Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Diversas

Gama Art Day ocupa o Gama com 12 horas de música, arte urbana, formação e economia criativa

Publicado em

Em 19 de setembro, festival gratuito reúne Garage Fuzz, Lumma, Kids Grace, Degraff e Mixine, além de grafite, skate, dança, capoeira e economia criativa na Pista de Skate do Gama

Música, grafite, quadrinhos, dança, capoeira, skate, artesanato e outras expressões da cultura independente ocuparão o Gama em 19 de setembro, durante a segunda edição do Gama Art Day. Gratuito e com 12 horas de programação, o festival toma a Pista de Skate do Gama com atividades que combinam shows, formação, esporte, arte urbana e economia criativa, ao mesmo tempo em que propõe uma intervenção artística no espaço.

A programação começa pela manhã e segue até a noite, com workshops de grafite e danças urbanas, campeonato de skate, capoeira, intervenções artísticas, feiras de artesanato e quadrinhos, adoção de animais, gastronomia e DJ. A partir das 17h, a música assume o palco com Kids Grace,  Mixine,Lumma, Degraff, , todas do Distrito Federal, até a apresentação da paulistana Garage Fuzz, ícone do hardcore brasileiro e principal atração musical desta edição.

Advertisement

 

                                  Garage Fazz                                                                                                         Degraf                                                                          Lumma

A Garage Fuzz chega ao Gama trazendo para o festival uma trajetória construída ao longo de décadas na cena independente nacional. Sua presença ao lado de bandas do Distrito Federal ajuda a estabelecer uma das pontes propostas pelo evento: aproximar diferentes gerações, trajetórias e circuitos da música independente, ao mesmo tempo em que amplia a visibilidade da produção artística realizada na região.

Mas é a própria Pista de Skate do Gama que costura as diferentes frentes da programação. Em vez de funcionar apenas como endereço do evento, ela integra sua proposta. Um espaço cotidiano de encontro, esporte e sociabilidade juvenil, ganha novas marcas visuais produzidas durante o festival.

Advertisement

Além de arte e atitude, o festival também abre espaço para o esporte, com um campeonato julgado por Punk, professor de skate e representante da cena da cidade. Ao incorporar skatistas e referências locais à programação, o Gama Art Day reconhece uma cultura que já ocupa a pista antes da chegada dos palcos, feiras e demais estruturas do evento.

Para Priscilla Silva, idealizadora, produtora cultural e proponente do projeto, é justamente essa relação com um espaço já apropriado pela comunidade que orienta a escolha do local. “A pista de skate já é, naturalmente, um lugar de encontro, especialmente para os jovens. Quando levamos para esse espaço todas essas linguagens, fortalecemos algo que já existe ali: a criatividade, a convivência e o sentimento de pertencimento. Queremos que o Gama Art Day dialogue com quem vive a cidade, com quem produz arte aqui e com quem ocupa esse espaço por meio do esporte”, afirma.

O Gama Art Day conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC-DF).

Advertisement

CULTURA URBANA PARA VER, FAZER E COMPARTILHAR

Se os shows concentram parte da programação no palco, outras atividades convidam o público a se aproximar dos processos de criação. A proposta formativa da segunda edição aparece especialmente nos workshops e nas intervenções realizadas ao longo do dia, aproximando artistas, praticantes e quem deseja ter um primeiro contato com essas linguagens.

No grafite, Curujito conduz o workshop dedicado à prática e aos processos dessa expressão artística. Paralelamente, a pista ganha novas cores e traços com as intervenções de Amanda (Santa Surda), Bruno Kabelo, Pedro Chavez, MOG e Raul Lopes — os quatro últimos selecionados por meio de edital. O público poderá acompanhar os trabalhos sendo construídos e, ao fim do festival, parte dessa produção permanecerá incorporada à paisagem do local.

A dança entra nessa mesma lógica de participação. Dáfne Ariel conduz o workshop de danças urbanas, trabalhando o corpo como linguagem ligada à música, à identidade e às manifestações que nasceram e se desenvolveram nas ruas. Já o professor Gabriel, do Massapê Capoeira, leva à programação uma expressão que conecta movimento e musicalidade a uma tradição marcada pela ancestralidade, pela transmissão de saberes e pela prática coletiva

Advertisement

 

A trilha sonora da tarde fica por conta do DJ Brotha, antes da sequência de shows que começa às 17h. Dessa forma, a programação atravessa diferentes linguagens sem estabelecer fronteiras rígidas entre formação, apresentação, esporte e convivência — quem chega para assistir a uma banda pode encontrar uma intervenção de grafite em andamento, acompanhar o skate, participar de uma atividade ou conhecer outros artistas e iniciativas da região.

A dimensão comunitária alcança ainda a causa animal, com ponto de coleta de doações para o Abrigo Flora e Fauna durante todo o evento, além da feirinha de adoção. A iniciativa se soma às feiras, à gastronomia e às demais atividades que fazem do Gama Art Day um espaço de permanência ao longo de todo o dia, para além dos horários dos shows.

Advertisement

ECONOMIA CRIATIVA E VIDA COMUNITÁRIA

Ao redor da pista, outras atividades ajudam a criar um ambiente de permanência e circulação durante todo o dia. A programação inclui feira de artesanato, feira de histórias em quadrinhos (HQs), espaço gastronômico e feirinha de adoção de animais.

A presença dessas iniciativas amplia o alcance do Gama Art Day e abre espaço para empreendedores criativos, artistas gráficos, quadrinistas, artesãos e projetos ligados à própria comunidade.

Advertisement

O resultado é um evento pensado não apenas para quem acompanha determinada banda ou atividade, mas também para famílias, moradores, jovens e frequentadores da região, que podem chegar, circular e descobrir diferentes expressões culturais no mesmo espaço.

Para o projeto, essa diversidade é especialmente importante porque reafirma o Gama como território produtor de cultura. Ao realizar um festival multicultural fora do circuito central de Brasília, o Gama Art Day contribui para ampliar o acesso à programação artística gratuita e, ao mesmo tempo, valoriza artistas, iniciativas e públicos das regiões administrativas do Distrito Federal.

ACESSIBILIDADE COMO PARTE DA EXPERIÊNCIA

Advertisement

A acessibilidade integra a concepção do festival. O Gama Art Day contará com intérpretes de Libras, audiodescrição, audioguia, comunicação acessível e estrutura destinada a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

A proposta é permitir que diferentes públicos possam não apenas estar presentes, mas acompanhar e participar efetivamente das atividades oferecidas.

PROGRAMAÇÃO

9h – Início das atividades

Advertisement

Feirinha de adoção de animais
Feira de artesanato
Feira de HQs
Espaço gastronômico

10h – Workshop de Grafite
Com Curujito

11h – Capoeira
Com professor Gabriel – Massapê Capoeira

Advertisement

14h – Workshop de Danças Urbanas
Com Dáfne Ariel

16h – DJ Brotha

17h – Mixine

Advertisement

18h – Degraff

19h – Kids Grace

20h – Lumma

Advertisement

21h – Garage Fuzz

 

SERVIÇO

Advertisement

Gama Art Day – 2ª edição

Data: 19 de setembro de 2026, sábado
Horário: a partir das 9h
Local: Pista de Skate do Gama
Entrada: gratuita
Classificação: livre
Acessibilidade: Libras, audiodescrição, audioguia, comunicação acessível e estrutura para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida
Realização: com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Leia Também:  Uma em cada quatro pessoas idosas sofre queda em um ano; exercício pode ajudar a preservar capacidade funcional

Cultura

Cantor de axé Netinho morre em Salvador aos 60 anos

Published

on

Artista lutava contra um câncer desde 2025
Cristina Índio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

O cantor de axé Netinho morreu, aos 60 anos, nesta terça-feira (13), no Hospital Aliança Star, em Salvador, Bahia. A notícia foi confirmada pela assessoria do artista.

Um dos maiores destaques do axé music, com sucessos como Milla, Fim de Semana, Menina e Beijo na Boca, estava internado após a volta de um linfoma não Hodgkin, câncer no sistema linfático, diagnosticado em 2025.

“É com uma tristeza que corta a alma que comunicamos o falecimento do cantor Netinho, ocorrido na manhã de hoje.”

De acordo com a assessoria, o quadro clínico evoluiu para falência renal e disfunção múltipla de órgãos, o que provocou a morte.

“Nos últimos meses, Netinho enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B, que evoluiu para quadro de falência renal e disfunção múltipla de órgãos.”
O horário e o local do velório e da cremação do corpo do artista não foram divulgados, mas deve ocorrer de forma reservada.

Advertisement

“Por desejo expresso do próprio Netinho, o velório e a cremação serão realizados de forma reservada, em uma cerimônia restrita a familiares e amigos próximos.”

Perfil

Ernesto de Souza Andrade Júnior, conhecido como Netinho, nasceu na cidade de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, no dia 12 de julho de 1966. Foi como vocalista da Banda Beijo quando iniciou a carreira em 1988, aos 22 anos, com estreia no circuito do Carnaval.

Na época gravou o primeiro disco com a banda e o sucesso se espalhou pelo Brasil com a canção Beijo na Boca, o que deu projeção nacional à banda baiana.

Advertisement

“Artista extraordinário, talentoso, sensível e inovador, Netinho construiu trajetória marcada pela alegria, pela música e por um carisma inconfundível. Sua voz, sua energia e sua forma tão particular de se conectar com o público deixam um legado que permanecerá para sempre”, postou a assessoria.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Por trás da IA: revisores relatam exposição a conteúdos traumáticos
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA