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Diversas

Com incentivo do Governo de Goiás, Websérie mostra potencialidades turísticas do estado

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Os seis episódios de “Goiás: O Coração do Brasil” exibem a aventura de dois viajantes que mergulharam no patrimônio natural e humano do interior goiano. Acesso aos vídeos está disponível no canal Vida de Mochila no YouTube

Dois viajantes e um mesmo objetivo: rodar pelo estado de Goiás para explorar lugares intocados do Cerrado, revelar lendas mágicas, conhecer histórias fascinantes e mergulhar no patrimônio natural e humano do interior do estado. Assim nasceu a websérie “Goiás: O Coração do Brasil”, um projeto de fomento ao turismo goiano, que recebeu apoio do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

A jornada de Richard Oliveira Silva e Lanna Sanches Dogo resultou numa websérie, de seis episódios, já disponível no canal Vida de Mochila no YouTube. Os destinos visitados integram três de 12 regiões do Mapa do Turismo Goiás: Chapada das Emas, Pegadas do Cerrado e Terra Ronca. É uma produção independente que celebra o estado de Goiás, utilizando tecnologia de ponta, incluindo drones, para capturar imagens aéreas. A série também inclui entrevistas com moradores locais e especialistas.

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Localidades visitadas
Em Serranópolis, no Sul de Goiás, o passado pré-histórico foi o diferencial que colocou o município na lista de lugares a serem visitados pelo Vida de Mochila. Ainda pouco difundido, o sítio arqueológico da cidade, que data de 12 mil anos, foi a primeira parada do projeto. No episódio, é possível conferir pinturas rupestres bem conservadas, além da beleza de cachoeiras, águas cristalinas que formam piscinas naturais e abrigos de pedras. Depoimentos do guia e geógrafo Élio Amorim e da artesã Alcione enriquecem o material, revelando um tesouro cultural.

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Em Chapadão do Céu, na aventura pelo Parque Nacional da Chapada das Emas, uma das últimas e maiores áreas remanescentes de Cerrado intocado no Brasil, o episódio mostra um safári e o fenômeno da bioluminescência das larvas de vaga-lume. A série destaca a rica biodiversidade da região, incluindo emas, veados e diversas aves, além da nascente do Rio Formoso e de um tour por Chapadão do Céu, reconhecida no índice FIRJAN de desenvolvimento como uma das melhores cidades de Goiás para se viver.

Em Caiapônia, o destaque é a beleza das inúmeras cachoeiras gigantes. Richard e Lanna mostram trilhas desafiadoras e algumas das 40 cachoeiras catalogadas na região, como a São Domingos e a Santa Helena. Depoimentos de guias e moradores dão dicas valiosas do local, que tem tudo para ser a nova rota do ecoturismo goiano.

O quarto episódio da websérie foi em Paraúna, revelando o misticismo e as formações rochosas impressionantes do Parque Estadual de Paraúna: Serra das Galés, Serra da Portaria e a Muralha de Pedra. Os viajantes visitaram também a Ponte de Pedra e encerraram a viagem na Cachoeira dos Sonhos. Paraúna é conhecida como o destino de ecoturismo. O material traz ainda um tour pela vinícola Serra das Galés.

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Em seguida, o destino foi Mambaí, que surgiu com a exploração do látex. Conhecido como a “farmácia do Cerrado”, no município é tradição a exploração das plantas medicinais. O episódio destaca ainda os fervedouros e a importância da preservação ambiental, a travessia de cavernas, e o encantamento do poço azul.

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Os viajantes encontraram em São Domingos o Parque Estadual da Terra Ronca, com suas mais de 100 grutas e cavernas catalogadas. As lendas da região são o tema do último episódio de “Goiás: O Coração do Brasil”. O nome de Terra Ronca vem do barulho que a água faz ao bater em pedras no interior das cavernas, reproduzindo o som de um ronco que vem da terra.

Assista e Descubra
A websérie “Goiás: O Coração do Brasil” é um convite para se conhecer e valorizar as riquezas do estado de Goiás. Cada episódio é uma porta de entrada a lugares com histórias que merecem ser contadas. Para assistir aos episódios gratuitamente e acompanhar essa jornada, acesse o canal do YouTube Vida de Mochila: Vida de Mochila.

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Criado em 2014, o canal Vida de Mochila nasceu com o objetivo de inspirar e apoiar pessoas a viajarem de maneira transformadora. Richard Oliveira Silva e Lanna Sanches Dogo incentivam seus seguidores a saírem das rotas turísticas tradicionais para desbravar o novo. Através de suas viagens, eles promovem um turismo consciente e significativo.

O projeto foi realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo do governo federal operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=vwpKnev02So&list=PLcQSEECkO7UAvRgMz7CceYV9iXaSfUaQf

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Fotos: Richard Oliveira

Legenda: Websérie mostra diversas opções turísticas em Goiás

Secretaria de Estado da Cultura – Governo de Goiás

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Curiosidades

Mais de 600 mil pessoas visitam cemitérios do DF no Dia de Finados

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Tendas da Secretaria de Justiça e Cidadania registraram 1,2 mil atendimentos nas seis unidades, com orientações sobre serviços funerários, apoio psicossocial e acolhimento aos visitantes

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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Mais de 600 mil pessoas visitaram os seis cemitérios públicos do Distrito Federal durante o feriado do Dia de Finados, nesta segunda-feira (2). Para acolher os visitantes em uma data marcada pela saudade e pelas homenagens aos entes queridos, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) instalou tendas de atendimento nas unidades, onde foram registrados 1.203 atendimentos, entre orientações gerais, registros de ouvidoria e apoio psicossocial.

Responsável por supervisionar e fiscalizar a administração dos cemitérios e dos serviços funerários no DF, a Sejus ofereceu informações sobre direitos, custos e procedimentos, além de orientações para quem precisava esclarecer dúvidas ou buscar soluções para suas demandas. A iniciativa também disponibilizou materiais informativos e canais para o registro de reclamações e denúncias.

Foram 1.129 orientações gerais, 61 registros de ouvidoria e 13 atendimentos psicossociais. A distribuição dos atendimentos foi de 387 na Asa Sul, 210 em Taguatinga, 195 no Gama, 139 em Brazlândia, 140 em Sobradinho e 132 em Planaltina.

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“O nosso papel é garantir a boa organização dos cemitérios, mas também ter um olhar acolhedor para as pessoas”

Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania

“O nosso papel é garantir a boa organização dos cemitérios, mas também ter um olhar acolhedor para as pessoas. É um momento de saudade e fragilidade para muitas famílias, e queremos oferecer escuta, orientação e apoio a quem precisa”, destacou o secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana.

Acolhimento em meio à saudade

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Entre os visitantes que procuraram atendimento estava Walisson Pereira da Silva, de 50 anos, videomaker e morador do Recanto das Emas. Ele passou pela tenda da Sejus no Cemitério da Asa Sul em busca de orientações para resolver um problema e destacou a importância do acolhimento recebido durante o momento de luto. “Fui muito bem acolhido, recebi as informações de que precisava e saí com um sentimento de esperança”, contou.

Moradora do Guará II, Maria de Fátima de Araújo, de 70 anos, foi ao cemitério visitar o túmulo da mãe e encontrou apoio na tenda. Ela se impressionou com a quantidade de informações reunidas na Cartilha de Orientações sobre Serviços Funerários e Cemitérios Públicos, que aborda direitos, custos e procedimentos. “Está tudo ali. É um documento muito importante para a gente ter, porque reúne informações que ajudam a entender nossos direitos e saber como proceder”, avaliou.

Para a subsecretária de Assuntos Funerários da Sejus-DF, Gilce Sant’Anna Teles, a receptividade da população demonstra a importância do serviço, tanto pelo acolhimento durante o feriado quanto pela possibilidade de encaminhar demandas. “Nossa preocupação é oferecer esse espaço de acolhimento em uma data tão sensível, mas também garantir um canal direto para que as pessoas possam tirar dúvidas, registrar reclamações e buscar soluções”, afirmou.

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Informação e transparência

Além dos atendimentos presenciais, a Sejus distribuiu materiais informativos e divulgou a Cartilha de Orientações sobre Serviços Funerários e Cemitérios Públicos, disponível também em formato digital (https://www.sejus.df.gov.br/documents/d/sejus/3___suaf___cartilha_compressed-1). Organizado em perguntas e respostas, o material esclarece dúvidas sobre o funcionamento dos serviços funerários no DF, os direitos dos usuários e os procedimentos adotados nos cemitérios públicos.

A publicação informa, por exemplo, quais empresas funerárias estão autorizadas a funcionar no Distrito Federal, quais veículos são específicos para o transporte de corpos humanos, quem pode solicitar sepultamento gratuito e quais serviços não podem ser cobrados pelos cemitérios.

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A população também pode buscar informações ou registrar denúncias, reclamações, sugestões e elogios por meio da Central 162, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h. Há ainda atendimento presencial na Rodoferroviária, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, e o portal ParticipaDF (https://www.participa.df.gov.br).

 

*Com informações da Sejus-DF

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