Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Queimar mais calorias no treino significa emagrecer mais?

Publicado em

Especialista da Companhia Athletica explica por que o número mostrado no relógio ou no aparelho é apenas uma parte da equação para quem busca perder peso

São Paulo, 2026 – Terminar o treino, olhar para o relógio e conferir quantas calorias foram gastas virou um hábito para muita gente. Para quem busca emagrecer, é comum acreditar que quanto maior o número registrado, melhor foi o exercício e maiores serão os resultados na balança. Mas o gasto calórico e a perda de peso não funcionam de maneira tão direta: além da energia utilizada durante a atividade física, entram nessa conta a alimentação, o metabolismo, as atividades realizadas ao longo do dia e a frequência dos treinos.

“O gasto calórico do treino é apenas uma parte do processo. Para perder peso, precisamos olhar para o balanço energético como um todo, considerando quanto o organismo gasta ao longo do dia e quanto é consumido por meio da alimentação. Por isso, não adianta simplesmente buscar o exercício que apresenta o maior gasto de calorias”, explica Cacá Ferreira, gerente técnico da Companhia Athletica.

Advertisement

Outro ponto é que os números apresentados por relógios, esteiras e outros equipamentos devem ser encarados como estimativas, já que o gasto energético varia de acordo com características individuais e com a intensidade do exercício.

Leia Também:  Suspensão programada de energia afeta o SIA nesta quarta-feira (16)

E nem sempre a atividade que registra mais calorias durante a prática é necessariamente a melhor escolha para quem quer emagrecer. A musculação, por exemplo, contribui para a manutenção e o desenvolvimento da massa muscular e pode fazer parte de uma estratégia que combine exercícios de força e atividades aeróbicas.

“Mais importante do que perseguir o número de calorias mostrado pelo relógio é construir uma rotina de exercícios que seja adequada para cada pessoa e que possa ser mantida com regularidade. No emagrecimento, consistência e equilíbrio fazem muito mais sentido do que transformar cada treino em uma corrida para gastar o máximo possível”, completa Cacá Ferreira.

Advertisement

Sobre a Companhia Athletica

A Companhia Athletica está presente no mercado há mais de 40 anos e conta com 18 unidades em operação nas cinco regiões do país, além de mais uma segunda unidade em Brasília em fase de construção. Ao longo de sua trajetória, a rede se firmou como referência no fitness brasileiro pela seriedade, profissionalismo e cuidado com as pessoas. É uma academia completa para todas as fases da vida: do bebê ao bisavô, e tem no seu DNA o compromisso de fazer o aluno sair sempre melhor do que entrou.

A primeira unidade foi inaugurada em 1985, em São Paulo. Instalada na Rua Kansas (Brooklin), nascia como primeiro espaço construído especialmente para abrigar uma academia de ginástica no Brasil.

Advertisement
Leia Também:  Preenchimento labial: os cuidados para evitar excessos

Foi a primeira rede de academias a funcionar aos sábados, domingos e feriados (exceto Natal e Ano Novo), oferecendo também um dos maiores parques aquáticos do Brasil, com 22 piscinas, sendo 11 semiolímpicas. Juntas, as unidades somam mais de 60 mil metros quadrados de área construída de academia, fora estacionamentos.

Sempre em linha com as novas tendências, hoje a rede de academias premium disponibiliza para os seus alunos uma infraestrutura de primeira: localização privilegiada pela comodidade e segurança, equipamentos de última geração, ambientes exclusivos para diversas modalidades esportivas e todas as idade, professores especialistas e tecnologia a favor da melhor experiência do aluno como o CiaOn: aplicativo de celular que reúne diversas funcionalidades, como a grade de horário das aulas, agendamento de serviços, os treinos elaborados pelos professores e agora também o CIA GO (aulas e treinos virtuais).

Bicampeã da pesquisa “Melhor Academia do Brasil” em Atendimento ao Cliente do Estadão (2024 e 2025), a Companhia Athletica reforça seu compromisso permanente com a excelência, a inovação e o bem-estar de seus alunos.

Advertisement

 

 

 

Advertisement

CRÉDITOS:

FOTO: DIVULGAÇÃO

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Curiosidades

Sintomas menos conhecidos podem atrasar diagnóstico de alterações cardiovasculares

Published

on

 
Falta de ar, tontura, palpitações, suor excessivo e dores em outras regiões do corpo também podem indicar que algo não vai bem
 
Dor no peito é o sintoma mais associado aos problemas cardíacos, mas nem sempre é assim que eles se manifestam. Falta de ar, palpitações, tontura, náuseas, suor excessivo, sensação de desmaio e dores nos braços, mandíbula ou região do estômago também podem estar relacionados a alterações cardiovasculares.
No Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, o cardiologista do Hospital Anchieta Rafael Guedes chama atenção para um fator que ainda atrasa o atendimento: muita gente não reconhece esses sinais ou acredita que eles não indicam algo grave.
Segundo ele, a demora costuma ocorrer por uma combinação de desinformação e subestimação dos sintomas. “Muitas pessoas não reconhecem os sinais ou acreditam que aquilo não pode ser algo grave. Ainda existe uma tendência de buscar atendimento somente depois que o quadro se agrava”, avalia.
O cenário preocupa diante da dimensão das doenças cardiovasculares no país. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que o Brasil registra entre 300 mil e 400 mil casos de infarto por ano, com uma morte estimada a cada cinco a sete ocorrências.
Sinais podem variar de pessoa para pessoa
 
As manifestações cardiovasculares não são iguais em todos os pacientes. Elas podem variar conforme idade, histórico de saúde e presença de outras doenças, o que também pode dificultar o reconhecimento de que algo está errado.
“O coração pode demonstrar sofrimento de várias formas, inclusive de maneira silenciosa. Além da dor no peito, falta de ar, aceleração dos batimentos, tontura, náusea, sudorese e dores em outras regiões também podem sinalizar um problema”, observa o especialista.
Por isso, mudanças repentinas no estado de saúde, sintomas persistentes ou sinais acompanhados de mal-estar importante merecem avaliação. O reconhecimento precoce pode fazer diferença no tempo de procura por atendimento e no início do tratamento.
Prevenção começa na rotina
 
Além de reconhecer os sintomas, a prevenção passa pelo controle de fatores que aumentam o risco cardiovascular. Tabagismo, sedentarismo, alimentação rica em gorduras saturadas e açúcares, estresse elevado e má qualidade do sono estão entre os hábitos que podem prejudicar a saúde do coração ao longo do tempo.
Para Rafael Guedes, o cuidado precisa ser incorporado à rotina e não lembrado apenas quando surge algum sintoma. Praticar atividade física, não fumar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e acompanhar a pressão arterial são medidas que ajudam a reduzir riscos.
“Não adianta pensar em prevenção apenas quando surge um sintoma. O cuidado precisa fazer parte do dia a dia, com hábitos saudáveis e acompanhamento médico de acordo com o perfil de cada pessoa”, alerta.
COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Transporte público é reforçado para a 30ª Festa do Morango, em Brazlândia
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA