino Médio estão matriculados na educação profissional.

Tecnologia

A tecnologia é percebida como presente na rotina escolar: 70% dos estudantes afirmam que os professores usam tecnologia nas aulas pelo menos uma vez por semana. 

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A inteligência artificial aparece entre as ferramentas: 71% dizem usar IA com frequência ou às vezes para estudar. Ao mesmo tempo, quase um em cada três estudantes discorda de que seus professores estejam bem preparados para usar tecnologia em sala de aula.

Tempo integral

Entre os estudantes que estudam em tempo integral, 74% avaliam a escola como boa ou ótima, ante 68% dos estudantes do ensino regular. A diferença aparece nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.

Entre os benefícios estão mais tempo para aprender, participação em atividades esportivas, artísticas e culturais, preparação para o futuro e mais tempo de estudo para vestibular e para o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem.

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Entre os estudantes do ensino médio que afirmam que não estão no tempo integral, 20% dizem trabalhar ou exercer atividade para garantir remuneração.

Para Patricia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social, a pesquisa revela que os estudantes têm consciência sobre o que é importante para a escola.

Quando a aprendizagem aparece como prioridade e a formação técnica, a tecnologia, o tempo integral e a possibilidade de escolha ganham relevância, há um recado claro para as políticas públicas, de acordo com a especialista.

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“Ouvir os jovens é fundamental para construir respostas mais conectadas à realidade das escolas e garantir condições para que cada estudante e futuro profissional avance em sua trajetória com qualidade, equidade e perspectivas concretas para o futuro.”

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