Diversas
Como garantir energia confiável em grandes eventos como o The Town, em SP
O desafio de manter estrutura elétrica estável em festivais exige soluções eficientes — descubra por que os geradores se tornaram essenciais em 2025
A segunda edição do The Town, marcada para setembro de 2025 no Autódromo de Interlagos, promete reunir centenas de milhares de pessoas em cinco dias de programação intensa.
No entanto, por trás dos palcos e da experiência do público, existe um desafio técnico crucial: garantir o fornecimento contínuo de energia elétrica. Para eventos desse porte, depender exclusivamente da rede pública é arriscado. Por isso, os geradores de energia se consolidaram como a solução estratégica que garante estabilidade, segurança e funcionamento ininterrupto de toda a operação.
A seguir, entenda como esses equipamentos se tornaram indispensáveis, quais tecnologias estão em alta e o que considerar ao escolher o gerador ideal para grandes produções.
Por que os geradores são indispensáveis em eventos de grande porte
A estrutura elétrica de um evento como o The Town vai muito além do palco principal. Ela precisa sustentar sistemas de som, luz, telões, camarins, stands de alimentação, banheiros químicos, áreas de descanso, ambulatórios e muito mais.
Em momentos de pico, é comum que a demanda de energia ultrapasse o esperado — e qualquer falha pode comprometer a experiência de milhares de pessoas.
Estabilidade diante de picos de consumo e falhas da rede
Mesmo em grandes cidades, quedas de energia não são incomuns. Com geradores de alta capacidade, a organização do evento consegue manter todos os equipamentos funcionando, mesmo que ocorra alguma oscilação ou blackout no sistema da concessionária local.
Pronto-resposta em casos de apagões ou oscilações
Geradores modernos contam com sistemas automáticos que detectam a falha de energia e assumem a carga em segundos. Essa resposta imediata evita pausas na programação, mantendo a continuidade do show e a segurança de todos os envolvidos.
Suporte técnico integrado: manutenção preventiva e monitoramento constante
Outro fator que torna os geradores indispensáveis é o suporte técnico especializado. Em eventos desse porte, profissionais monitoram a performance dos equipamentos em tempo real e realizam manutenção preventiva. Isso reduz riscos e permite ajustes rápidos, caso surja alguma necessidade.
Como escolher o gerador ideal para festivais ou grandes produções
A escolha do gerador deve considerar as particularidades do evento, o porte da produção e as exigências do local. Mais do que potência, é preciso pensar em logística, conforto e regulamentações.
Capacidade de entrega: de acordo com iluminação e som
O dimensionamento da carga elétrica é um dos primeiros passos. Sistemas de som e iluminação exigem grande potência e estabilidade de tensão. Para garantir isso, engenheiros elétricos avaliam a necessidade energética total e indicam o modelo adequado, com margem de segurança.
Mobilidade e tempo de instalação no local
Em festivais ao ar livre, o tempo de montagem e desmontagem é valioso. Geradores montados em carretas ou sistemas portáteis facilitam o transporte e aceleram o processo de instalação, sem comprometer a logística geral do evento.
Ruído e regulamentação ambiental em áreas abertas
Outro ponto de atenção é o nível de ruído. Equipamentos mais antigos podem gerar incômodo tanto ao público quanto à vizinhança. Modelos silenciosos e com encapsulamento acústico são ideais. Além disso, é fundamental que o gerador atenda às normas ambientais, especialmente em áreas com vegetação ou próximas a residências.
Os avanços em tecnologia que estão remodelando o setor
O setor de geradores têm evoluído para atender à crescente demanda por eficiência, sustentabilidade e praticidade. Os equipamentos mais modernos já incorporam funcionalidades que eram impensáveis há alguns anos.
Geradores com potência elétrica e controle remoto
Muitos modelos atuais permitem controle remoto via aplicativo ou painel digital, o que facilita a operação à distância e o monitoramento em tempo real. Esses recursos agilizam a tomada de decisão, otimizam a performance e reduzem custos operacionais.
Modelos híbridos: biodiesel, solar e integração com a rede
Outra tendência forte é a adoção de geradores híbridos, que combinam combustíveis tradicionais com fontes renováveis, como energia solar ou eólica. Essa solução reduz o consumo de diesel, diminui a emissão de gases e se alinha a práticas sustentáveis — algo cada vez mais valorizado pelo público e patrocinadores.
Soluções modulares para expansão conforme demanda real
Eventos como o The Town podem ter áreas de maior e menor exigência elétrica. Para essas situações, os geradores modulares são ideais, pois permitem adicionar ou remover unidades conforme a demanda. Essa flexibilidade evita desperdício de energia e melhora a eficiência do sistema.
O futuro dos grandes eventos depende de planejamento energético
Realizar eventos de grande porte é uma operação que exige precisão, planejamento e adaptação às exigências técnicas do século 21. O público espera conforto, segurança e experiências imersivas — tudo isso depende de energia estável.
Em grandes festivais como o The Town, o uso de um gerador de energia robusto é a espinha dorsal da operação. Ele mantém trip, palco, alimentação e infraestrutura funcionando mesmo sob condições adversas. Além disso, a flexibilidade atual permite combinar diferentes tipos de combustível e adicionar módulos extras conforme o aumento de carga — ideal para garantir shows sem interrupção.
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Isabella Miglioli |
Diversas
FGC e a crise de notas: a responsabilidade sob exame
Com os sobressaltos que ocorrem a cada dia nos inusitados caminhos do banco e da banca (rumos do sistema bancário), causa espanto constatar, segundo informações de autorizado especialista do setor, que certa agência classificadora de risco deu nota A para o banco liquidado e desliquidável (sem salvação).
Aliás, o mesmo especialista indicou como funcionam as coisas. São solicitadas as avaliações às abalizadas agências, de reconhecida idoneidade, e se divulgam tão somente as melhores ou, até mesmo, só a melhor nota. As más avaliações são guardadas no sexto arquivo.
É bem possível que, se algum dos órgãos investigadores fosse atrás de saber o que motivou a nota A, sairia correndo para comprar títulos podres remasterizados, para guardar como relíquia dessa época atípica.
A chancela oficial, concedida sob o manto de uma tecnicidade questionável, mascara o risco real que corrói o patrimônio de terceiros. Esse descompasso entre a classificação e a realidade operacional denota uma fragilidade alarmante nos mecanismos de controle vigentes.
Diante de tal cenário, a confiança, que deveria ser o pilar mestre do sistema financeiro, transforma-se em mercadoria volátil e de procedência duvidosa. O investidor, desamparado por laudos de conveniência, torna-se a peça vulnerável em um tabuleiro de interesses opacos.
Um respeitável e sóbrio economista não teve dúvida em asseverar que, no caso presente — o do banco nota A —, “tem muita gente que quer assar uma pizza do tamanho do Maracanã”.
Sei que, para a maior parte dos leitores, inclusive para mim, a pizza é quase um bem de consumo direto carregado de unanimidade. Pode-se dizer, parafraseando o sambista, que quem não gosta de pizza bom sujeito não é.
Entretanto, o odor insuportável dos ingredientes estragados torna esse tão apreciado alimento algo repugnante.
O odor que perpassa essa preparação da imensa pizza deixa, em seu rastro, a podridão dos consignados que, já exalando mau cheiro de outros locais, avançam pela pimenta vermelha estragada das invasões de competência — onde todos querem aparecer, sempre em cumprimento daquela missão que Chacrinha ironicamente se atribuía: “Eu vim para confundir, não para explicar”.
Nessa linguagem cifrada, que pouco ou nada significa para nós, os leigos, aparece uma tábua de salvação que, talvez, tenha de salvar a si mesma. É o Fundo Garantidor de Créditos. Este fez sua parte, emitindo nada menos que trinta e oito alertas sobre os ingredientes estragados que poderiam matar quem ingerisse a deformada pizza.
Agora, os custos serão repartidos entre todos.
Até os beneficiários de fundos de pensão — que confiaram no zelo de aplicações destinadas a um futuro menos aflitivo — serão forçados a engolir um naco de pizza podre.
Ainda bem que foi vetada a compra do Banco nota A por um banco público, cujos avaliadores internos deveriam estar comprando gato por lebre; ou seja, recebendo, em suas sofisticadas due diligences, apenas os laudos enviesados de agenciadores que torciam pelo sucesso da transação. Essa foi a pizza que desandou antes de ir para o forno.
A crise mundial — na qual o Brasil se encontra perfeitamente inserido — revela que a capacidade de previsão tem falhado em quase tudo.
Agora já se chegou ao ponto de um órgão do poder público projetar a organização de um dos maiores eventos de certa cidade mediante a previsão de um falecido cacique, de que não haveria chuva naquele dia.
O sistema, envolto em fumaça de conveniência, prefere ignorar o óbvio em favor de uma estabilidade de fachada. Enquanto os ingredientes da má gestão apodrecem à vista de todos, as notas oficiais seguem perfumando o que já não tem mais salvação.
Essa cegueira deliberada, que ignora alertas técnicos para servir fatias de prejuízo ao público, é o sintoma de uma ética em colapso. No banquete dos conchavos, o custo da indigestão recai sempre sobre o cidadão que acreditou na higidez do cardápio.
Caminhemos, pois, para um ponto final de previsões. Chega de invasão de competências, preparatórias de montagem de pizzarias falidas, vendedoras de ilusões.
Wagner Balera é Professor Titular de Direitos Humanos da PUC-SP e coordenador da Revista de Direitos Humanos da Editora LexMagister.
Informações para a imprensa e entrevistas: Gabriela Romão – RV Comunicação(11)97530-0029
Fotos – Divulgação
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