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Mulheres incriveis

Blitz solidária mobiliza voluntários e trabalhadores para ampliar apoio a pacientes oncológicos

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Ação da Rede Feminina de Combate ao Câncer apresentou projetos desenvolvidos no Hospital de Base com o apoio do IgesDF e mantidos por doações
Por Ivan Trindade
Fotos por Ualisson Noronha/IgesDF
A solidariedade ganhou espaço na sede administrativa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) nesta quarta-feira (17). Voluntários da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília realizaram a primeira edição da Blitz Solidária para apresentar o trabalho desenvolvido com pacientes oncológicos, mobilizar novos apoiadores para os mais de 40 projetos mantidos pela instituição. A ação mostrou para a população como contribuições simples podem fazer diferença na vida de quem está em tratamento da doença e familiares.
A mobilização percorreu a entrada do edifício PO700 e diversos setores administrativos do Instituto, levando informações sobre formas de doação, voluntariado e iniciativas voltadas ao paciente. Além dos colaboradores do IgesDF, a mobilização também alcançou profissionais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e de áreas do Ministério da Saúde que atuam no complexo administrativo.
Atualmente, a Rede Feminina mantém mais de 40 projetos sociais voltados ao acolhimento e à assistência de pessoas em tratamento oncológico. Todas as atividades são financiadas exclusivamente por doações, o que torna o apoio da sociedade fundamental para garantir a continuidade dos atendimentos.
A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra, explica que a blitz surgiu da necessidade de levar a instituição até as pessoas e ampliar o conhecimento sobre o trabalho realizado.
“Muitos ainda não conhecem a Rede Feminina. Nosso objetivo é mostrar de perto o que fazemos e como uma simples doação pode impactar a vida de quem enfrenta o câncer”, destaca.
Fotos por Ualisson Noronha/IgesDF
Segundo ela, os desafios enfrentados pelos pacientes vão muito além do tratamento da doença. Questões como insegurança alimentar, dificuldades financeiras e falta de apoio familiar também fazem parte da realidade de muitas pessoas atendidas pela instituição.
“Há pacientes para quem o câncer não é o único problema. Por isso, trabalhamos com acolhimento integral, oferecendo suporte em diferentes áreas da vida dessas pessoas”, explica.
Além das doações por meio do Pix Solidário, a instituição recebe apoio por meio do voluntariado, da doação de cabelos para confecção de perucas, da arrecadação de cestas básicas e de outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da rede de apoio aos pacientes.
Entre os voluntários que participaram da mobilização estava Adriana Lago, integrante da Rede Feminina há dez meses. Para ela, cada conversa representa uma oportunidade de ampliar o alcance do trabalho desenvolvido pela entidade.
“Quanto mais pessoas conhecerem o projeto, mais pacientes conseguiremos acolher e ajudar. Esse trabalho só acontece porque existe solidariedade”, ressalta.
A expectativa é que a Blitz Solidária passe a integrar o calendário de ações da instituição e seja realizada em diferentes pontos do Distrito Federal, como feiras, eventos esportivos, espaços culturais e locais de grande circulação.
“A proposta é aproximar a solidariedade das pessoas e mostrar que ninguém precisa enfrentar sozinho uma das fases mais difíceis da vida”, conclui Larissa.
Como ajudar
A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília recebe doações por meio do Pix Solidário.
Chave Pix: 61 98580-4019
Favorecido: Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília (Banco do Brasil)
Ações que fazem a diferença
Além da Blitz Solidária, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília mantém uma série de iniciativas voltadas ao acolhimento e ao apoio de pacientes em tratamento oncológico e seus familiares.
Nesta semana, a instituição também promove um mega bazar no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A ação segue até sexta-feira (19), das 8h às 17h, com mais de 10 mil produtos à venda. Toda a renda arrecadada é destinada à manutenção dos projetos desenvolvidos pela entidade.
O bazar é aberto ao público e oferece itens como roupas, casacos, acessórios e utilidades domésticas em excelente estado de conservação. Os pagamentos podem ser realizados em dinheiro, PIX, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros.
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Curiosidades

Estudante de Planaltina assume posto de procuradora-geral do DF por um dia

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Selecionada pelo Programa Meninas em Ação, Sarah Victória, de 17 anos, conheceu a rotina da PGDF e acompanhou a atuação de mulheres em cargos de liderança

 

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Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares

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A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) recebeu, nesta quinta-feira (29), a estudante Sarah Victória Nunes Alves, de 17 anos, para ser procuradora-geral por um dia. A iniciativa integra o Programa Meninas em Ação, promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), com o objetivo de incentivar o protagonismo feminino e aproximar jovens estudantes de espaços de liderança e decisão.

Aluna da 3ª série do ensino médio em Planaltina, Sarah também faz o Curso Técnico em Recursos Humanos no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-DF) e pretende seguir carreira em Psicologia ou na área de gestão de pessoas. Durante a visita, foi recebida pela procuradora-geral do Distrito Federal, Diana de Almeida Ramos, participou de reuniões com a alta gestão e conheceu unidades da instituição, como a Câmara de Mediação e Conciliação (Camec) e a Procuradoria do Contencioso em Matéria de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor (Proprec).

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Protagonismo feminino

Para a estudante, a experiência ampliou suas perspectivas profissionais e mostrou a importância da representatividade feminina. “O que mais me chamou a atenção foi perceber que há muitas mulheres exercendo funções importantes e entregando um trabalho que impacta na vida das pessoas. Isso mostra que podemos ocupar espaços, com responsabilidade e dedicação”, destacou.

Diana Ramos ressaltou a importância de iniciativas que incentivem meninas a ocupar posições de destaque. “Programas como o Meninas em Ação mostram que as mulheres podem ocupar todos os espaços e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. É uma experiência enriquecedora não apenas para a Sarah, mas também para nós, enquanto agentes públicos”, afirmou.

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Ao fim da programação, Sarah recebeu um certificado de participação e destacou a importância de aproximar estudantes da rede pública de instituições como a PGDF. “É muito importante ter iniciativas como essa, especialmente voltadas para meninas da escola pública, porque muitas vezes não temos acesso a essa realidade. Programas assim mostram que podemos ocupar espaços no Distrito Federal”, concluiu.

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*Com informações da Procuradoria-Geral do DF

 

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