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Lavar carnes é seguro? Veja o que pode e não pode fazer durante o preparo da proteína

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Créditos FreePik

Há práticas que ajudam a minimizar o risco de doenças alimentares e garantem que os alimentos sejam preparados de forma segura

São Paulo (SP), setembro de 2024: Antes de preparar algumas receitas com carne, seja de vaca, frango ou porco, muitas pessoas ainda têm o hábito de lavar a proteína. O que muitos desconhecem que, além de ineficaz, essa ação não é considerada segura por diferentes razões. O contato com a água, em vez de reduzir o risco de doenças, pode espalhar patógenos. A Salmonella, por exemplo, pode estar presente no frango e causar sintomas como diarreia. Já a Campylobacter, além da diarreia, pode ocasionar o desenvolvimento de doença autoimune. A Escherichia coli pode estar presente em carnes cruas ou malpassadas, assim como a Vibrio cholerae em frutos do mar. Ambas podem causar sintomas como dor e inchaço abdominal, mal-estar, náuseas com ou sem vômitos, diarreia e, em alguns casos, febre.

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Para evitar a contaminação ao cozinhar, a higienização do local onde o alimento será manipulado também é essencial. Para explicar melhor sobre essa questão, a nutricionista do Divino Fogão, Jéssica Benazzi, mostra quais são os riscos e dá dicas de práticas que auxiliam a cozinhar de forma segura.

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Risco de Contaminação Cruzada: Ao lavar as carnes, bactérias como Salmonella ou Escherichia coli podem ser transferidas para outros alimentos ou superfícies. A ação aumenta o risco de contaminação cruzada, pois ao utilizar a água, respingos podem ser espalhados em diferentes superfícies, utensílios e alimentos.

 

Ineficácia na Remoção de Bactérias: A lavagem não elimina as bactérias da carne. Na verdade, a água não é capaz de remover completamente os microrganismos. Já o calor durante o cozimento é a maneira mais eficaz de matar bactérias e outros patógenos. Neste caso, a principal forma de garantir a segurança alimentar é cozinhar a carne a temperaturas internas adequadas.

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Manter a Cozinha Limpa: Certifique-se de que superfícies, utensílios e mãos estejam limpos e desinfetados. Isso evita que você possa contaminar os alimentos que estão sendo manipulados naquele espaço utilizado. Para manter os locais e objetos higienizados, utilize detergente e panos limpos.

 

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Cozinhar a Carne Adequadamente: Use um termômetro de alimentos para garantir que a carne atinja a temperatura interna recomendada. Algumas doenças são transmitidas por conta de carnes cruas ou malcozidas. Com o uso do equipamento, é possível obter o ponto certo no meio da proteína.

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Separar Alimentos: Evite a contaminação cruzada mantendo carnes cruas separadas de outros alimentos e usando utensílios diferentes para proteína e outros ingredientes. Ou seja, não utilize a mesma faca ou tábua usada anteriormente para cortar legumes ou verduras.

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Sobre o Divino Fogão:

Desde 1984, o Divino Fogão lançou-se no mercado com uma estratégia inovadora, servindo o que há de mais saboroso e variado da comida típica da fazenda. Hoje, o Divino Fogão é nacionalmente reconhecido por seus produtos de excelente qualidade e com sabor genuinamente brasileiro. Receitas próprias e exclusivas foram desenvolvidas ao longo dos anos, procurando atender o gosto e o paladar brasileiro. A rede conta hoje com 218 pontos de vendas que incluem as operações em shopping centers e o projeto de dark kitchen, voltado apenas ao sistema delivery.

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Assessoria de Imprensa Divino Fogão

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Trabalhar fora de casa sem gastar muito: como escolher espaços produtivos em Brasília

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Especialista Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, orienta sobre como escolher ambientes que ajudem na produtividade

Encontrar um lugar adequado para trabalhar ou estudar fora de casa, sem gastar muito, tem se tornado um desafio para moradores do Distrito Federal. No Brasil, cerca de 6,6 milhões de pessoas ainda trabalham remotamente, segundo o IBGE, o que ajuda a explicar a busca por ambientes que ofereçam mais foco e estrutura fora de casa, como bibliotecas, cafés e espaços compartilhados.

Nesse cenário, a escolha do local passou a ser um fator estratégico para manter o rendimento ao longo do dia. Mais do que o preço, aspectos como conforto, nível de ruído, acesso à internet e localização devem ser levados em consideração na hora de definir o ambiente ideal.

Segundo Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, um dos principais erros é priorizar apenas o menor custo. “Nem sempre o lugar mais barato será o mais vantajoso. É importante avaliar o custo-benefício, considerando estrutura, localização e o quanto aquele ambiente contribui para a produtividade”, afirma.

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De acordo com o especialista, ambientes barulhentos ou com estrutura inadequada tendem a comprometer o desempenho. “Locais com muitas distrações ou internet instável dificultam a concentração e podem impactar diretamente a rotina de trabalho ou estudo”, explica.

Hideo destaca que já existem alternativas acessíveis para quem precisa trabalhar fora de casa, como espaços que oferecem estrutura adequada e um ambiente planejado para foco, como o 365. “Hoje é possível encontrar opções que equilibram custo e qualidade, com conforto e condições adequadas para manter a produtividade”, pontua.

Home office ainda é o modelo preferido entre trabalhadores

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Mesmo sendo o modelo preferido por muitos profissionais, o home office nem sempre garante as condições ideais de produtividade. Distrações, falta de estrutura adequada e dificuldades de concentração fazem com que parte dos trabalhadores busque alternativas fora de casa ao longo da rotina.

Além da escolha do espaço, o planejamento da rotina também é essencial para evitar gastos desnecessários. Avaliar a frequência de uso, o tempo de permanência e custos extras, como consumo e deslocamento, pode fazer diferença no orçamento ao final do mês.

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“A análise dos custos de forma mais ampla mostra que o mais barato nem sempre é a melhor escolha. Um ambiente adequado influencia diretamente na produtividade, na organização da rotina e na qualidade das entregas. Por isso, escolher bem o espaço deve ser visto como um investimento no próprio desempenho”, conclui.

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